Capítulo 33

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Tô postando antes de chegar no mato. Kkkkkkkkkkkkkkk rindo de desespero.

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Eu estava tão nervosa, que eu sentia, bem lá no fundo do fundo. Eu sentia que Skeet iria tocar meu pau outra vez.

Mas dessa não era para me ajudar.

Eu apenas espero que urologistas não lidem com esses negócios de bisturi...

Andamos até uma porta que eu realmente nunca havia entrado, e Skeet não demorou a se sentar em um sofá, abrindo espaço para eu sentar ao seu lado logo em seguida.

- Eu quero que seja sincera ao me responder, tudo bem? - Assenti lentamente, franzindo meu cenho. - Vanessa... não costuma fazer certas coisas por motivos pessoais...- Engoli em seco e concordei. - Eu não quero saber disso por curiosidade, nem quero que pense que vou fazer algo-

- Ela me contou a história.

- Contou?

- Sim, senhor Skeet. - Respirei fundo e me ajeitei no sofá. - O senhor sabe que antes de tudo acontecer, ficamos um bom tempo descobrindo uma a outra. Bom, ao menos agora está sabendo. - Ele assentiu. - Então ela me contou... um certo dia.

- E vocês chegaram a transar? - Abaixei minha cabeça e corei, ouvindo a risada baixa de Skeet. - Não é uma pergunta que eu deveria fazer... mas eu sou o pai da Vanessa, e eu não quero saber como fizeram isso. Eu quero saber como ela reagiu, pois eu me preocupo. Ela nos conta tudo quando perguntamos. Eu só queria ter certeza... pois ela odeia quando eu lembro do que aconteceu. Ela diz que passou, mas eu sei que não é bem assim. Eu conheço minha filha, e eu sei que mesmo que ela diga 'Está tudo bem', não vai estar completamente. Você pode ver isso, e era o que eu queria que me contasse. - Assenti. Okay, era realmente justo.

- Bom... na primeira vez...- Skeet cerrou os olhos e sorri amarelo. - Na nossa primeira vez, ela realmente estava com receio, mas não desistiu. Quis ir até o fim e eu aceitei. - Ele assentiu. - E da segunda vez, foi. não sei... diferente. Ela estava realmente contente com aquilo e...-

- Okay, entendi. E as outras vezes?

- Foram só... duas. - Afirmei. Skeet assentiu e suspirou.

- Mas vocês se protegeram? Você tratou ela-

- Eu não quero arriscar magoar a Vanessa agora, nem nunca. Eu vou ter a certeza de que quando for hora para evoluirmos nossa relação, isso vai acontecer. Eu estou dando um passo pequeno comparando ao que eu... sinto pela sua filha. - Skeet sorriu e assentiu. - Eu cuido de mim mesma, mas eu nunca vou me esquecer de cuidar dela, pois agora ela tem uma parte de mim...- Suspirei, ao que meu sogro assentia lentamente.

- Então ela está melhor sobre esse trauma?

Ela está maravilhosa... sogrinho...

- Uh, sim.

- Okay. - Ficamos em silêncio por algum tempo, e logo Skeet sorriu. - Você não fica... machucando a Vanessa... ou se empolgando quando...? - Arregalei meus olhos, e ele fez uma feição séria. - Se a Vanessa avisar minha esposa que sente alguma dor, eu vou primeiro preparar a mesa cirúrgica do meu escritório. Depois vou tirar seus rins e vender no mercado negro. E pode ter certeza de que todo o resto do seu sistema excretório vai junto.

- Eu vou me manter quietinha... no meu cantinho... acucurada. - Avisei. Skeet riu e logo ficou em pé, me dando a mão para levantar também.

- São ameaças verdadeiras que só vou usar se você algum dia decepcionar minha família. Fique bem conosco, e seus rins ficaram com você. - Disse sorridente. Acabei arregalando os olhos. Porém logo fui abraçada pelo homem, que soltava uma risada melodiosa. - Eu te dou minha permissão. Na verdade, eu queria que Vanessa ficasse com alguém como você. É uma boa garota, e tem uma boa mãe. - Sorri concordando e Skeet afastou o abraço, porém não soltou meus ombros. - E se precisar de um pai, pode confiar em mim. Eu estou muito feliz pelas duas. - Fora nesse momento, que meu sorriso foi de canto a canto. Meus braços passaram ao redor do pescoço do homem mais velho, e ele retribuiu o gesto de forma apertada, me fazendo rir ao que eu fora levantada.

Duas batidas foram ouvidas na porta, e logo a cabeça de Vanessa apareceu, me fazendo suspirar ao que seu sorriso aparecia.

- Oh céus, já achei que estava ficando viúva, mas era apenas Madelaine rindo. - Vanessa disse, fazendo Skeet rir. Minha namorada caminhou até nós, e logo já estávamos em um abraço triplo e apertado, onde Skeet nos esmagava contra seu peito. - Eu não sei onde tem mais imagens e representações de pênis... nessa salinha, ou na loja de Nathalie.

- Com certeza nas calças de sua namorada tem a soma do tamanho de tantos pênis. Filha, eu já toquei. - Vanessa riu e beijou a bochecha do próprio pai. 

- É de família. - E então pegou minha mão e me puxou, gargalhando ao ouvir Skeet exclamar seu nome completo, já na salinha onde não estávamos mais.

- Ele vai tirar meu pinto fora! - Exclamei mais baixo, ouvindo Vanessa gargalhar enquanto nos trancava no próprio quarto.

- Meu pai está feliz com isso. E eu também estou.

- Você ouviu nossa conversa? - Ela mordeu o lábio inferior e sorriu, logo assentiu.

- E eu queria te dizer que eu te amo muito. Você não precisa ter medo de me tocar, nem pensar que eu não gosto, pois quando se trata de você, eu sei que se eu pedir você para, e agora sabe que se eu não pedir, é porque quero que continue. Eu te amo de verdade, tipo... muito... a partir de hoje... você tem o que quiser de mim. - Sorri e acabei desviando meu olhar, enquanto corava. Ela segurou meu rosto e virou na direção do seu, me fazendo notar seu leve sorriso.

- Você me deixou sem graça. - Ela mordeu o lábio inferior.

- Por quê?!

- Porque tudo que eu mais queria era você só para mim. Eu queria cada parte sua...- Delicadamente beijei os lábios dela e Vanessa sorriu. - Agora eu não tenho querer. Eu te tenho. - Vanessa passou os braços ao redor do meu pescoço e escondeu cabeça na curva do mesmo, me fazendo sorrir, enquanto eu deixava um beijo em sua testa. - E você não faz ideia de quão feliz estou por isso. Eu te amo Vanessa. Muito. - Ela riu e aproximou nossos rostos, me dando um beijo de esquimó antes de selar nossos lábios lentamente.

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𝐰𝐢𝐬𝐡𝐞𝐬 • 𝐦𝐚𝐝𝐧𝐞𝐬𝐬𝐚 [𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐬𝐞𝐱𝐮𝐚𝐥]Onde histórias criam vida. Descubra agora