VENDIDA AO DONO DO MORRO.
POV HENRIQUE.
Sai do banheiro achando bem esquisito o jeito de Marília comigo e olha que ultimamente eu tô praticamente um santo e todo mundo tá percebendo.
Henrique: o que ouve?
Marília: pelo menos a garota era mas melhor do que eu? ( Perguntei já irritada) Por que pra você ficar com outra me tendo em casa pelo menos a mulher de fora tem que ser muito melhor do que eu na cama.
Henrique: cê ta falando de que? ( Perguntei confuso).
Marilia: cê é muito cínico mesmo eu recebi as fotos de você com outra e o pior o Juliano também tava com outra participando de uma coisa tão suja, eu confiei em você e mesmo assim cê fiz isso comigo.
Henrique: eu não fiquei com nenhuma mulher e o Juliano também não ficou com ninguém, sim chegou umas mulheres la mas a gente não deu nem atenção e tirou elas da nossa mesa.
Marília: cê não me dá nenhum motivo para acreditar em você.
Henrique: eu não dou motivos? ( Falei me estressando com toda essa merda) Será que cê não vê o quanto eu mudei por você? A claro que não percebe né só consegue ver as portas dos meus defeitos que eu nem tenho mais, caralho se eu tô dizendo que não peguei ninguém é pôr que não peguei.
Marília: eu realmente achava que você tava mudando mas eu percebi hoje que eu fui uma Idiota por acreditar nisso.
Henrique: você continua sendo uma patricinha mimada que não enxerga o óbvio na sua frente.
Marília: e você continua sendo um traficante de merda que não vale nada (o choro já veio com tudo e ele se aproximou tentando me abraçar mais eu afastei ele) não encosta em mim.
Henrique: eu não fiquei com ninguém loira pelo amor de Deus cê já me cansa demais mulher.
Marília: claro que ficou, olha escuta bem o que eu vou te falar cê nunca mas vai encostar em mim tá me ouvindo bem?
Henrique: não pense que vai trocar de quarto ( falei sério).
Marília: eu não preciso.
Sai do quarto batendo a porta com muita raiva porra a Marília não consegue depositar nenhum pingo de confiança em mim? Eu sou tão ruim assim pra ela não conseguir acreditar que não fiz essa merda, eu mudei pra caramba e parece que todo mundo ao meu redor percebeu menos ela só pode tá se fazendo de cega não é possível uma coisa dessas.
UM MÊS DEPOIS......
POV MARÍLIA.
Nesse mês foi muito dificil pra mim pois mesmo depois do que ele fez comigo eu gosto tanto do dele só pode ser por que eu sou burra, ele me jura de pés juntos que não fez aquilo mais eu não consigo perdoa mesmo que todas as noites eu morra de vontade de fuder com ele sempre que sinto o seu cheiro. Não vi ele com ninguém durante esse tempo todo, mas concerteza tá com as putas dele e eu tento não surtar ao pensar nessa merda, o Juliano e a Mohana também não voltaram aquela baixinha tá ainda mais brava do que eu e eu entendo muito ela.
Hoje eu acordei cedo e o Henrique já tinha saído do quarto, tomei banho, me troquei e desci, tava todo mundo na mesa, peguei o meu acento e ultimamente a gente não tá falando muito mais nesse mês pelo menos eu já aprendi a atirar e muito bem por sinal, a gente tava comendo em silêncio quando o rádio do Henrique começa a chamar e um vapor já vai falando apressado.
Xxx: chefe invasão no morro.
Henrique: conta 5 que nós tá ai segura as pontas enquanto descemos e não quero inocentes mortos.
Xxx: fecho chefe.
Henrique: quero que as quatro se tranquem no cofre agora e não quero resistência de nenhuma não temos tempo pra discutir sobre essa porra.
Maiara: tá bom.
Henrique: loira.
Marília: oi (tava nervosa pois desde que cheguei isso ainda não tinha acontecido).
Henrique: fica com essa arma se aparecerem aqui atira tá bom? Por que eles vão cogitar em te matar tá ouvindo? ( Falei colocando uma arma em sua mão) Não pensa simplesmente dispara.
Marília: tá bom (as meninas foram subindo comendo abri o cote e o juliano ja tava descendo a Morro) Ricely espera.
Henrique: fala loira.
Marília: toma cuidado por favor.
Henrique: vou tomar (falei saindo).
Eu as meninas nos trancamos no cofre e eu tava extremamente nervosa e com medo não só pôr mim mais também pelo Henrique que vai se meter no perigo.
POV HENRIQUE.
Desci o Morro com uma arma que eu peguei com os vapores e o tiroteio já tava rolando as casas estavam todas fechadas como acontece sempre que tem invasão, não acontece com frequência pois não tem tantos loucos que teem coragem de fazer já que somos fortes demais. Começamos a matar alguns deles e tava indo tudo bem até que eles estavam recuando quando eu vi uma menina, acho que tinha uns 4 anos no meio de tudo, senti o meu coração amolecer, o dono do morro vizinho apontou a arma pra ela e eu não podia deixar que esse filho da puta mate uma criança não na minha frente corri e consegui entrar na frente da garotinha e o tiro que era pra ela me acertou em cheio o Juliano acertou um tiro certeiro na cabeça do desgraçado que caiu morto no chão e o resto fugia vi os vapores pegando a garota Juliano veio até mim rápido.
Juliano: caralho você tá sangrando muito filho da puta desgraçado (falei bravo) peguem ele e vamos subir para casa e resolver essa porra andem agora caralho.
João: e o que eu faço com essa criança?
Juliano: leva lá pra cima também e vai logo na frente não deixa a criança vendo isso porra cê sabe onde as meninas tão na casa vai logo ( coloque o Henrique no carro e enquanto o vapor dirigia eu tentava estancar o sangue) não dorme caralho.
Henrique: eu não trai a Marília (falei sem forças).
Juliano: eu sei mano.
Henrique: fala pra ela se não der tempo de eu falar.
Juliano: vira essa boca pra lá porra ( falei nervoso).
POV MARÍLIA.
A gente já tava trancadas no cofre a um bom tempo quando escutamos batidas no cofre e ouvimos a voz de um vapor, era o João abrimos e só tava ele e ainda com uma criança no colo fiquei completamente confusa com tudo isso.
Marília: o que tá acontecendo?
João: daqui a pouco cê sabe patroa me pediram para trazer essa criança.
Marília: vem pra tia (ela veio) cadê o Ricelly? ( Eu tava com um aperto no coração).
João: patroa ele levou um tiro.
Maiara: ele o que?
João: levou um tiro e tá vindo ai pra tentarmos salvar a vida dele.
Maraisa: Maiara, eu te ajudo a arrumar as coisas vamos (saimos correndo).
Marilia: cês dois fiquem aqui com ela e não levem ela lá pra baixo ela ainda é uma criança e não pode ver nada.
Mohana: pode deixar, mana por favor ajuda ele corre.
Desci correndo e na hora que chego na sala o Juliano e outro vapor entraram com o Henrique e ele tava sangrando muito e nesse momento meu coração parou por alguns segundos.
CONTINUA.
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vendida ao dono do morro.
FanfictionOI GENTE VAMOS COMEÇAR UMA NOVA FIC NÉ? BOM VOU LOGO AVISAR ALGUMAS COISAS 1 ESSA FIC TERA PALAVRÕES E PROVAVELMENTE CENAS +18. 2- VAI FUGIR TOTALMENTE DA REALIDADE E PRA QUEM GOSTA DE FUGIR DO MUNDO REAL VAI SER BOM. 3- VÃO TER ATITUDES DUVIDOSA...
