beijo.

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VENDIDA AO DONO DO MORRO.

Gente preciso deixar claro que terão muitas atitudes duvidosas do Henrique e várias cenas um pouco pesada já que essa é uma fic de morro então por favor passem pano para a autora de anos atrás e batam palmas para a autora do presente que tá fazendo de tudo pra deixar essa fic mais ou menos 🤣🙃

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Henrique: sua sorte é que eu tenho que ir matar aquele otário se não eu ia te mostrar agora quem é escroto (joquei ela na cama abri a porta e sai).

Pôr que ele não fez nada comigo? E pôr que eu gostei do gosto da boca dele mesmo que eu tenha sentido só pôr alguns segundos? Me odiei por isso já que aquele imbecil é um escroto. Senti minhas lágrimas rolarem quando comecei pensar que dei a sentença de morte a um homem inocente simplesmente por que fui maluca o suficiente pra desafiar o maldito dono do morro. Depois de um tempo deitada na cama eu decidi tomar um banho e foi isso que fiz e enquanto a água escorria por todo o meu corpo lembrei novamente do beijo e do desejo que senti querendo mais porém não vou baixar a guarda e deixar ele saber disso. Eu não posso sentir nada por ele além de raiva e desprezo. Quando sai do banheiro já com um pijama encontro as três mulheres dessa casa sentadas na cama, sentei com elas que já começaram falar.

Maiara: achei que ele ia te matar ( falei abraçando ela ) deu um susto na gente sua maluca.

Marília: eu também achei que iria morrer ( confessei).

Mohana: ele te bateu?

Marília: não encostou um dedo em mim a não ser no meu braço já que ele saiu me arrastando do bailão ( falei respirando aliviada) ele costuma bater em mulheres?

Maiara: nas que vacilam, sim.

Maraisa: ficamos preocupadas, ouvimos os gritos dele,

Marília : era só ele querendo mostrar quem manda.

Mohana: cê fala com essa sutileza do traficante mas perigoso do Rio de Janeiro?

Marília: cê sabe que ele não é bem isso tudo ( começamos a rir) e o juliano onde tá?

Maiara: ele foi pra boca ( olhei nos seus olhos) o Henrique vai matar o cara que cê beijou e te garanto que não vai ser uma morte nada agradável.

Marília: droga tudo por culpa minha ( lamentei).

Maraísa: relaxa não é o primeiro que ele mata e nem vei ser o último.

Mohana: verdade não adianta ficar se lamentando ( fiquei de pé) agora vamos dormir foi muita agitação hoje.

Marília: sim, até amanhã meninas ( elas saíram do quarto e eu tentei pegar no sono mesmo com o peso de uma morte nas minhas costas).

POV HENRIQUE.

Cheguei na boca pronto pra mostrar pra todos que absolutamente ninguém encosta no que é meu e o filho da puta que beijou a minha garota vai servir de exemplo pra todo mundo. Fui até a salinha que é onde eu mando colocar inimigos as vezes e tinham alguns vapores e o meu irmão que tava com uma cara amarrada não escondendo que desaprova o meu comportamento, mais pra mim foda-se o que ele pensa. O infeliz tava amarrado em uma cadeira, quando olhei pra ele o merdinha tava se tremendo de medo, só de olhar pra ele já lembrei da porra do beijo que ele deu na minha loira fazendo minha raiva se intensificar. Abri uma das gavetas que tem em um armário onde eu deixo alguns estrumentos digamos que pra diversão e escolhi uma tesoura que corta tudo principalmente carne.

Henrique: então quer dizer que cê sai beijando a mulher dos outros por aí? ( Arqueei uma sombrancelha me abaixando e posicionando a tesoura em uma das mãos dele já que o seu pulso tá amarrado a cadeira) Ousor tocar na minha loira seu infeliz.

vendida ao dono do morro.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora