Katrina Madson Jenner é a primeira modelo intersexual a se tornar uma das Angels da Victoria's Secret e a modelo mais bem paga do mundo, com um patrimônio líquido que a coloca entre as cinco mulheres mais ricas do planeta.
Em busca de um respiro da...
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Abril de 2025
Conduzi minha família pelos corredores da mansão até o segundo andar, onde estavam os quartos de hóspedes. Era um andar inteiro dedicado a isso, com quartos decorados individualmente, cada um mais luxuoso que o outro. Katrina achava que tudo precisava ser impecável para as raras visitas, e confesso que, às vezes, parecia exagero.
— Cada um de vocês vai ficar em um quarto. — Expliquei, enquanto os seguranças subiam com as malas.
— Cada um? — Minha mãe perguntou, surpresa. — Por que tanto espaço assim?
Henrique deu uma risada.
— Pra gente se sentir milionário por uns dias, né, mãe?
— Isso é um hotel, Rebeca, só pode. — Elisama balançou a cabeça, entrando em um dos quartos e olhando ao redor.
— Dá até medo de deitar na cama e estragar alguma coisa. — Igor comentou, enquanto jogava sua mala em cima de uma das poltronas chiques.
— Nada aqui estraga fácil, gente. — Disse, rindo, enquanto verificava se todos estavam bem instalados. — Mas, por favor, tentem não destruir nada.
Nesse momento, ouvi um barulho vindo do andar de baixo.
— Não, Axel! — Gritei automaticamente, já sabendo de quem era a culpa.
Corri até o corrimão para ver o que estava acontecendo. Axel estava correndo pela sala com uma bola de futebol nas mãos, enquanto desviava de vasos e esculturas caríssimas.
— Mamãe, eu tô treinando! — Ele gritou, sem parar de correr.
— Treinando? Você tá é quebrando a casa! — Falei, descendo as escadas o mais rápido que minha barriga permitia. — Solta essa bola agora, Axel!
Ele parou no meio do corredor e tentou fazer cara de inocente.
— Mas eu não fiz nada ainda…
Antes que eu pudesse responder, Simón apareceu, correndo na direção dele. Minha mãe, que vinha logo atrás, deu um grito e se escondeu atrás de Henrique.
— Minha filha, tira esse bicho daqui!
Axel, vendo a oportunidade, começou a provocar.
— Vai lá, Simón, pega ela! — Disse ele, rindo e apontando para minha mãe.
Simón soltou um rosnado baixo, mas o suficiente para assustar Dona Rosa ainda mais.
— Axel, para com isso agora! — Disse, cruzando os braços e olhando para ele com firmeza.
— Mas, mamãe…
— Sem mas! Simón, senta! — Ordenei, e o cachorro obedeceu imediatamente, deitando no chão como se nunca tivesse feito nada errado.