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Tom Kaulitz Pov's—

Tom, a onde você estava?— Bill me perguntou assim que eu entrei em casa.

—porque você quer saber?— meu irmão revirou os olhos.

—você estava com a Amellya?— o mesmo parou em minha frente me olhando sem expressão.

—sim Bill, e não vem me falar nada não, por que você tem sorte da Amellya pedir para eu não fazer nada por que você mentiu para mim!— passei por ele subindo as escadas.

—eu fiz isso para que você ficasse longe dela! Você não vê que a faz mal?— respirei fundo parando e me virando para Bill.

—Bill não se mete! Eu não sou mais assim! E outra porque você se preocupa tanto com ela?? Vai procurar oque fazer!— Bill ficou quieto com expressão irritado.

Voltei para meu quarto e vi Kathleen saindo do banheiro só de calcinha e sutiã.

—onde você passou a noite?— bufei irritado.

—não te devo satisfação— coloquei minha chave do carro no armário e não vi o colar que ia dar a Amellya.

—cadê o colar que estava aqui?— olhei para Katheen, que a mesma me olhou sem expressão.

—não sei— a garota começou a se vestir e percebi a porra do colar no pescoço da mesma.

—então que porra é essa Katheen?!?!— perguntei irritado indo até a mesma.

—a esse? É o meu colar!— falou debochada.

—seu colar porra nenhuma, tira agora!!!— Kathleen não me respondeu.

A empurrei que bateu na parede.

—TIRA!!— gritei em seu rosto.

—calma— a mesma foi paga por a mão no colar mas bati em seu rosto.

—não me peça calma!— apertei forte suas bochechas com a mãos falando perto de seu rosto.

Soltei e a garota tirou o colar me entregou.

Voltei ao meu armário e coloquei lá o colar.

—você estava com ela né?— respirei fundo não a respondendo.

—admite que você a ama!— me virei para ela franzindo a testa —enquanto você dormia, você falava o nome dela— passei a mão na testa tentando ter paciência.

—Kathleen fica quieta!— a mesma bufou e saiu do quarto batendo a porta.

Sentei na ponta da cama respirando fundo. Infelizmente nós não mandamos no nossos corações, Amellya me ganhou de uma forma que não sei explicar, talvez porque eu vejo minha mãe nela; a mulher que eu mais amei nessa vida, talvez...

Minha mãe batia de frente com meu pai, não aceitava ser tratada de qualquer jeito assim como a Amellya, mas minha mãe era doce e gentil e muito carinhosa comigo e com Bill. Apesar dela ter deixado eu e Bill com meu pai, eu a amava, a amo ainda. Talvez Amellya tenha chamado minha atenção por conta de eu lembrar da minha mãe... e eu, Tom Kaulitz, falava que jamais podia misturar amor com o profissional e aqui estou eu pagando pela minha palavra, ou o karma veio para mim. Bill também já se apaixonou por uma mulher, a Angela, mas não demorou muita para que aquela vaca sumisse e nunca mais voltasse, eu zombava de Bill por ele ter se apaixonado por essa mulher.

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-2003-

Tom Kaulitz—

você vai competir no racha quando?— falou minha mãe para meu pai enquanto colocava nossos pratos de janta na mesa.

—isso te importa??— falou meu pai grosseiro.

—é claro— minha mãe se sentou no seu lugar.

—amanhã, e vou levar o Bill e o Tom junto— Sérgio começou a comer.

—não! Você não vai levar meus filhos a lugar nenhum!— eu e Bill ficávamos quietos pois a gente sabia noque isso iria terminar.

—você não é ninguém para mandar aqui!— meu pai falou irritado a olhando com a testa franzida.

—EU SOU A MÃE DELES!!— minha mãe se levantou batendo a mão na mesa dando um susto em todos —eles tem só 14 anos, tem muito para oque aprender nessa vida e você quer levar eles para essa caminho sujo???!— minha mãe gesticulava com as mãos e apontava o dedo na cara do meu pai.

—cala sua boca Solange!!— Sérgio levantou dando um tapa na cara da mesma.

Bill me olhou com os olhos vermelhos e abaixou a cabeça. Eu fiquei parado sem dizer nada, mas eu queria tanto o impedir de fazer isso.

Solange olhou para meu pai com raiva e pegou a jarra de suco e jogou tudo no rosto do meu pai.

—você tá louca? Sua vadia!— meu pai foi para cima da minha mãe a empurrando que caiu no chão com violência.

—pai para!!— levantei da cadeira tentando intervir.

—CALA SIA BOCA, SEU MOLEQUE!!— Sérgio gritou para mim.

Bill na mesma hora se levantou da cadeira e foi correndo para o nosso quarto.

—eu to cansada de você!— Solange se levantou e olhou com raiva para meu pai.

—você não pode fazer nada!— o mesmo saiu da cozinha deixando só eu e minha mãe sozinhos.

A mesma me olhou e abaixou a cabeça respirando fundo.

—filho desculpa por ter que ouvir isso— a mesma voltar a se sentar na cadeira e suspirou fundo, de cansaço.

Eu fiquei quieto e voltei a me sentar também.

—Kaulitz, presta atenção noque eu vou te dizer— minha mãe pegou na minha mão me olhando seria —você tem que ser muito forte! Seu irmão é mais frágil, então você tem que o proteger acima de tudo!— concordei com ela prestando atenção em tudo que ela falava.

—eu te amo tanto filho, você e seu irmão, eu me culpo todos os dias por ter dando esse vida de merda para vocês— senti um aperto enorme no meu coração, meus olhos começaram a arde eu senti eles encheram de lágrimas.

—mamãe não se culpa, isso não é sua culpa, eu te amo também e eu jamais vou ser que nem o papai— minha mãe sorriu meigo.

—assim eu espero filho, agora vai lá no quarto ver como o seu irmão está— assim fiz, fui ao meu quarto.

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-2010-














Oiii amores, desculpa por demorar tanto, estou bem ocupada esses dias, mas vou tentar ao máximo não demorar tanto

Fiz correndo

My Biggest Nightmare - Tom KaulitzHistórias para pegar e não largar. Descubra agora