Laya é uma garota que nunca teve a sorte de conhecer a mãe biológica e nem o pai. Ela foi abandonada no orfanato de londres "Lar dos Sonhos" com apenas alguns dias de vida .
Teve algumas experiências estranhas para ela, e era chamada de "aberração"...
— Oi sogrão – Mattheo diz cumprimentando Sirius que estava entrando em casa. Eu estava com Matias no colo, Theo e Pansy ainda não tinham vindo de viagem
— Oi Riddle – Papai tentou não demostrar amizade nem carinho com Mattheo, mas no fim abraçou ele. Quem diria que eles dois se dariam bem – Vocês tiveram um filho e não me avisaram?
— Não!! Esse é meu sobrinho, filho do Tom – Matias dá um sorriso ao ouvir o nome de Tom
— Realmente tem aparências do Tom
— Vem, eu fiz bolo de chocolate...não está tão bom quando o seu, mas está gostoso
Matias faz uns sons fofinhos
— É Matias, chocolate – O garoto bate as mãozinhas animado
— Então como esse bebê veio parar Aqui ?
— A mãe dele nos procurou e pediu ajuda pois não estava conseguindo cuidar dele
— Então como está indo a vida de casados?
— Ótima para falar a verdade
— Já souberam sobre o Harry? – olhei de relance para o Mattheo, eu sabia que ele não suportava Harry de jeito nenhum
— Não, o que? – perguntei um pouco curiosa
— Ele está namorando com a Weasley
— FINALMENTE – Olhei surpresa para Mattheo por ele ter gritado – Quer dizer...que legal. Já estava na hora do Harry desencalhar, sabe gostar de uma pessoa que pertence a outra é meio foda
— Como assim?
— Nada, sogrão, só pensando aqui.
— ah ele e Laya eram bastante amigos
— É, mas eu sou melhor, né sogrão?
— Eu quase não deixo você namorar com ela, mas..agora já aceito você como meu genro
— Eu sei que aceita, cachorrão
— Mattheo!
— Desculpa, quis dizer sogrão..
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Theodore e Pansy chegam em casa, quando eles dois entram em casa, Matias arregala os olhinhos animado
— Vamos conhecer seus novos papais – Peguei ele no colo e vi que Mattheo já estava atendendo eles na porta
— Entrem, ele está lá na sala com Laya
Theodore abraçou o Mattheo e veio quase que correndo para sala. Sorri para ele e sussurrei no ouvido do Matias
— Esse é seu novo papai
— É, sou seu papai – Theodore pegou ele no colo, dava para ver nos olhinhos dele o quão feliz ele estava com Theodore e o quanto Theodore também estava feliz com Matias
— E essa é sua mamãe – Pansy veio até os dois e acariciou os cabelinhos do bebê
— Oi pequeno Matias
Ele me olhou confuso, talvez ainda se lembra da mãe biológica dele
— Sim, essa é sua mamãe
Ele sorriu para Pansy e abriu os bracinhos pedindo colo. Pansy não pensou nem duas vezes antes de pegar ele
— Uau, ele é muito lindinho, tem os olhos verdes...até parecem com os meus
— Vamos dar entrada em um cartório para mudar a certidão de nascimento dele, para ele se tornar um Nott
— Que bom. Fico feliz em saber que o meu sobrinho vai ter pais tão bons – Diz Mattheo acariciando os cabelos do bebê – Ah e só avisando, ele acorda pela madrugada..então agora vai ser difícil para vocês fazerem filhotinhos
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— Finalmente a sós – Mattheo disse enquanto afundava o rosto na minha barriga. Estávamos deitado no sofá da sala
— Sim..vou sentir saudades do Matias
— Nós podemos vê ele sempre, a casa de Theodore não é nada longe daqui
— Tem razão..amanhã eu vou fazer uns exames, ok?
— Exames?
— Sim, só para saber se estou bem
— Tudo bem, vou fazer o almoço então
— Não vai para reunião de comensais?
— Não, não vai ter amanhã
— Por que?
— Pedi para remarcarem...amanhã quero ficar com você, descansando e tirando meu estresse
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Tinha acabado de sair da consulta, estava com muito sono por ter acordado cedo. O clima estava nublado, tinha quase que ninguém na rua.
— Bom dia, tia – Olhei para baixo e era uma criancinha loirinha, ela estava em cima de uma pequena bicicleta.
— Bom dia, princesinha – Acenei para a garotinha.
Continuei andando, tinha vindo andando por causa que se fosse com o carro Mattheo teria vindo junto comigo...e não quero que ele saiba a causa do exame. Percebi que vinha um carro vindo atrás de mim, olhei para trás e vi que o carro vinha quase estacionando.
Ele parou ao meu lado, meu coração parecia sair pela boca, não..por favor não
— Entra
A voz era rouca, provavelmente estava com máscara. Não posso..olhei ao redor e não tinha ninguém lá para eu pedir ajuda. Apertei a sacola do exame na mão e corri o máximo que pude
— SOCORROOO – Gritei desesperada e sem parar de correr, o que foi idiota da minha parte,o carro vinha bem atrás de mim – SOCORROOOO – Já estava com o rosto repleto de lágrimas. Olhei para trás e o carro não estava mais lá, continuei correndo ainda olhando para trás até que bati contra algo...senti o chão frio nas minhas costas e olhei para o lado
— Oi de novo, gatinha – O cara estava mascarado e vi o punho dele vindo na minha direção.