cozinhar.

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VENDIDA AO DONO DO MORRO.

Hennique: eu cozinho muito bem tá ( falo e ela rir)

Marília: juro que não tô duvidando disso (falei sentando em cima do balcão já que é uma cozinha rústica americana ) Rique?

Henrique: oi loira.

Marilia: você já trouxe outra mulher aqui?

Henrique: sim varias (ela me olhou seria e eu comecei a rir) claro que não amor você é a primeira e a única que já veio aqui trazida por mim.

Marília: engraçadinho (ele riu e começou corta as coisas na panela) e a sua mãe como ela era? (ele me olhou por alguns segundos e voltou a mexer nas panelas).

Henrique: ela era bem brava mas também sabia ser carinhosa ( abri um sorriso sincero lembrando dela) ela tinha cabelos pretos e era linda, o meu pai só obedecia a ela também uma mulher brava como ela era difícil de ele recusar alguma coisa pra ela (a Marília me ouvia atenta) ela era parecida com você no jeito de ser sabe, todo mundo obedecia meu pai mas minha mãe era diferente gostava de bater de frente com ele (fiquei entre as pernas dela) resumindo ela era igual você (falei dando um selinho nela e a mesma sorrio).

Marília: você vai precisar de ajuda ai? ( Beijei sua boca com carinho) Obrigado por falar da sua mãe pra mim.

Henrique: se quiser colocar a mesa vai ser ótimo.

Marilia: tá só me falar onde fica tudo (falei  descendo do balcão).

Henrique: tá nos armários nas portas de cima e na tercera gaveta em baixo.

Marília fez o que eu pedi e logo falou que iria ver o resto da casa me deixando sozinho fazendo o jantar, peguei uma cerveja e comecei tomar enquanto mexo nas panelas, quando a loira voltou pra cozinha eu já tava terminando o jantar.

Marília: tudo é muito lindo, eu peguei um cobertor lá em cima e deixei no sofá ( senti o aroma da comida) hum que aroma gostoso.

Henrique: eu cozinho bem meu amor.

Marilia: convencido.

Henrique: tá quase pronto.

Terminei o jantar e sentamos pra comer e minha espectativa pra que a loira goste da minha comida é enorme e bom ela adorou e elogiou bastante e com ela eu me sinto um Henrique melhor e gosto disso
Quando terminamos o jantar fomos pra sala e ela colocou o cobertor sobre nós enquanto conversamos e bebemos umas cervejas, pela primeira vez contei pra uma mulher tudo sobre a minha vida e não me senti mau foi bom compartilhar tudo com Marília, a gente alta numa conversa boa.

Marília: amor, vamos subir?

Henrique: vamos lá.

Eu achei que íamos subir com calma, mas assim que chegamos no corredor dos quartos Marília me agarrou entrando em qualquer um eu correspondi ao seu toque é claro, ela começou a tirar minha camisa com pressa meu Deus a mulher tá com muito fogo, acho que a bebida ajudou ela a ficar ainda mais solta, quando percebi estávamos nos dois sem roupa e ela me empurrou me fazendo cair na cama ficando por cima, começou beijar meu peitoral enquanto me olha com a maior cara de safada fazendo meu pau ficar mais duro do que já tá, ela esfregou a buceta no meu pau e eu soltei um gemido junto com o seu que veio dengoso.

Marília: não tem noção de como eu fico louca sem seu pau.

Henrique: tenho muita noção pois eu fico igual sem te fuder todo dia.

Ela encaixou meu pau na sua entrada e sentou devagar primeiro deixando sua intimidade se acostumar com a largura e tamanho mais não demorou nada pra ela começar subir e descer com velocidade quicando com vontade e só de pensar que sou o único que tenho e vou ter isso eu fico com ainda mais tesão, ela deixa os movimentos mais lentos rebolando como sabe que eu gosto e porra eu quero muito gozar mais me segurou pois quero que dure o máximo possível mais não consegui segurar quando sentir suas paredes se fechando ao redor do meu pau por causa do seu próprio orgasmo e explodi junto com ela.

Henrique: porra que delícia te ter desse jeito ( puxei seu rosto beijando sua boca com vontade).

Marília: eu sou sua de todos os jeitos.

Troquei nossas posições ficando por cima mais logo saindo da cama e virando ela de costas puxando seu corpo e deixando ela de quatro no ângulo perfeito que eu gosto e meu pau já pronto pela segunda vez entra nela com facilidade, começo me movimentar puxando seus cabelos e apertando sua cintura com minha outra mão e não vou com movimentos calmos muito pelo contrário vou com velocidade e precisão ouvindo seus gemidos altos e não parei até nós dois chegarmos no limite novamente e eu puxei ela pro banheiro pra que a gente tome um banho e sou surpreendido por ela me encostando na parede e me beijando.

Henrique: você não cansa loira? (falei beijando o pescoço dela) Porra assim vai acabar comigo.

Marília: com você não canso nunca, até porque eu não sei quando o meu namorado vai me dar tanta atenção de novo (falei e ele deu impulso pra mim enrosca as pernas ao redor de sua cintura e me encostando na parede) além disso não acho que seja errado eu te querer toda hora.

Henrique: você sabe que eu sempre tento te dar o máximo de atenção (falei penetrando a mesma e ela me mordeu com o susto) gosto de ser marcado pôr você.

Transamos e finalmente tomamos um banho demorado com muita carícia e quando deitamos na cama apenas de roupões que estavam no guarda roupa a loira ao meu lado fechou os olhos e praticamente dormiu na mesma hora e eu agarrei ela pegando no sono também.

Acordei com a luz do sol batendo no meu rosto, olhei pra loira que dorme tranquila ao meu lado e abri um sorriso saindo da cama com cuidado pra não acordar ela e desci fazendo um café da manhã e levei até a cama e acordei ela com carinho e a mesma abriu os olhos sorrindo.

Marília: café da manhã na cama? Tá doente amor ( brinco com um sorriso).

Henrique: engraçadinha, olha eu posso voltar pra lá pra baixo com o café da manhã.

Marília: eu quero comer aqui com você (falei colocando a bandeja em cima do criado mudo e sentando no colo dele) bom dia (dei um beijo nele).

Henrique: bom dia minha patricinha.

Fizemos amor e depois do café tomamos um banho e pegamos a estrada e como é cedinho e confesso que devo ter ganhado algumas multas por infringir várias leis de trânsito chegamos no morro e eu parei na frente da nossa casa e tava chovendo.

Marilia: você ainda vai para a boca né?

Henrique: sim mas volto cedo não se preocupa tem umas coisas importantes pra resolver mais tenho tempo pra isso.

CONTINUA.

vendida ao dono do morro.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora