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Tom Kaulitz pov's—

Amellya estava sentada no sofá olhando para um ponto fixo sem dizer nada, e sem expressão alguma, só com o pensamento longe. Ela matou Kyan, nunca imaginei que ela faria algo assim, e Amellya com certeza está se culpando.

—Amellya— sentei ao lado da mesma que volto ao mundo real e me olhou com o olho vermelho e com marcas vermelhas em seu pescoço.

—não pense noque aconteceu, ele ia te matar, não é sua culpa— a mesma sorriu forçado e suspirou fundo.

—Georg está a onde?— porque ela está perguntando dele?

—no hospital, porque?—

—Kelly mais cedo foi na minha casa, desesperada, ela falou que brigo com ele e o empurrou, que caiu na mesa daqui da sala e bateu a cabeça— suspirei fundo.

—eu tinha saído com Bill e Gustav, a Yumi e Jhenifer tinha ido junto, só ficaram os dois aqui, aí chegamos e o Georg estava largado no chão, Bill que levou ele— Amellya respirou fundo.

Ouvi Bill chegar com Yumi, Junto com Gustav e Jhenifer e logo atrás a Kathleen entrando junto que bateu o olho em Amellya.

—Amellya??— Yumi foi até a mesma e abraçou.

Bill me olhou franzino a testa.

—quem é vivo sempre aparece— Gustav falou olhando Amellya.

—oque que ela está fazendo aqui?— Kathleen perguntou me olhando irritada.

Gustav e Jhenifer subiram.

—Katheen já conversamos— falei a encarando.

Bill foi a cozinha e Yumi se sentou no sofá.

—você não conversou nada comigo não! Tira essa piranha daqui de dentro!— antes de eu falar algo Amellya falou na minha frente.

—eu ainda estou aqui tá?— falou Amellya.

—não ligo, eu quero você longe!— Kathleen disse encarando Amellya.

Bill volto da cozinha com dois copos juntos e uma garrafa de Whisk e se sentou no sofá ao lado de Yumi.

—Katheen sai daqui!— eu estava começando a me irritar.

—não até ela ir embora. Seria bom você ter morrido mesmo!— Amellya respirou fundo revirando os olhos.

—olha garota, eu não vou da palco para esse showzinho seu não— a mesma se sentou novamente no sofá ao lado de Yumi.

—acho bom mesmo, porque você ia tomar uma surra— Kathleen foi até o sofá encarando a mesma.

—KATHEEN!! Você não ia dar surra em ninguém! Sai da sala agora!— a mesma bufou e subiu as escadas.

—você me deu um susto— Bill falou respirando fundo.

—que mulher irritante!— disse Amellya.

—você não ia expulsar ela daqui?— Bill falou me olhando enquanto me sentava na poltrona em frente ao sofá.

—está complicado, vou ver isso depois— respirei fundo me ajeitando.

—Yumi, sobe para o quarto, depois vou lá— a mesma sorriu e passou a mão nas costa do Bill e se levantou indo para o andar de cima.

—Amellya, sobe também, para o quarto do Bill, vou conversar com ele— a garota respirou fundo e se levantou.

—oque quer conversar?— Bill me olhou colocando Whisk nos dois copos e tomando.

—eu tinha ido para o apartamento da Amellya agora a noite e o Kyan tava morto no chã— Bill começou a se engasgar e cuspiu o Whisk começando a tossir.

—oque???— o mesmo perguntou me olhando espantado.

—ele tentou matar ela, aí a única solução que ela viu foi matar ele— passei a mão na testa respirando fundo e tentando assimilar todo aquela situação.

—porra, Amellya matar alguém— o mesmo falou se recuperando.

Peguei o copo e dei um gole também.

—Tom, falei com o Sérgio e a Laís. Falei que íamos passar o fim de ano com eles e que você tinha uma coisa importante para falar— eu não estava preparado para nada disso.

—não sei se estou preparado para isso Bill, correr é a minha vocação, não vou me acostumar a não ter mais isso na minha rotina!— Bill respirou fundo.

—você quer ser alguém melhor para a Amellya? Se é isso que você quer, tem que ir atrás! Ou você acaba que nem o pai— Bill deu outro gole.

—Bill, é tudo muito confuso para mim— coloquei o copo no chão e apoiei meu braço em minha perna, e minha cabeça na minhas mãos.

—eu sei, mas você tem que fazer uma escolha, Amellya não é mulher que vai viver disso, não é mulher de viver que nem a nossa mãe viveu— olhei para Bill tentando pensar noque eu ia fazer.

Era a Amellya que tinha matado o Kyan, era a Kathleen que não me deixava em paz, era o Georg que estava no hospital. Tudo. Era muito coisa para eu pensar, em menos que quatro meses minha vida deu uma reviravolta que nem eu consigo explicar.

—Tom, a gente passa o fim de ano com os nossos tios, aí vamos para Tóquio, eu vou sair desse ramo, só entrei por causa de você e de tudo mais que aconteceram— Bill falou se levantando.

—ok! Eu vou falar com Kathleen— subimos juntos ao segundo andar.

Falei para Bill ficar com a Amellya lá enquanto eu conversava com Kathleen.

Entrei no quarto e a mesma estava deitada vendo algum filme.

—você é um filha da puta mesmo né— Kathleen desligou a TV.

—cala boca meu, você não sabe doque falando!— disse eu já irritado da cara dessa menina.

—eu te conheço a muito tempo, desde dos seus 15 anos e você vem me trocar por uma piranha que conheceu a menos de um ano?— respirei fundo para não me irritar com ela.

—você me conhece desde dos meus 15 anos e nem serviu para fazer eu gostar de você um pouco que seja!— falei a olhando com nojo —você para mim Kathleen, sempre foi um rosto bonito e um corpo gostoso, nunca me importei para seus sentimentos e nem oque você sentia ou sente por mim! Você não passa de um tapa buraco— Katheen me olhou sem expressão.

—você acha que eu te procurei para que? Porque gosto de você? Ou para suprir oque eu estava sentindo? Eu quero que você suma da minha vida!— falei estressado.

—é sério isso?—

—sim Katheen! Não quero te ver mais!— a mesma se levantou sem dizer nada, pegou algumas coisas suas e saiu do quarto.

Me sentei na ponta da cama respirando fundo, um problema a menos eu resolvi.

Mandei mensagem para o Bill, falando que Amellya já podia vir.

Logo a porta abriu e a garota entrou, um sentimento bom soou dentro de mim.

—Tom, a gente vai ficar muito tempo aqui? Não gosto— a mesma sentou ao meu lado com perna de índio.

—não, amanhã já vamos para chácara do meus tios— olhei no olho da Amellya que chegava a brilhar um pouco.

—Tom, se quiserem vir atrás de mim, pela morte do Kyan?— o olho da mesma começou a encher de lágrima.

—Amellya, não precisa ter medo de nada, aliás quem que vai vir atrás de você? Está segura comigo— acariciei seu braço.

—assim espero— a mesma logo deitou se encolhendo sem dizer mais nada.

Deitei ao seu lado e logo peguei no sono.
















Mores estou enrolando bastante para fzr os capítulos pq não estou tendo criatividade

My Biggest Nightmare - Tom KaulitzHistórias para pegar e não largar. Descubra agora