OI GENTE VAMOS COMEÇAR UMA NOVA FIC NÉ? BOM VOU LOGO AVISAR ALGUMAS COISAS
1 ESSA FIC TERA PALAVRÕES E PROVAVELMENTE CENAS +18.
2- VAI FUGIR TOTALMENTE DA REALIDADE E PRA QUEM GOSTA DE FUGIR DO MUNDO REAL VAI SER BOM.
3- VÃO TER ATITUDES DUVIDOSA...
Nesse mês tô ajudando minha loira a aprender a atirar, quero que quando acontecer alguma coisa realmente seria aqui no morro ela saiba pelo menos tentar se defender, Maraísa também tá tentando aprender coisas que ela nunca se importou mais é bom já que a Maiara e a Mohana já sabem atirar, sei que saber atirar não vai proteger elas de tudo já que quando tem invasão aqui no morro os inimigos bem com tudo e uma simples arma na mão delas não vai resolver tudo. Elas tão aprendendo aqui na boca em um espaço que temos justamente pra isso e sei que daqui a pouco as duas vão chegar aqui.
Tô na minha sala focada em resolver algumas coisas da próxima entrega de drogas mais já vou terminar pra ir ver se minha mulher chegou, não gosto de nenhum vapor em cima dela e é por isso que prefiro eu mesmo ajudar ela. Ouço a porta abri mais nem olho pois imagino que seja minha mulher.
Henrique: espera só um minuto tá loira tô só terminando de resolver isso aqui.
Vanessa: é a morena bebé.
Henrique: o que cê tá fazendo aqui em Vanessa? Já deixei bem claro que eu não quero mas nenhuma puta desse morro ( falei levantando e indo em direção a ela para tirar ela da minha sala).
Vanessa: vai jogar fora todas as nossas fodas?
Henrique: vai embora antes que eu te tire a força e pode acreditar em mim, eu não vou ser gentil.
Vanessa: eu vou mas antes....
Ela me beijou e óbvio que eu não correspondi e afastei ela na mesma hora, só que o destino tá querendo fuder comigo e foi exatamente no mesmo estante que minha mulher entrou na sala os olhos dela entristeceram.
Marília: tá com ela de novo? ( Perguntei segurando meu choro).
Vanessa: acabamos de ter a melhor foda, sabe como é tem coisas que patricinhas como você não sabem fazer.
Henrique: você tá loca porra quer morrer? Fala a verdade caralho ( falei irritada).
Vanessa: é a verdade amor.
Marília: pode continuar com a despedida de vocês (ia sair mais o Henrique segurou meu braço).
Henrique: loira fica e isso é uma ordem não um pedido e você Vanessa vai se ver comigo (chamei um vapor e mandei ele levar a Vanessa para a salinha ele levou e eu tranquei a porta) loira ela tava mentindo.
Marília: e o que eu vi em?
Henrique: olha loira, ela me beijou de surpresa e eu nem tive tempo de reagir.
Marília: não quero falar e nem brigar agora então vamos treinar antes que eu desista (falei saindo, eu tava tentando segurar o choro).
Agora pronto mais um problema pra mim. Fui igual um cachorrinho atrás da minha mulher que eu vou ter que me explicar muito bem depois. Chegamos na sala de treinamento e a Marília tava sem concentração nenhuma errando muito os alvos e claro que um vapor foi ficar atrás dela pra tentar ajudar e o meu sangue que não é de batata esquentou na mesma hora.
Henrique: deixa que eu ajudo a minha mulher ( falei firme).
Marília: tá indo tudo bem aqui Ricely.
Maraisa: até aqui cês querem brigar, parem por favor, vem aqui Bruno me ajuda enquanto o Ricelly ajuda a Lila.
Fui até Marília ajudar ela e hoje ela Realmente parece que não quer se concentrar e eu sei que é pôr causa do que ela viu mais cedo, ela errou tanto que se estressou se afastando de mim.
Marília: hoje eu tô péssima, que merda.
Maraísa: Lila, você só tá sem concentração.
Henrique: esse não é o problema (me aproximei dela e peguei a arma da sua mão) vamos conversar?
Marília: eu não quero conversar com você ( eu tava com raiva do Henrique e daquela desgraçada da Vanessa).
Henrique: vem aqui comigo.
Nem deixei ela tirar a roupa de segurança já peguei na sua mão antes de ouvir qualquer protesto e levei ela na direção da salinha onde ela nunca foi já que é onde eu normalmente mato e torturo quem merece. Quando chegamos a porta eu já falei antes de abrir.
Henrique: eu não fiquei com a Vanessa ( olhei em seus olhos).
Marília: eu não ligo, já sei que não posso mudar quem você sempre foi (ele abriu a porta e a Vanessa tava la sentada em uma cadeira com um vapor apontando uma arma para a cabeça dela) o que...
Henrique: se cê quiser que eu mate ela eu mato agora (ela me olhou por uns estantes).
Marília: me garante que não fudeu ela?
Henrique: eu te dou minha palavra loira.
Marilia: não precisa matar só quero que pegue ama coisa pra mim.
Henrique: o que quer?
Marília: uma máquina de raspar cabelo (um dos vapores trouxe pra mim) Agora quero que todos saiam.
Henrique: até eu loira?
Marília: sim, eu posso fazer o que eu quiser?
Henrique: pode ( beijei sua testa) cuidado não se machucar.
POV MARÍLIA.
Todos sairam me deixando sozinha com a vagabunda mentirosa na sala, cheguei perto dela olhando bem pro seu rosto.
Marília: lembra da promessa de raspar seu cabelo? ( O medo se apossou do seu rosto) Bom ela vai ser realizada agora.
Vanessa: não faz isso comigo por favor.
Marília: cê tem sorte que cabelo cresce pois se eu tivesse falado pro meu barbudo arrancar sua cabeça ( abri um sorriso convencido) ele me entregaria ela em uma bandeja ainda hoje.
Vi suas lágrimas de pavor e tenho certeza que depois de hoje ela não vai ousar se meter mais comigo, raspei a cabeça dela devagar vendo ela chorar de soluçar e não me importei, essa mulher é uma cobra mentirosa e oferecida.
Marília: agora quando perguntarem quem raspou sua cabeça cê vai falar que foi a patroa que é uma patricinha e que ela não sente pena de pessoas como você entendeu?
Vanessa: sim.
Marília: acho bom mesmo.
Sai de lá e voltei pra sala de treinamento encontrando Maraísa conversando com o Henrique e me aproximei dos dois.
Henrique: cê matou ela?
Marília: ainda não só cumprir uma promessa que eu tinha feito pra ela ( abri um sorriso pra Maraísa).
Maraisa: você não raspou o cabelo dela? (falei rindo).
Henrique: minha loira tá perigosa demais (falei agarrando ela).
Marília: vou tirar a roupa de segurança e já volto pra gente ir embora.
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