cap 49

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Sabina Narrando

Hoje tenho que ir até uma fazenda próxima com meu irmão pra podermos vender um cavalo da nossa fazenda então neste momento estou no meu quarto me arrumando esperando pelo meu irmão que está arrumando o cabelo já a uma hora,não sei pra que isso tudo.

Depois de muita espera saímos de casa finalmente agora estamos em nossa caminhonete indo rumo a fazenda próxima de casa ao chegar no local tiramos o cavalo da carreira pra cavalos e vomos levando ele até o homem que já nos aguardava e ao olhar em seus olhos senti um calafrio ruim mais tento ignorar.

Steban:então esse é o cavalo e bonito(olha com desdém antes de segurar sua rédea)

Bailey:e o pagamento??

pergunta meu irmão sério

olho os olhos do cavalo e eles estavam vazios como se ele pedisse socorro mais ele não era o único os outros cavalos daquele  Haras estavam do mesmo jeito olho em volta sentindo um desconforto até que ouço uma voz em minha cabeça logo se tornam 2,3 até que a milhões de vozes pedindo por socorro o mais estranho era que aquelas vozes vinham daqueles animais,não só os cavalos mais também os cães,gatos,porcos,ovelhas tudo pedia por socorro..

Realmente vejo que estou louca

essas vozes começam a gritar em minha cabeça e coloco as mãos na minha cabeça que agora latejava de tanta dor e meu irmão ao ver minha situação pergunta preocupado

Bailey:está tudo bem irmã??

—vamos embora por favor

saímos dali voltando a caminhonete mais ao entrar fecho meus olhos e uma voz vem no meu consciente não qualquer voz mais a voz da mulher que foi a minha casa com aquele homem a semanas atrás

"":Volte agora...

Abro meus olhos sentindo os queimar agora e então sem mais nem menos abro a porta do carro e meu irmão me olha confuso sem entender

—fique aqui,não me siga.

saio do carro falando com a voz em minha cabeça

—*e quanto ao Bailey ele verá tudo.

"":eu cuido disso apenas faça o que deve

assinto tomando meu caminho em direção ao dono da fazenda e por onde passo vou abrindo as porteiras deixando os cavalos selvagens que ali estavam aprisionados contra a vontade enquanto o fazendeiro ao notar o que eu estava fazendo olha indignado vindo até mim com furia mas antes mesmo de chegar em mim ele é encurralado por cinco cães que o cercam enquanto rosnam pra ele

quando termino vou até o mesmo e olho pros cães mandando-os se afastar e assim o fazem.

—se voltar a aprisionar qualquer um desses cavalos eu vou voltar e tenha a certeza que nunca mais verá a luz do dia.

ele assente assustado antes de cair no chão desacordado então viro em direção a caminhonete escutando a voz na minha cabeça

*:obrigado

—*:só fiz o que devia fazer,Mamãe.

assim sigo meu caminho com os cavalos agora correndo de volta pra natureza agora livres vou até meu cavalo pegando sua rédea e o puxando com todo cuidado do mundo

—vamos pra casa bebê

coloco ele de onde nunca devia ter saído a não ser em sua casa e assim vou até a caminhonete

ao entrar na caminhonete meu primo me olha confuso

—vamos embora isso aqui não é ambiente pro Orion

Bailey:você é que manda

olho pros vidros todos embassados com a terra do redemoinho que com certeza um dos deuses criou e dá até vontade de rir mais me seguro enquanto os limpo pra Bailey conseguir enxergar a estrada.

Semi-deuses esquecidos Onde histórias criam vida. Descubra agora