crianças.

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VENDIDA AO DONO DO MORRO.

Tirei a roupa de segurança e fomos embora pra casa, o Juliano e a Mohana saíram pra fazer alguma coisa juntos, eles realmente estão precisando de um tempo deles. A Maiara nos chamou pra ir almoçar na dona Maria e é claro que eu não recuso aquela comida deliciosa, graças a Deus eu tô conseguindo meu respeito e mesmo que eu não tenha um relacionamento sério com Henrique o jeito que sou tratada por ele todo mundo acha que realmente sou mulher dele o que não é totalmente loucura já que esse homem faz questão de gritar por aí que sou dele. Gosto de ajudar em alguns projetos da comunidade e tô sempre incentivando Henrique a ajudar quem precisa aqui, a comida do dia chegou na nossa mesa.

Maiara: não acredito que cê finalmente deu um jeito na Vanessa ( falei quando começamos a comer).

Marília: quem já deveria ter feito isso era o Ricely ( falei fuzilando ele com o olhar).

Henrique: eu fiz o que pude mulher, deixei bem claro que não queria mais nenhuma puta e todas as mulheres dessa favela sabem a quem eu pertenço ( ela abriu um sorriso leve) todo mundo sabe que sou o pior traficante do Rio de janeiro mais em relação a mulher agora eu pertenço a apenas uma.

Maraísa: tá meloso.

Henrique: só com a loira ( olhei pra Marília) e também não te quero sujando suas mãos com ninguém, hoje foi uma excessão, eu sujo minhas mãos pela minha mulher.

Continuamos com uma conversa mais leve até terminamos o almoço e logo fomos pra nossa casa, subi com o Henrique e tomamos um banho longo juntos e eu tava exausta assim que me troquei, me deitei e liguei a TV.

Henrique: tenho que voltar para a boca loira ( sentei de pé pronto pra sair).

Marilia: tome cuidado na sua vida ( falei e ele riu).

Henrique: amor para com isso (saiu um "amor" sem querer da minha boca e ela levantou sorrindo e colocando os braços ao redor do meu pescoço).

Marília: já tá nesse nível de amor? ( Falei recebendo um selinho).

Henrique: não gostou? então não chamo mais (falei brincando e beijando ela em seguida).

Marília: tá bom amor (falei brincando e também rindo) olha tô falando sério cê tem que colocar limites nessas suas putas se não quer ver sua patricinha matando ninguém então se comporta.

Henrique: eu to me comportando loira acho que cê realmente me dobrou ( ela tava com um sorriso enorme) e vou ter um lero com o Bruno não gostei do jeito que ele tava te olhando hoje.

Marilia: aquele bonitinho que tava me ajudando? (sabia que ele ia ficar com ciúmes, ele fechou a cara) to brincando mas que ele é bonito é isso não é mentira.

Henrique: se falar mais alguma coisa desse tipo te castigo e mato o filho da puta ( a desgraçada gargalhou).

Marília: mais cê é muito mais bonito e gostoso, bom de cama e todo meu (falei beijando o pescoço dele amansando a fera no mesmo estante).

Henrique: eu tenho que ir então não me provoca patricinha (falei apertado sua bunda).

Marília: vai logo antes que eu te prenda aqui (ele me beijou profundamente).

Henrique: tchau amor falei no ouvido dela.

Ele saiu e eu fiquei com um sorriso besta no rosto. Assisti um pouco e desci as meninas me chamaram pra praça e eu gostei da ideia só preciso ligar pro homem que fica louco quando eu não aviso alguma coisa. Liguei e ele logo atendeu no primeiro toque.

LIGAÇÃO ON📳

Henrique: fala loira.

Marília: tô ligando pra avisar que eu vou pra a praça com as meninas, tem algum problema?

vendida ao dono do morro.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora