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—que porra que deu em você, Tom Kaulitz?— meu tio me olhou irritado.

—Sérgio, nós não queríamos tanto que Tom saísse disso? Pois então, ele saiu— Sérgio respirou fundo e apertou a mandíbula.

Amellya me encarava franzindo a testa.

—mas para entrar em uma coisa pior?— bufei irritado.

—Sergio, cassino clandestino não é nada pior— o mesmo me olhou espantado.

—mas você corre mais perigo—

—eu não vou ficar avista lá, só se for algo de urgência, e outra, todo mundo me conhece e ninguém vai mexer comigo— Laís me olhava respirando fundo.

—existe louco para tudo— falou a mesma em som sarcástico.

—eu já tenho o lugar, e já está em andamento para abrir, vou continuar a ganhar dinheiro, mas vou ter mais segurança— olhei para Amellya.

—você está fazendo isso por ela?— Sergio apontou para Amellya, me olhando querendo uma resposta.

Eu fiquei quieto, não sabia oque falar. Se eu falasse, meu tio ia me esculachar, falando que eu estou mudando por uma mulher.

—e se ele tiver, Sérgio?— Laís falou confrontando o mesmo —oque que você tem haver? Isso mostra que ele é homem para honrar e cuidar da mulher que tem, coisa que você e seu irmão nunca fez!— um silêncio absurdo caiu sobre nós.

—Oi gente— Bill entrou cortando o clima pesado que estava.

Meu irmão estava acompanhado de Yumi e Gustav logo atrás.

—virou festa aqui agora?— meu tio falou olhando os três entrar.

—virou sim— Bill falou sarcástico e me olhou.

Sérgio volto a se sentar no sofá e minha tia olhou para Yumi.

—tia, essa aqui é a Yumi— Laís sorriu para a garota que sorriu de volta.

—cadê o Georg?— meu tio perguntou.

—ele está no hospital, não vem com a gente— Sérgio me olhou tentando entender o porque disso.

—eu não quero nem saber o porque— respirou fundo o mesmo.

—ele vai ficar bem, deixamos alguma coisas com ele— Bill falou colocando a ultima mala dele na sala.

Logo Gustav e Yumi chegaram com a suas.

—Tom, vai você e a Amellya para seu quarto antigo— Laís falou para mim.

Olhei para Amellya e fiz sinal para que ele viesse. Pegamos nossas coisa e fomos ao quarto.

—esse é o seu quarto antigo?— a mesma falou olhando tudo.

—sim, eu morava aqui com meu pai quando tinha uns 10 ou 9 anos— fechei a porta e olhei ao redor.

Tudo estava no lugar, minha tia não tinha mexido em nada. A cama bem arrumada, o guarda-roupa com algumas coisas minhas antigas, a estante com tudo que eu tinha. Fotos minha e do meu irmão com a minha mãe.

—nossa— falei quando abri a gaveta da escola e achei uma blusa da minha mãe, a favorita dela.

—oque foi?— Amellya veio até mim e viu a blusa na minha mão —que blusa é essa?—

My Biggest Nightmare - Tom KaulitzHistórias para pegar e não largar. Descubra agora