Um dia na The One

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Abril de 2025

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Abril de 2025

Conduzi minha família pelos corredores da mansão até o segundo andar, onde estavam os quartos de hóspedes. Era um andar inteiro dedicado a isso, com quartos decorados individualmente, cada um mais luxuoso que o outro. Katrina achava que tudo precisava ser impecável para as raras visitas, e confesso que, às vezes, parecia exagero.

— Cada um de vocês vai ficar em um quarto. — Expliquei, enquanto os seguranças subiam com as malas.

— Cada um? — Minha mãe perguntou, surpresa. — Por que tanto espaço assim?

Henrique deu uma risada.

— Pra gente se sentir milionário por uns dias, né, mãe?

— Isso é um hotel, Rebeca, só pode. — Elisama balançou a cabeça, entrando em um dos quartos e olhando ao redor.

— Dá até medo de deitar na cama e estragar alguma coisa. — Igor comentou, enquanto jogava sua mala em cima de uma das poltronas chiques.

— Nada aqui estraga fácil, gente. — Disse, rindo, enquanto verificava se todos estavam bem instalados. — Mas, por favor, tentem não destruir nada.

Nesse momento, ouvi um barulho vindo do andar de baixo.

— Não, Axel! — Gritei automaticamente, já sabendo de quem era a culpa.

Corri até o corrimão para ver o que estava acontecendo. Axel estava correndo pela sala com uma bola de futebol nas mãos, enquanto desviava de vasos e esculturas caríssimas.

— Mamãe, eu tô treinando! — Ele gritou, sem parar de correr.

— Treinando? Você tá é quebrando a casa! — Falei, descendo as escadas o mais rápido que minha barriga permitia. — Solta essa bola agora, Axel!

Ele parou no meio do corredor e tentou fazer cara de inocente.

— Mas eu não fiz nada ainda…

Antes que eu pudesse responder, Simón apareceu, correndo na direção dele. Minha mãe, que vinha logo atrás, deu um grito e se escondeu atrás de Henrique.

— Minha filha, tira esse bicho daqui!

Axel, vendo a oportunidade, começou a provocar.

— Vai lá, Simón, pega ela! — Disse ele, rindo e apontando para minha mãe.

Simón soltou um rosnado baixo, mas o suficiente para assustar Dona Rosa ainda mais.

— Axel, para com isso agora! — Disse, cruzando os braços e olhando para ele com firmeza.

— Mas, mamãe…

— Sem mas! Simón, senta! — Ordenei, e o cachorro obedeceu imediatamente, deitando no chão como se nunca tivesse feito nada errado.

𝐋𝐔𝐙, 𝐅𝐀𝐌𝐀 𝐄 𝐀𝐌𝐎𝐑 | 𝑹𝑬𝑩𝑬𝑪𝑨 𝑨𝑵𝑫𝑹𝑨𝑫𝑬Onde histórias criam vida. Descubra agora