Amizade pela natureza

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(Patrick)
  Eu sempre amei viver no campo em meio a natureza com tinha tia avó Lúcinda e hoje é um dia muito especial pra mim, pois é o meu aniversário de 18 anos.

Com o sol já nascendo e o dia já estava tão lindo, resolvo sair pelas trilhas da florestas pra colher frutas e ervas, para o café da manhã e claro pro meu aniversário.

[...]

   Voltando pelo caminho de volta pra casa com a cesta cheia noto que um jovem cervo sendo perseguido por caçadores, então resolvo ajuda-lo. Vou até onde ele está e então ao animal:

- Venha comigo vou ajudar você .

Após isso o animal selvagem caminha em minha direção, daí caminhamos pelas trilhas até minha casa.

Entro em casa e vejo minha avó a minha espera, daí digo a ela:

- vovó, aqui a cesta cheia da frutas e ervas, e... tem um Cervo lá fara - falo sorrindo

- Obrigado,... pera aí tem um Cervo lá fora, você trouxe ele pra cá?- Pergunta Lúcinda.

- Sim, é que caçadores queriam matar ele, então ele poderia ficar aqui ? - pede Katlin

- Bom, se ele ficar na fora e sem nada que prenda ele sim. - fala Lúcinda

- Ebaaaa, obrigado vovó, vovó você lembra que dia é hoje hein? - pergunta Katlin

- Uhhh, pera aí, não é o aniversário da minha meninha linda Katlin - fala Lúcida

- Simmmm, exatamente é o meu aniversário

...

(Katlin)
- Querida, aqui está. -Ela se levanta da mesa do café, vai até o armário de costuras e volta rapido, sorrindo.
- Feliz aniversário! - Ela entrega a Katlin um pacotinho pequeno, porém notavasse o amor em seus olhinhos brilhantes.
- Obrigada vovó! - Diz ela dando um abraço carinhoso e uma beijoca na bochecha da velhinha que fica extasiada de felicidade.
- Minha Deusa! - Diz Katlin, abrindo o pacote e encontrando um par de brincos verde água. Eram esmeraldas. Ele era lindo! Em volta era de prata e a pedra brilhava muito.
- Esse brinco era de sua bisavô. Ela ganhou da mãe dela quando fez 18 anos e me deu quando eu fiz também. E eu entteguei a sua mãe , queria que ela estivesse aqui para lhe entregar...  mas o amor é o mesmo! - Disse ela não aguentando as lágrimas.
- Oh vovó! Assim eu chorro também. - A garota abraçou a vó e ali ficou até que a senhora de idade se acalmasse.
- Venha querida, tomemos nosso café da manhã. - A senhora a convidou para se sentar a mesa.

       As duas compartilhavam da refeição com uma mesa simples: pão caseiro, geléia de morango e de abóbora caseira, cafézinho fresco e manteiga artesanal.
    Quando ouvem um barrulho na porta. Com o coracão na mão, Katlin decide ir ver quem era e confrontar, pois ela era dessas que enfretava os desafios.
     Pé ante pé ela seguia em direção a porta que batia. Sua vó tremia na cadeira e quando a garota levou a mão na maçaneta, girou-a rápido abrindo.
- Há! É VOCÊ?! - Disse ela aliviada, era o cervo que ela salvou. Ele provavelmente sentia o cheiro de comida.

     A garota separou duas cenouras, um pé de alface e colocou em uma travessa levando para ele. O animal embra fosse selvagem, parecia agraciado pela bondade da humana. Ele comia feliz da vida, a garota deixou a porta aberta e voltou a mesa, onde terminava sua refeição feliz. Sem imaginar que os caçadores não haviam desistido, eles estavam seguindo os rastros de barro da pata do animal na lama.

- É hoje que teremos um almoço digno! Vamos! - Dizia o pai, apressando o paço enquanto segurava sua pistola, acompanhado dos dois filhos de dezoito anos.

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