Acordei e percebi que Tom não estava na cama, me levantei indo ao banheiro lavar meu rosto. Me cabelo estava todo bagunçado.
—meu Deus Amellya— ouvi a voz de Bill, me virei e o mesmo estava de costa para mim —vesta uma roupa—
Percebi que estava pelada. Me espantei e peguei uma toalha me enrolando.
—pronto— Bill se virou com uma cara de tédio —desculpa— dei uma risada nasala.
Bill revirou os olhos.
—vim ver como você estava— Bill era tão diferente do Tom na parte de características.
—estou bem até, graças a Deus— falei me encostando no batente da porta; Bill deu uma pequena risada.
—que porra é essa?— Tom entrou no quarto nos olhando sem entender —porque você tá só de toalha na frente do Bill Amellya?— o mesmo olhou franzino a testa.
—calma Tom, só vim ver se ela tá bem— Bill revirou o olho.
—tem sorte de eu estar de bom humor hoje Bill, agora sai daqui— Tom falou abrindo seu armário.
—lógico que você tá de bom humor, depois do chá que a Amellya de deu ontem— Bill falou em tom sarcástico.
O olhei arregalando o olho para o Bill, que Tom fez o mesmo depois me olhando franzino a testa.
—Bill sai daqui logo vai— falou o mesmo jogando um travesseiro nele, dei risada tampando a boca.
Bill saiu e fechou a porta, um silêncio caiu sobre nós.
—coloca uma roupa— o mesmo falou seco, oque me deu raiva.
Fui até minhas coisa e peguei uma roupa para vestir, me vesti rápido e fui ao banheiro novamente para arrumar meu cabelo.
—você se solta bem quando bebe bastante né— Tom falou, que me fez olhar para ele. Havia um sorrisinho ladino em seus lábios.
—não— falei sorrindo. Tom deu uma risada nasala e abriu a porta do quarto —quando termina aí você desce— com mesmo bateu a porta.
Bom errado o Tom não tava, sempre fui assim.
Pov's Tom Kaulitz..
Amellya não sabe mentir, percebi que quando ela bebe se solta, estranhei por ela querer com vontade própria, geralmente se eu encosto a mão na perna ela me bate e já me xinga.
Mas porra, Amellya mandava ver na cama, me irritei por ela já ter feito isso antes então ela já sabia oque fazer. Nunca me aconteceu de eu cair no sono tão rápido depois de transar com alguém, aquela garota me deixava com louco só por ela ser ela, por mim eu fazia isso todo dia.
Mas eu me arrependi tanto por ter a forçado, mas eu não sabia por que, nunca me arrependi de algo que fiz com as mulheres, mas com a Amellya era diferente.
—Tom— olhei para trás e vi a Kelly —Amellya está a onde?— o menina parecia apreensiva.
—no meu quarto, pode ir se quiser, mas não demora— a mesma forçou um sorriso falso e saiu rápido subindo as escadas.
Georg apareceu na sala com feição irritada.
O mesmo me deixou olhou com nojo.
—ta me olhando assim por que, Georg?!?— o encarei.
—não posso mais olhar?— Georg tinha se revoltado.
Quando heguei do hospital depois do acidente com Amellya, eu só não matei o Georg porque o Bill não deixou. Mas ele apanhou tanto, minha vontade mesmo era de matar o merda do Georg.
—presta atenção de como você fala comigo, a sorte que você teve do Bill aparecer é só uma vez— Georg bufou e olhou para traz de mim. Olhei na direção e era Amellya descendo as escadas com a Kelly.
—sobe Kelly!!— Georg falou ríspido com a mesma.
Vi que ele grudou o cabelo de Kelly a levando para cima, Amellya foi para intervir o Georg mas a puxei pelo braço.
—Amellya não se mete— falei apertando firme seu braço.
—mas ela é minha melhor amiga, eu tenho- — não deixei Amellya terminar a frase.
—Amellya!!! Chega, não se mete porra— a garota fechou a cara e tirou seu braço de minha mão.
A mesma ia dizer algo mas Bill apareceu.
—Tom, vem aqui— Amellya saiu se sentando no sofá de cara fechada. Respirei fundo e fui até Bill.
—oque é?— fomos para o lado de fora da casa, onde era a área da piscina, churrasqueira etc.
—como o Lírio está morto, você assume a liderança dele— nos sentamos nas cadeiras e eu acendi um cigarro.
—quando?— dei um trago.
—se você quiser dá para ir hoje, aí vou com você para te ajudar— ajudar?
—ajudar em que Bill? Eu sei como funciona as coisas, não preciso da tua ajuda— Bill ficou quieto e se levantou.
—ok, qualquer coisa fala comigo— porra.
—Bill, senta aqui— o mesmo virou e se sentou me olhando sério.
—foi mal, eu vou amanhã com você— Bill concordo com a cabeça.
Um silêncio caiu sobre nós.
—está tomando os remédios?— o mesmo me perguntou esperando por resposta.
—sim, antes de ontem— dei um mais um trago e ofereci para Bill que aceitou.
—você não me disse ainda do porque quis voltar a tomar— eu nunca que iria dizer.
—se eu não disse, é por que eu não quero falar— Bill me devolveu o cigarro.
—bom se você quis, por vontade própria de tomar os remédios, é por uma causa boa e importante para você— o mesmo se levantou saindo.
Eu tinha um sério problema de raiva, que herdei do bicho do meu pai. E existia remédios que ajudavam a controlar essa raiva toda, não era a cura mas ajudava, mas eu nunca gostei de tomar, sempre jogava fora quando Bill comprava para mim, mas algo dentro de mim me fez querer tomar os remédios pela Amellya. Eu não sabia explicar mas eu estava tentando mudar por ela, então é óbvio que eu nunca falaria isso pro Bill. Tom Kaulitz, eu, tentando mudar por uma mulher? Jamais eu contaria isso para alguém.
Só para não ficarem sem, faço mais depois
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My Biggest Nightmare - Tom Kaulitz
FanficAmellya Alba Pierce, uma garota de 17 anos, que foi para Nova York em busca de realizar seu sonho, mas ela é barrada antes mesmo de começar. A mesma era linda, também muito complicada, e orgulhosa, e não muito gentil, mas sedutora, ela não era uma g...
