*O EPÍLOGO FICARÁ POSTADO POR UMA SEMANA, SENDO RETIRADO E FICANDO A HISTÓRIA NA ÍNTEGRA ATÉ A VENDA DO LIVRO, DA MESMA. ENTÃO, APROVEITEM!*
*O primeiro livro da série segue sendo vendido na Amazon e pode ser adquirido gratuitamente no plano unlimited*
*Mô Doces, desculpa a demora mas essa fase de recuperação é meio chata. Prometo regularizar quando tirar os pontos!
Por Thomaz
Eu estava irritado, sim. E não era de hoje. Eu dava patada em todo mundo, não tive tato para conversar com investidores e acabei deixando, pela primeira vez, tudo nas mãos de Gustavo. Eu não tinha sossego e sabia bem o porquê de estar daquele jeito.
Ela. Sempre ela. Como conseguia ser tão necessária e irritante. O pior de tudo era o jeito frio que me ignorava não dando o braço à torcer. Eu estava acostumado com mulheres dando escândalos, cobrando porque é assim que mulher é, não é? Parece que não. As mulheres não são iguais. Pelo jeito sou eu quem tenho um padrão.
O silêncio dela desde o almoço que ela estava toda sorridente para aquele galãzinho, estava me corroendo. Eu não estava errado! Ela me trocara para ficar com aquele cara. Porra, que bela importância ela dá à nossa amizade, hein!
E ainda por cima achou que eu transaria com Alicia. A verdade é que já havíamos transado antes do almoço e depois da reunião. Em pé, encostados na porta do seu quarto. A coloquei de costas e abri minha calça, tendo tempo só de colocar o preservativo e me enfiar nela enquanto enroscava meus dedos em seus cabelos cacheados e meti fundo, mordendo ombro, estapeando coxa e sentindo o suor escorrer pelo meu peito.
Descemos logo depois e então aconteceu aquela merda de almoço. Deixei Alicia no elevador, não subi e segui para minha casa pensando em como imaginei Mariana de quatro para mim. Inspirei fundo lembrando do seu cheirinho de flores e daquele jeito prepotente de me desafiar falando a verdade na minha cara.
Alicia me ligou naquela noite e no dia seguinte, mas eu dispensei e ela não voltou a insistir. Eu não ia conseguir transar de novo pensando em Mariana. Era sujo e desonesto. Eu nunca me senti tão mal em toda minha vida. Era pra ter sido apenas sexo. Mas foi o meu desejo por ela que estragou tudo.
Na cozinha, pela manhã, Penha me olhou torto quando me deu a caneca de café e apontou com a cabeça a lata de lixo transbordando garrafas de cerveja, que entornei naquela noite maldita. Preferi ficar calado porque além de maltratado, eu havia acordado muito irritado. Com meu estado deplorável e com o que Mariana tinha me feito fazer. Dirigi feito um zumbi até o escritório e pedi a Graziela que passasse todas as ligações direto para Gustavo.
Meu dia só começou a ficar um pouco melhor depois que encontrei meus pais para almoçarmos juntos no hotel em que Mariana estava hospedada. Teríamos outra reunião ali porque ainda não tínhamos decidido a quem entregaríamos a cozinha do lugar. Inauguramos o local, mas sem um nome forte assinando o nosso cardápio.
Dessa vez os projetos foram, graças a Deus ou não, apresentados por dois homens. O primeiro era estrangeiro e já tinha alguns restaurantes espalhados pelo país; o outro era brasileiro e iniciante, mas muito competente e cheio de vontade. Gostei da apresentação dele. Parecia mais simples e objetivo.
Eu já não agüentava mais ouvir falar de comida e de estratégia, de coquetel e bebidas. Só precisava descansar. Eu podia voltar para casa, ainda não era muito tarde, mas eu pegaria um quarto e passaria a noite ali no hotel. Talvez esbarrasse "sem querer" com Mariana no restaurante e pudéssemos conversar durante o jantar. Passei na recepção, abri a vitrine e peguei a chave do quarto que sempre fico e subi.
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Doce Surpresa, livro 02
RomanceDEGUSTAÇÃO DO LIVRO. DISPONÍVEL PARA COMPRA NO LINK: https://www.amazon.com.br/dp/B0BXMN9M28?ref_=cm_sw_r_mwn_dp_64F8C5D3S733P22TCK6J Ele era egoísta. Ela era generosa. Ele queria tudo para si. Ela dava tudo de si. Mas ela queria gozar. Ele queria...
