bêbado.

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VENDIDA AO DONO DO MORRO.

POV HENRIQUE.

Acordei tarde pois precisava dessas horas de sono pra compensar o cansaço de todo o trabalho de ontem. Olhei pro lado e Marília não tava mais na cama, dei um pulo da cama e corri pro banheiro tomando um banho rapido me trocando e descendo procurando por ela dentro de casa mais não encontrei ela em lugar nenhum e o primeiro pensamento que me veio foi que ela conseguiu fugir o que é praticamente impossível já que tenho vapores por todo o morro. Fui pra boca sozinho já que o Juliano ainda tava dormindo e eu não quis acordar ele. Entrei na minha sala e a primeira coisa que fiz foi pegar meu celular pra ligar pra Marília e saber onde caralhos essa mulher tá. Ela não demorou pra me atender.

LIGAÇÃO ON📳

Marília: o que tu quer? ( Falei ríspida).

Henrique: fala direito comigo loira onde porra tu tá caralho? ( Falei irritado).

Marília: sabe eu fui comprar pão hoje cedo e acabei casando com a padeiro ( provoquei).

Henrique: ta bom hoje to sem paciência pra você, pelo menos sabe o caminho de volta para casa né mimada do caralho?

Marília: se eu não achar o caminho tenho certeza que consigo onde dormir.

LIGAÇÃO OFF

A Marília tá fudendo com a minha paciente mais vou dar esse voto de confiança a ela até pôr que eu posso encontrar ela em qualquer lugar porém só pra garantir passei o radinho prós meus vapores para não deixar ela sair de jeito nenhum já que eles me passaram a informação que ela não saiu do morro. Liguei pra Isadora uma das putas aqui do morro, eu preciso que Marília desocupe o lugar que ela anda ocupando na minha cabeça, ela veio igual um flash e eu mandei que deixassem ela entrar na minha sala e ela entrou com um sorriso no rosto e veio até mim sentando no meu colo.

Isadora: sentiu minha falta amor?

Henrique: só quero que pague a porra de um boquete e vá embora não quero conversar com você.

Ela começou a fazer o que eu pedi e confesso que tô com ainda mais raiva pois só conseguir ficar com a porra do meu pai duro quando pensei na Marília pagando esse boquete pra mim, se eu continuar assim vou acabar indo de ladeira abaixo e não vou permitir que isso aconteça por causa de uma mulher, um homem como eu não pode ter fraquezas. Ela terminou o que tinha que fazer eu paguei e a puta foi embora. Fiquei ali analisando alguns documentos sobre os nossos esquemas que recai sobre mim ter que analisar e deixar tudo nos conformes os pagamentos das drogas e outras mercadorias também comeram o meu tempo. O Juliano chegou no fim da tarde e ele me ajudou passando alguns comandos prós nossos fornecedores. Fui pra casa e as quatro bonitas estavam na sala, a Marília me olhou de relance e subiu pro quarto e óbvio que igual um cachorrinho eu fui atrás dela e assim que entrei fechei a porta e a observei direito, ela tava sentada na cama mais bonita do que o normal, ela tirou os sapatos me ignorando completamente.

Henrique: onde cê tava? ( Perguntei segurando minha irritação).

Marila: te falei por telefone ( falei simplesmente).

Eu realmente não quero me estressar mais essa mulher me testa até eu chegar no limite.

Henrique tá bom ( passei as mãos nos cabelos) tá bom mais da próxima vez me avisa antes de sair pois lembre-se que eu sou a porra do seu dono.

Falei olhando pra ela e fui pro banheiro, tomei um banho gelado sentindo os meus músculos relaxarem, a verdade é que eu tô com raiva e estressado por causa dessa porra de sentimento que eu não quero sentir, não possa e nem quero deixar que ela se acomode tanto na minha cabeça e no meu coração, não em tão pouco tempo. A Marília me deixa desorientado e no meu ramo de trabalho isso não pode acontecer. Quando sai do banheiro Marília me olhava com raiva mais não falou nada invés disso entrou no banheiro provavelmente pra tomar banho.

O que eu preciso é de uma boa farra com bebidas e uns baks, fui pra uma das festas privadas que eu frequento e bebi bastante e fumei muito também quando sai de lá fui direto pra casa mesmo não conseguindo nem sequer me manter de pé, vou até a cozinha e acabei derrubando um copo que espatifou no chão, tento juntar os cacos com dificuldade mais não tenho sucesso, o Juliano apareceu tentando me ajudar porém não permitir.

Henrique: me deixa porra.

Juliano: cê tá doido de bebida e de maconha caralho deixa eu te levar pra porra do seu quarto ( falei quando vejo a Marília entrando na cozinha) Lila o Henrique não tá muito bem, é melhor que volte pro quarto.

Marília: pode deixar Ju eu ajudo ele a subir pro quarto, pode voltar a dormir.

Juliano: cê consegue Lila? ( Analisei seu rosto) Não quero que ele te machuque.

Marília: sim eu consigo não se preocupa (ele subiu tava caindo de sono) Henrique deixa eu pegar os cacos de vidro vai acabar se machucando (ele sentou no chão da cozinha e se afastou um pouco dos vidros eu queria rir mas me segurei joguei os cacos no lixo e me aproximei dele) olha cê precisa me ajudar também pra que eu consiga te ajudar vem me da a mão (ele não tava falando comigo) cê tá com raiva só por que eu fui no salão com as meninas? (ele não respondeu mas me deu a mão e eu ajudei ele a levantar) vem cê precisa de um banho bem gelado.

Ela me ajudou a subir as escadas até o quarto e me levou pro banheiro mesmo com os meus protestos.

Henrique: eu consigo tomar um banho sozinho Marília (falei embolado).

Marília: você não tá conseguindo nem andar direito então para de reclamar.

Henrique: por que você é assim?

Marília: assim como? (Perguntei colocando ele na banheira e tirando a camisa dele).

Henrique: linda, parece um sonho e tenho certeza que todos os machos ficaram te olhando na rua (ela começou a rir ) não gosto do que causa em mim.

Marília: você só pode ter bebido e se drogado mesmo.

Henrique: não quero que saia mas sem minha permissão (talei embolado enquanto ela tirava o resto da minha roupa) entendeu?

Marília: você tá bêbado então amanhã conversamos (liguei a água e a banheira começou encher) vai tomando banho que eu vou pegar uma toalha.

Henrique: a água tá fría pra caralho ( reclamei).

Marília: shii (falei e fui pegar a toalha demorei um pouco procurando dentro do closet quando voltei a banheira tava esbarrando desliguei a água e coloquei a toalha em cima da pia) droga Ricely.

Henrique: eu não consegui chegar lá, tinha esquecido onde desligava.

Marília: tá vamos terminar esse banho (ele me puxou e eu cai com roupa e tudo junto com ele na banheira) merda para de palhaçada Henrique (sai e tirei ele é meu Deus ele era lindo sem roupas, enrolei a toalha nele) pronto agora fica quietinho enquanto eu seco a banheira.

Henrique: tá.

Ela secou a banheira e me levou de volta para o quarto e com paciência me ajudou a se trocar E eu não lembro mais de nada. Quando acordei não vi ela mais na cama então levantei e entrei no banheiro a venda se olhando na frente do espelho, me aproximei e segurei sua cintura.

 Quando acordei não vi ela mais na cama então levantei e entrei no banheiro a venda se olhando na frente do espelho, me aproximei e segurei sua cintura

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vendida ao dono do morro.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora