— Matthew, promete que vai nos ligar? — mamãe disse pegando sua enorme mala em cima do sofá.
— Sim mãe, eu vou. — revirei os olhos. — Vou ligar todos os dias. — menti.
— Vamos, já estamos atrasado. — meu pai disse. — Tchau, Matt. Se cuide.
— Tchau amor da mamãe, nós já voltamos. — ela passou o polegar sobre minha bochecha e seguido me deu um beijo. Com meus pequenos olhos vi meus pais desaparecerem com o carro. A neve os tapou em poucos segundos, senti um alívio em saber que agora eu poderia fazer o que eu quiser sem eles para dar pitaco. Fechei a porta e em poucos passos fui até o banheiro e tomei um banho rápido, eu preparava algo hoje. Fechei o registro me enrolei na toalha, caminhei até meu quarto e me sentei na cama. Peguei o celular e fui até meus contatos deslizando meus dedos até achar seu nome.
— Alô? — disse calmamente.
— Alô, Matt, é você?* — ela disse meio sonolenta.
— Amor, estava dormindo? — perguntei, mesmo sabendo a resposta.
— Ah, sim, estava. Mas por que me ligou?* — me perguntou bocejando.
— Queria te convidar para dormir aqui em casa, meus pais foram viajar.— disse sem pausas, queria muito que ela visse.
— Vou falar com minha mãe e já te aviso.* — senti a linha sendo silenciada, mas ela não tinha desligado. — Amor? Está aí? — fiz-me de idiota, depois de dez minutos ela retornou.
— Matt, meu pai vai me largar aí em quinze minutos*. — pude sentir seu sorriso sem graça do outro lado da linha. — Tudo bem?* — Claro, contanto que você chegue aqui. — brinquei, nós rimos. — Vou desligar, até.
— Até.* — foi silenciada a chamada. Levantei-me da cama e fui até meu closet, peguei uma cueca e a vesti, apesar do tempo lá fora estar frio, aqui dentro eu me mantia com calor, algo raro. Borrifei um pouco de perfume em meu pescoço que automaticamente foi para meu peito, passei as mãos em meus cabelos molhados e senti pingos caírem no chão. Os sequei um pouco com a toalha, permanecendo só úmido, desci aquelas enormes escadas brancas e me atirei no sofá. Zapeei os canais que tinham na minha televisão esperando Kate chegar, depois de alguns noves minutos, a porta foi-se aberta e aquela obra-prima entrou dentro de casa. Me levantei e fui em direção abraçá-la, a mesma largou a mochila e envolveu seus braços em meus ombros fazendo pressão neles. Ela colou seu nariz em meu pescoço e inalou, fazendo-me largar pequenas risadas. A levantei um pouco do chão por conta do abraço e ficamos assim por um dois minutos sem dizer uma palavra. — Eu amo quando você usa esse perfume. — ela sorriu docilmente para mim. — Então você me ama todos dias. — virei-me em sua direção.— Toda hora também. — ela riu e se atirando no sofá. — Quer comer alguma coisa? — eu a perguntei. — Não, mô. Tô sem fome. — Kate fez sinal para eu sentar do seu lado. — De quê? — ela perguntou olhando meus olhos.— De uma coisa deliciosa. — meu tom de malicia foi ativo.— Ah é? — maliciou também.— Mas eu queria comer no quarto. — mordi meus lábios. — Então... sobe. — ela pegou minha mão e se levantou. Ela segurava minha mão com força, suas unhas com esmalte preto quase cortavam minha pele. Isso me excitava demais. Quando estávamos no penúltimo degrau, eu a agarrei por trás e a tasquei um beijo. Kate soltou um pequeno grito mas logo concordou em estar com seus lábios nos meus, ela segurou meus cabelos e afundou mais meu rosto no seu. Cambaleamos até a porta do meu quarto e a arrombamos na mesma hora. Deitei seu corpo na cama e subi por cima, minha corrente que estava pendurada em mim foi pega por suas mãos que trouxe seus lábios até os meus. Kate tirou sua blusa de seda e mostrou seus seios fartos coberto pelo sutiã de renda preto, um fogo subiu em minha espinha. Voltamos a nos beijar e agora, enquanto explorava sua boca, apertava levemente seus seios fazendo a mesma afar um pouco. Desci meus beijos até seu pescoço seguido de ombro, enquanto brincava com isso, senti suas calças escorrerem até o chão. Deixava meu rastro de saliva no seu ombro e ia descendo meus beijos até sua linda barriga. Ela se deitou na cama e esperou meu ato, segurei sua anca com as mãos e beijei umbigo. Eu a amava mais que tudo, eu a queria. Sua calcinha vermelha já estava molhada, sua umidade deixava meu pênis latejando. Eu a tirei e pude apreciar seu clítoris pronto para minha língua. Passei meus dedos e suas pernas se contraíram em choque, abri um sorriso satisfatório e direcionei minha boca para lá. Minha língua passou por toda sua extensão e um gemido fraco saiu de seus lábios. Abri mais suas pernas e acelerei meus movimentos com a língua, fazendo ela agora gritar meu nome. — MATTHEW! — Kate impulsou seu corpo para frente. Minha língua circulava em seu clítoris, seguido de meus lábios o chupando. Isso levava ela a loucura, eu sabia que gostava. Enquanto a chupava levei minha mão até seu seio e o agarrei com força, ela gemeu de dor e prazer. Seu pré gozo saiu caindo em minha boca e eu parei os movimentos. Tirei minha cueca e passei em sua entrada, seguido a cabecinha do meu pênis no seu clítoris. Assim ficamos nessas torturas loucas até que ela implorou e eu entrei sem nenhum medo. Um grito ecoou sobre as paredes do quarto. Ela era muito apertada, eu precisava de tempo para faze-la se dilatar, então, comecei com movimentos calmos e depois de sentir que poderia entrar por inteiro, aumentei a velocidade e já podia se ouvir seus gemidos pelo quarto. Meu pênis entrava e saia de sua vagina sem dó, já podia ver o rastro de sangue em cima dele. Botei meu peso em cima dela e beijei seus lábios sabor de morango, ela agarrou meus cabelos e gemeu meu nome no meu ouvido. Isso foi o passe para eu querer destruí-lá aqui nessa cama. Saí dela dela e a fiz ficar de quatro, estalei um tapa na sua nádega esquerda e meti meu pênis roxo de tesão no seu anus. — OH MY GOSH! — mais um grito. Dessa vez eu não esperei ela se acostumar, entrava e saia sem dó. Coitada, ficaria arrombada. Segurei seus braços com força e meti com mais força meu pênis. Ela gritava meu nome e quando tirei meus dedos de seu pulso, pude ver a grande marca vermelha. Isso se tornaria roxo, com certeza! Eu estava quase gozando e sem tirar de dentro dela, gozei. — Precisamos mais isso. — ela sorriu maliciosamente.
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Imagine | Old Magcon
FanfictionSão apenas alguns imagines, histórias curtas & mini imagines de todos os integrantes da Old Magcon. (Incluindo Sammy Wilk e Nate Maloley) ⚠ A MAIORIA DOS IMAGINES NÃO SÃO DE MINHA AUTORIA!! FORAM ENCONTRADOS NUM ANTIGO SITE DE FÃS DA MAGCON, OUTROS...
