seus pais.

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VENDIDA AO DONO DO MORRO.

Valentina: promete que aquele moço da porta da escola não vai ocupar o lugar do meu papai?

Olho pra Marília fechando a cara querendo entender que porra é essa de homem na porta da escola da minha filha.

Marilia: olha Valen ninguém vai ocupar o lugar do seu papai meu amor.

Henrique: agora vai dormir meu anjinho (fomos para o nosso quarto) tô esperando você me falar quem é o tal cara que pode ocupar o meu lugar (falei um pouco irritado).

Marília: amor eu ia te contar, hoje quando fui buscar a Valentina encontrei com o Gabriel mas foi rápido eu nem dei atenção me livrei dele o mais rápido possível.

Henrique: devia ter me contado.

Marilia: foi um encontro por acaso e como eu disse eu não der atenção.

Henrique: vamos dormir.

Marilia: eu quero saber o que ouve e quero que você deixe de ser ciumento com uma coisa tão boba.

Henrique: olha loira eu preciso que entenda que eu meu trabalho cê sabe como funcionam as coisas no movimento ( respiro fundo) eu tô com seus pais lá na salinha na boca.

Marilia: como assim Ricely? ( Pergunto confusa).

Henrique: eles tão me devendo de novo e eu preciso dar um corretivo se não vão brincar com a minha cara achando que o comando é uma piada.

Marília: mata eles.

Henrique: o que loira?

Marilia: eu sei que você quer saber se pode matar e eu to falando pra matar não vai deixar de fazer o que precisa ser feito por minha causa.

Henrique: amanhã conversamos melhor sobre isso, tô estressado e cansado e sei bem que cê não tá falando isso sério apesar de tudo são seus pais ( olho em seus olhos) preciso dormir pra descansar.

Marilia: deixa eu fazer uma massagem em você tá muito estressado mesmo.

Henrique: não tenta me fazer esquecer do novo pai da valen.

Marilia: para com isso deita sem camisa pra mim te deixar mais relaxado.

Tiro a camisa e me deito emborcado, Marília abre uma gaveta da cômoda do lado da cama pegando um óleo que ela fala que relaxa o corpo e a verdade é que eu não sei se funciona mais suas mãos em mim concerteza me deixa relaxado pra caramba, ela sobe em mim de pernas abertas e passa o óleo nas mãos começando passar em minhas costas e também dando beijos e se eu não tivesse tão cansado iria fuder ela bastante pra tirar o estresse.

Marilia: amor você foi meu primeiro homem e eu quero que seja o último então sem ciúmes.

Henrique: tá me torturando?

Marilia: não amor eu tô te relaxando (falei massageando suas costas).

Ela terminou a massagem e deitou ao meu lado agarrei ela beijando sua boca com calma.

Henrique: vou tirar um dia de folga essa semana, quero curtir muito você e a Valentina.

Marilia: você tá trabalhando demas e não tá dando atenção para a sua namorada ( faço um biquinho que ele beija).

Henrique: desculpa meu amor, o trabalho tá me tirando as energias porque estamos tendo muito trabalho lá, é corrido pra caramba distribuir mercadorias e ainda tem a separação e as cobranças e principalmente as vendas desculpa.

Marilia: tá tudo bem só sinto falta de você.

Henrique: promete que só vai apagar esse fogo comigo? ( Ela rir e eu aperto sua cintura) Tô falando sério loira ninguém toca no que é meu e você amor é minha.

Marilia: amor eu juro que apareço na boca e apago com você ( falo ainda rindo com essas coisas que ele fala e ganho outro beijo).

Henrique: boa noite amor olha eu não esqueci do filho da puta da porta da escola da minha filha mas to muito cansado pra falar disso agora.

Marilia: boa noite Ricely.

POV MARÍLIA.

Ele me agarrou como sempre faz antes de dormir e acabamos dormindo porém eu acordei de madrugada já que eu tava tendo pesadelos, não quis mas dormir desci para beber água cheguei lá na cozinha abri a porta da geladeira e vi que tinha uma jarra de suco peguei ela coloquei em cima da mesa e peguei um bolo que tava no forno do fogão cortei um pedaço em um prato e guardei o resto coloquei suco em um copo sentei e comecei comer pensando na conversa sobre os meus pais que tive com o Henrique, eu odeio ainda me importar nem que seja um pouco com eles pois eles não merecem nada de mim. Do nada a Maiara entra na cozinha me dando um susto que eu quase dou um pulo.

Marilia: que susto do caralho.

Maiara: tá fazendo algo de errado minha filha?

Marília: vai se fuder, eu to comendo, posso ou é errado? (caimos na risada e eu dou dedo pra ela).

Maiara: perdeu o sono?

Marilia: sim eu to tendo muito pesadelos.

Maiara: eu também perco o sono quando tenho pesadelos, o que aconteceu que te fez ter pesadelos?

Marilia: aconteceu uma coisa, os meus pais tão lá na boca e eles tão devendo de novo e o Henrique precisa fazer algo e eu já falei que pode matar eles mais tô me odiando por ainda sentir uma dorzinha lá no fundo por eles, porra eles me venderam.

Maiara: você sabe que o Henrique não matou eles ainda por causa de você né? E não é errado sentir alguma coisa por eles pois de qualquer forma são seus pais.

Marilia: eu não vou me impor na decisão dele eu sei como funciona o movimento e sou namorada do chefe de tudo isso não vou passar minha fraqueza pra ele.

Maiara: sei como você tá se sentindo amiga é complicado pra caralho.

Ficamos conversando por bastante tempo e depois subimos para os nossos quartos assim que deitei sinto as mãos de Henrique me puxando para ele e me sinto tão segura em seus braços.

Henrique: aconteceu algo? (falei baixo e com os olhos fechados).

Marilia: não eu só não tava conseguindo dormir nada demais volta a dormir vai.

Henrique: Quer conversar?

Marilia: ta tudo bem não se preocupe comigo.

Ele voltou a dormir e eu também peguei no sono acordando com o Henrique falando ao pé do meu ouvido pra me acordar com delicadeza, abro os olhos e vejo que é extremamente cedo.

Henrique: amor acorda

Marilia: hum bom dia (falei abrindo os olhos).

Henrique: bom dia (beijei ela) vamos pra boca resolver aquele assunto e a Maraisa vai levar a valen na escola mas tarde.

Marilia: tá bom vamos tomar um banho.

Tomamos um banho e pra boca, ele me levou até a porta da salinha onde meus pais estavam.

Henrique: loira, o que você disse tá dito eu faço o que mandar.

Marilia: faz o que tem que fazer, você não pode parar de aplicar ordem por causa de mim.

Henrique: são seus pais mesmo que eles tenham sido peximos.

Marilia: eles morreram pra mim não são mas nada meus.

CONTINUA.

vendida ao dono do morro.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora