- Bom dia, amor. - Ele sorriu para mim e me olhou de baixo a cima. - Adoro quando você está enrolada nessa toalha. Minha imaginação voa longe.
- Joseph... - Minha voz falhou e eu tive que limpar a garganta para falar. - Eu tenho que trabalhar.
Joseph olhou no relógio.
- É, tem sim. Eu te levo. - Joseph sorriu e se levantou. - Mas antes, eu quero matar a saudade e ver você enrolada nessa toalha... - Joseph veio andando até onde eu estava e desenrolou a toalha do meu corpo, fiz força para segurá-la, mas ele apenas sorriu, fazendo meus esforços serem em vão. Fechei os olhos com força quando ele tocou minha cintura. Era pra eu estar me derretendo e esfregando meu corpo no dele, mas a única coisa que eu consegui sentir foi nojo, porque a imagem daquelas mulheres o chupando vieram a minha cabeça.
- Joseph, não... - Protestei quando ele tocou o alto das minhas coxas, pressionando meu sexo.
- Não? - Joseph sussurrou em meu ouvido. - Isso aqui é meu. - Ele pressionou com mais força. - Você. É. Minha. - Ele mordeu minha orelha e quase vomitei meu café da manhã.
- Joseph, acabou. - Tentei empurrar a mão dele inutilmente. - Eu não sou mais sua. Eu não quero mais nada. Você fez sua escolha... Me deixa em paz. - Empurrei a mão dele com mais força e tive o vislumbre do ódio em seu olhar quando abri a porta do meu quarto e peguei minha toalha no chão. Gritei quando ele empurrou a porta do quarto, fazendo-a bater com força na parede. Senti meu coração bater com tanta força que doía.
- EU DIGO QUANDO ACABOU, CLAIRE. - Joseph me agarrou pelos pulsos e me jogou na cama. - E eu ainda sinto um tesão do caralho em você, amor. - Ele segurou meu cabelo e sorriu. - Eles estão bem maiores. - Seu sorriso queimou meus olhos e senti lágrimas escorrerem pelo meu rosto. - Não chora, meu amor. Não chora...
Joseph fez carinho no meu rosto com uma mão, enquanto abria a calça com a outra. Debati as pernas e então ele ficou de joelhos, as abrindo o máximo possível. Olhei para baixo e vi que seu sexo já estava para o lado de fora e então gritei. Gritei o mais alto que minhas cordas vocais permitiam.
- Pode gritar. Seus vizinhos não estão aqui e eu só estou tomando o que é meu. - Engasguei com o choro quando ele entrou em mim de uma vez, fazendo-me sentir uma dor que eu nunca tinha experimentado. Ele escondeu o rosto entre meu queixo e pescoço e eu virei o rosto. Vi que meu celular estava em cima da mesa de cabeceira e o peguei, fazendo o menor barulho possível.
- Caralho, Claire... - Ele aumentou o ritmo, fazendo minha dor aumentar. - Você é sempre tão gostosinha...
Procurei o número de Brennan e liguei. Vi na tela quando ele atendeu e então falei para Joseph.
- Por favor, Joseph... Não faz isso... Está doendo, eu não quero isso, por favor... Por favor...
- Está doendo? Mas está tão gostoso... Tão apertado. - Ele gemeu e aumentou o ritmo, fazendo gritos escaparem da minha boca. Ele continuou impetuoso, machucando cada vez mais, apertando meus seios, barriga e perna com mais força que o normal e eu não tive nenhuma reação a não ser gritar e implorar para ele parar. Tudo ao meu redor ficou escuro quando Joseph virou-me de bruços e me penetrou de uma vez só por trás.
Não sei quanto tempo levou, podem ter sido horas, ou apenas minutos, mas finalmente o peso de Joseph saiu de cima de mim e a única coisa que vi foi Brennan o jogando contra a parede e então, fui engolida pela escuridão novamente.
***
Quando acordei, foquei o teto branco e imaculado. Tentei movimentar as pernas e uma dor forte me atravessou, parecia que eu estava sendo rasgada em duas. Gemi baixo e senti alguém segurar minha mão. Olhei para Brennan e ele estava com os olhos vermelhos, me encarando. Seu rosto demonstrava dor e senti meu coração doer também. Lembrei de tudo que aconteceu. Lembrei de cada palavra de Joseph e não consegui segurar as lágrimas.
VOCÊ ESTÁ LENDO
Bem Próximo
RomansaPLÁGIO É CRIME! Claire sempre viveu as sombras de Joseph, seu namorado conquistador e cruel, privando-se de suas vontades para estar sempre ao seu lado, acima de tudo, acima de todos. Até que finalmente leva um “choque de realidade” depois de cinco...
