OI GENTE VAMOS COMEÇAR UMA NOVA FIC NÉ? BOM VOU LOGO AVISAR ALGUMAS COISAS
1 ESSA FIC TERA PALAVRÕES E PROVAVELMENTE CENAS +18.
2- VAI FUGIR TOTALMENTE DA REALIDADE E PRA QUEM GOSTA DE FUGIR DO MUNDO REAL VAI SER BOM.
3- VÃO TER ATITUDES DUVIDOSA...
Marilia: eu vim te ver cê nem se despediu de mim antes de sair (falei beijando ele e mordendo de leve seu lábio inferior).
Henrique: não me provoca aqui amor (falei apertando ela) não me controlo quando faz isso cê sabe.
Marília: eu não tô provocando (dei um beijo em seu pescoço arranhando de leve o seu peitoral por cima da camisa) tô molhadinha pronta pra você.
Henrique: amor eu tenho trabalho.
Marília: uhum (beijei ele intensamente e ele enfiou uma das mãos nos meus cabelos me puxando mas pra ele e eu encerrei o beijo ) vai trabalhar.
Henrique: depois de te fuder meu amor.
Coloquei a minha mão livre no meio de suas pernas colocando a sua calcinha pro lado e passando meus dedos em sua buceta que realmente tá molhadinha esperando apenas pelo meu pau, ela gemeu baixo quando penetrei dois dedos dentro dela e comecei com movimentos de vai e veim ela aumentou a quantidade de gemidos eu precisei beijar sua boca pra abafados enquanto acelerei meus movimentos usando o meu polegar pra massagem seu clitóris no mesmo ritmo que meu dedos entram nela, suas mãos seguraram nos meus ombros quando senti sua buceta apertando meus dedos e logo ela se desmanchou em minha mão.
Subi seu vestido ainda mais abri minha calça e penetrei ela sentindo suas unhas nas minhas costas arranhando minha pele mesmo por cima do tecido da minha camisa. Comecei me movimentar com velocidade e precisão pois isso aqui é uma rapidinha não quero que ninguém escute os gemidos da minha mulher o que parece impossível de impedir já que Marília não consegue controlar os gemidos e mesmo eu tentando abafar ocupando sua boca com a minha é difícil de impedir todos, desci pro seu pescoço mordendo o mesmo e subindo com minha língua prós seus lábios olhando nos seus olhos.
Henrique: amor tenta não gemer tão alto (falei acelerando os movimentos) sabe que eu amo eles mais se algum filho da puta decorar o som deles eu sou capaz de matar todo mundo.
Marília: hum.
Ela tenta gemer mais baixo e eu quem levou a punição por isso com seus arranhões e mordidas no ombro e pescoço o que pra falar a verdade me exita pra caralho, quando finalmente gozamos juntos precisei beijar sua boca em um beijo intenso pra impedir seu grito de prazer de escapar. Encostei minha testa na dela com a respiração entrecortada.
Henrique: perdi a concentração para o trabalho ( ela riu).
Marília: tenho que parar de te distrair.
Nós limpamos e ajudei Marília a arrumar o cabelo que eu acabei bagunçando mais do que pensei. Ela ficou comigo até o almoço e fomos buscar Valen na escola indo pra casa. Eu e Marília tomamos um banho depois que a loira deu um na Valen e descemos e ao observar todos ali percebi a Maiara feliz demais pro meu gosto e não fui só eu quem percebeu pois a loira foi a primeira a falar.
Marília: fala logo o quê aconteceu Maiara.
Maiara: eu conheci um cara muito legal.
Juliano: tem que ver isso ai em Maiara.
Henrique: exatamente que bagulho é esse?
Maiara: para vocês dois eu já sou bem grandinha para cuidar da minha vida.
Henrique: olha Maiara, acho bom ele ser digno de você por que se não vai morrer.
Marília: para de falar essas coisas na frente da Valentina ( repreendi o Henrique).
Valentina: papai por que a tia Maiara não pode namorar.
Todo mundo ficou em completo silêncio sem reação, meu Deus ela me chamou de pai pela primeira vez? Eu achei que íamos criar ela mais que isso não iria acontecer, senti meu coração acelerar com uma emoção diferente que queria fazer lágrimas escorrerem mais me segurei abrindo um sorriso sincero.
Valentina: fiz algo errado?
Marília: não meu amor, você não fez nade de errado.
Henrique: a tia Maiara não pode namorar por que ela é muito inocente igual você que nunca vai namorar.
Maraisa: credo com uma dessas acho melhor a gente almoçar.
POV MARÍLIA.
Todos caímos na risada e fomos almoçar e assim que terminamos fui colocar a Valentina pra dormir seu sono da tarde, e quando ela tá quase caindo no sono algo desperta ela que me pergunta.
Valentina: tia Lila, posso perguntar uma coisa?
Marília: tá mais só pergunta por que a senhorita precisa dormir o seu sono da tarde ou vai ter dor de cabeça.
Valentina: tem algum problema em eu chamar você de mamãe e o tio Rique de papai?
Marília: não tem problema meu amor pode chamar a gente como quiser, mas só se você se sentir confortável e realmente quiser chamar.
Valentina: tá bom.
Marília: agora dome tá.
Valentina: te amo mamãe.
Como que meu coração não derrete desse jeito meu Deus, eu me virei quase chorando e sai do seu quarto indo pro meu onde o meu barbudo já tava se arrumando pra sair.
Marília: achei que ia sair sem se despedir (agarrei ele dando um beijo rápido).
Henrique: claro que não amor cê viu a Valen me chamando de pai? ( Falei com os olhos brilhando e um sorriso).
Marília: vi sim ( falei também com um sorriso) falando nisso ela acabou de me perguntar se podia chamar a gente de pai e mãe.
Henrique: e o que você disse?
Marília: falei que podia.
Henrique: agora ela é nossa mesmo.
Marília: sim, agora você tem que ir pra boca ou se não eu não te deixo mais sair.
Henrique: eu já gostar de aceitar essa sua proposta patroa, mas eu preciso ir e eu tenho uma conversa com o Bruno.
Marília: para com isso.
Henrique: nem vem por que é melhor eu conversar do que matar ele se ele te olhar com desejo mais uma vez, tenho que mostrar quem manda.
Marília: e como cê sabe que ele ta me olhando com desejo em Ricely?
Henrique: por que ele te olha igual eu te olhava disfarçando a vontade de ter você meu amor ( beijei seu pescoço) como me deixou tão cachorrinho assim?
Marília: eu não vou mais discutir sobre isso com você ( beijei sua boca) e sobre você ficar caidinho por mim eu só usei meu charme ( falei rindo).
Henrique: eu te amo.
POV HENRIQUE.
Dei um selinho rápido nela e fui atras de Juliano pra gente sair junto. Quando cheguei na boca fui pra minha salinha resolver meus corre e tinha que falar com Bruno mandei chamar o filho da puta e ele veio fechando a porta assim que entrou na sala, pela cara dele o idiota parece assustado.
Bruno: pode falar chefe.
Henrique: cê acha que eu sou doido ou cego seu comédia?
Bruno: não chefe.
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