perigo.

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VENDIDA AO DONO DO MORRO.

Henrique: vai sair pra algum lugar hoje?

Marília: não só vou buscar a Valen na escola mais tarde.

Henrique: tá bom, eu te amo (falei dando um celinho nela e a mesma saiu do carro mandando um beija no ar e entrando dentro de casa).

POV MARÍLIA.

Assim que entro em nossa casa vejo a Valentina no sofá com Maraísa enroladas com um edredom mais assim que Valen me vê sai do conforto do sofá e vem correndo me abraçar e eu correspondo abraçando minha filha com força e sinto que ela tá muito quente e entendo o pôr que de ela tá aqui e não na escola, automaticamente a preocupação toma conta de mim.

Marilia: Valen você tá com febre.

Maraísa: sim, por isso não levei ela  pra escola.

Marília: deve ser a mudança de tempo, vou pegar um remédio que tem na cozinha.

Valentina: mamãe eu não quero remédio.

Marília: é pra o seu bem meu amor.

Vou até a cozinha pego o remédio e um copo de água volto e dou pra ela tomar arrumando ela no sofá e colocando um desenho pra que ela assista deixando ela quietinha sigo de volta pra cozinha dessa vez com Maraísa.

Maraísa: onde vocês estavam?

Marilia: numa chácara que o Henrique tem, ele nunca tinha falado sobre ela pra mim (fale colocando um pouco de chocolate quente em uma caneca e sentando).

Maraísa: deve ser a mesma que os meninos iam ela tá fechada desde que a tia morreu, bom você deve ser muito importante pro Henrique tenho certeza.

Marília: sim ele até cozinhou pra mim acredita?

Maraísa: e a comida dele é boa?

Marilia: por incrivel que pareça é (falei e rimos) e cade as meninas?

Maraisa: aquelas lokas inventaram de ir vender a mercadoria com o Julano acredita? Ele falou que era perigoso e não queria deixar de jeito nenhum mais elas garantiram que não iam fazer nada que pudesse arriscar o trabalho e cê sabe como aquelas duas são.

Marilia: mais com esse chuva? São doidas mesmo.

Maraisa: sim foi o que eu disse a elas ( rimos) Lila agora eu vou dormir a valen ontem não parou só perguntava por vocês dois.

Marilia: vai là amiga e obrigado por cuidar dela.

Ela foi dormir e eu fui pra sala ficar abraçadinha com a minha filha o dia todo, ela tá muito frágil e precisando da minha atenção a coitadinha dormiu o dia inteiro. O Henrique chegou cedo provavelmente por que quem tá vendendo as mercadorias é o Ju então ele não teve muita mais o que fazer além do que já faz normalmente, ele vem até mim e me dá um selinho logo dando um beijo na testa de Valentina.


Henrique: cadê todo mundo?

Marilia: a Maraisa foi dormir e não acordou desde cedo, a valen ta dormindo doente e o resto você ja

Henrique: tem certeza que nossa filha tá bem?

Marília: ta sim só ta muito frágil mas tá bem.


Henrique: vou levar ela pro nosso quarto e deixar ela quietinha na cama.

Marilia: faz isso amor.

Quando o Henrique deixou ela na nossa cama voltamos pra sala e esperamos todos chegarem pra gente jantar como Valentina não quis comer preferi dar um remedinho a ela e deixar ela quietinha na cama. Quando todos já estavam em casa sentamos pra jantar e eu tava morrendo de fome.

Maiara: vocês sumiram ontem onde estavam?

Henrique: na chácara dos meus pais ( falei sem entrar muito no assunto).

Juliano: voltou la?

Henrique: sim tá do mesmo jeito.

Mohana: foram sozinhos sem a gente eu nem que queria ir lá.

Marília: na verdade nem eu sabia o Henrique me sequestrou (falei e rimos).

Quando terminamos o jantar subimos tomamos um banho e nos deitamos com Valentina pegando rápido no sono. Quando acordei o barbudo já não tava mais na cama, chequei Valentina e deixei ela dormindo, tomei um banho um pouco demorado pra despertar completamente e desci, perguntei a Mohana onde o Henrique tava e ela me disse que o mesmo tava na piscina então fui até lá e ele tava sentado em uma cadeira de pegar sol perdido em pensamentos, percebo que ele tá estranho mais não sei o pôr que e isso me incomoda. Chego perto dele agarrando ele por trás e o mesmo tem um leve susto.

Marília: aconteceu algo amor? ( Falo beijando seu pescoço sentindo ele tenso) Sabe que pode dividir seus problemas comigo.

Henrique: só tô pensando em algumas coisas da boca.

Marília: o que aconteceu? (falei sentando no seu colo e dando um beijo suave em seus lábios).

Henrique: não gosto de falar sobre os problemas de lá com você não quero te envolver ( olho em seus olhos) loira é que a gente tá com um inimigo muito perigoso e eu fico com medo, não por mim e nem pela
Valen que vive com os vapores vigiando todo o tempo na escola ou em qualquer lugar mas sim por você.

Marília: amor eu sei me proteger e só saio sem os vapores as vezes e sei usar uma arma.

Henrique: sabe loira, você é frágil querendo ou não todos sabem que eu daria a minha vida por você ou pela valen e eu sei que podem e querem usar isso contra mim E eu juro que não pensaria duas vezes em entregar o morro ou minha vida por vocês.

Marília: não pensa nisso pois não vai acontecer.

Henrique: meu dever é proteger minha família e nesse mundo que eu vivo todo cuidado é pouco.

Marilia: eu sei mas me escuta se eu for sequestrada ou sei lá o que essas pessoas costumam fazer, eu não quero que você vá atrás de mim, quero que fique com a valen a nossa filha que precisa da gente e se algum dia eu ficar em perigo o que não vai acontecer é arriscado ela perder nós dois.

Henrique: você sabe que eu vou até o inferno pela minha familia então nunca mais me pede isso pois eu não vou fazer uma coisa dessas.

Marília: vamos parar de falar disso por favor.

Henrique: vamos é melhor pois isso não vai acontecer se você não for teimosa e colaborar comigo se mantendo em segurança sem fugir por aí andando sozinha.

Marília: tudo bem vou sempre andar com um dos seus homens ( ele me beijou) eu te amo.

Henrique: eu também te amo.

CONTINUA.

vendida ao dono do morro.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora