Já sentiu a sensação de que se colocar o pé para fora da cama, será arrastada por um monstro debaixo dela?
Geralmente, sentimos isso na infância. Mas comigo? Desde os dezoito anos eu soube que o monstro debaixo da minha cama, dormia há alguns quarto...
ANTES QUE PENSEM QUE EU TO LOUCA E POSTEI CAPITULO SEM QUERER: Eu havia feito um tipo de meta no Spirit, que dizia que assim que a fic chegasse a 150 FAVS eu iria postar um Bônus do Kit. E CHEGAMOS, BABY
THEY CALL YOU CRY BABY, CRY BABY BUT YOU DON'T FUCKING CARE, CRY BABY, CRY BABY.... (To ouvindo esse hino enquanto posto kakakaka) OIIIIIIIIIIII BRASEELL <3 Como prometido, o tão sonhado - por mim - capítulo de Christopher N. Blanche:')
QUERIA AGRADECER AOS 151 FAVS E AS QUASE 6MIL VISUALIZAÇÕES 😍😍😍 to virando cardíaca jaja
Antes de começar o capítulo, SORRY O EDIT MEIO BLAH DO KIT, e sim; Kit Harington foi minha inspiração na aparência do Kit rs
Bjsss
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Narrator's P.o.V
Washington DC — UEA.May09. 2017.12h09min.
Prison.
Eram quase meio dia e meia, o sol da Capital era escaldante. Um vento que passasse, já estava de ajoelhar.
Odeio o clima de Washington. Kitten praguejava.
Mas o moreno reclamava de boca cheia, por assim dizer.
Com ajuda de seus "amigos", conseguira até mesmo uma cela com ventilador e TV. O banheiro era higienizado e haviam mais de 2 peças de roupas num pequeno armário. O malandro tinha a comida dada na cela. Um belo presente de um deputado amigo.
À essa hora, todos estavam almoçando e Kit acabara de comer um filé de frango com verduras. Enquanto os presos comiam a gosmenta marmita de cada dia.
Deitado na cama confortável, Kit pensava em como estava sua mulher. Sim, sua mulher. Delilah era sua! Somente sua. Só o pensamento dela nos braços de outro já enlouquecia o Blanche. Quantas saudades, amor.
Kit pensava na sua filha também. Em como sua bonequinha devia estar morrendo de saudades suas, o quão bonita ela deve estar ficando durante essas semanas. Será que ela perguntava dele? É claro que sim, sou o pai dela. Respondera a si mesmo.
Mas a verdade era que June mal perguntava. Para a menina, seu pai estava em uma de suas longas viagens.
E sim, June ainda ama o pai. A pequena, apesar de ser superdotada, ainda tinha sua inocência pelo pai.