XIII

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Voltei o/ como estão? Como passaram o feriado?
Perdão pela demora, esse negócio de pensar em faculdade e futuro está acabando comigo.

Animadas para resident evil requiem?

Obrigada pelos comentários, pessoal. Sou muito grata, passo mal de rir com eles.
Boa leitura!!!! ♡♡♡
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Emily, me desculpe, querida
Você sabe como eu fico quando estou errada
E consigo sentir que estou me tornando
Alguém que eu não sou, então
Emily, me perdoe, podemos inventar tudo conforme agimos?
Tenho vinte e sete anos e não sei quem sou
Mas eu sei o que eu quero

— Emily I'm sorry, boygenius

O silêncio entre os três irmãos estava tenso demais. Moreau estava cochilando na sala de estar do castelo após umas bebidas e o restante aproveitou a oportunidade para resolver as coisas e ter a conversa que estavam adiando por semanas. Karl sentou-se em uma poltrona preta e abriu uma bebida, enquanto Alcina, sozinha, colocava alguns petiscos e sanguis virginis em algumas taças. Eram poucas safras que havia sobrado, desde que ela havia parado de contratar tantas empregadas que estavam dispostas a traí-la, ou, mulheres no vilarejo dispostas a ameaçar qualquer um deles. Então, nenhuma gota seria desperdiçada, por mais que Donna fosse a única a evitar a bebida por algum tipo de devoção à parceira.

— Bem, agora que estamos nos resolvendo, eu preciso perguntar. — Karl ajustou o corpo na poltrona e se virou diretamente para Donna, que estava tensa e o rosto escondido no véu. — Donna, o que diabos você está fazendo?

Donna suspirou alto, as mãos tremendo sobre o colo enquanto ela buscava alguma resposta, mas não tinha nada além da verdade.

— Eu preciso saber. Eu preciso ter a paz de descobrir como tudo aconteceu. — Donna respondeu sinceramente, os olhos baixos para o chão. — Eu não tenho nada.

— Se a querida mãezinha estiver envolvida, você acha mesmo que ela se colocaria em risco dessa forma? — Karl perguntou um pouco mais alto. Alcina o encarou de forma dura e ele recuou, suspirando. — Peço desculpas. Isso apenas não faz sentido. Você sabe como ela mentiu para todos nós. Sobre como ela manipulou Alcina prometendo a cura do sangue e ventre. 

— Tudo se encaixa, Karl. — Donna finalmente ergueu o rosto oculto pelo véu e encarou o irmão. — Eu quis acreditar que era tudo mentira, mas os fatos… os comportamentos, estão todos ali.

— Eu acho que é um erro, Donna. — Lady Dimitrescu disse suavemente, como se estivesse falando com uma das filhas. — Mãe Miranda se fortalece com nossas fraquezas. Você tem o que queria, uma mulher que ama e ela tem interesse pessoal. Ela está usando o seu maior desejo por respostas para te enfraquecer e pegar o que quer.

— Você está colocando Ava em perigo. — Karl completou, a voz soando mais grossa. — É isso que Alcina quer dizer. Ela vai te afetar o quanto der com os documentos e diários e quando você vacilar e se perder na própria dor, ela vai pegar Ava para transformar em um recipiente para a filha querida. Ava tendo um tipo de imortalidade ou ligação com megamiceto, não a fará invencível para qualquer coisa que Miranda tente. É egoísmo, Donna. 

— Eu amo Ava, eu nunca deixaria-

— Ama mesmo? — Karl interrompeu com uma pergunta. — Você acha que esconder as coisas dela, deliberar informações sobre ela para quem a mataria hoje na primeira oportunidade é um sinal de amor? Me parece egoísmo puro, Donna. Ela nunca vai te perdoar por isso. Você sabe que ela ainda tem dificuldades de esquecer o que fizemos com a família dela.

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⏰ Última atualização: Feb 18 ⏰

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