Pov Camila
Foi difícil aceitar no que meu mundo reverteu-se mais não tive escolha. Lauren Jauregui tratou de escolher por mim. Privando-me de tudo e todos de que gostava, e o pior de tudo era que eu sentia pena dela agora.
Como se suas atitudes macabras pudessem ser justificadas, só porque ela era uma pobre alma infeliz que viu o lado sombrio da vida. Em contrapartida muita gente libertava-se disso tudo e fazia algo de suas vidas, mas a maioria... sucumbia que nem Lauren.
Nesta ordem de pensamento na manhã seguinte quando Marta veio deixar o pequeno-almoço levantei da cama decida em por o branco no preto com Lauren e saber realmente quais eram suas intenções comigo, porque estava claro por ontem a noite que na verdade ela não me queria fazer mal.
Bem humilhar-me: sim. Fazer de minha vida um inferno: sim. Mas não ao ponto de matar-me ou violar-me como eu pensei que ela pudesse fazer. Será que não eu não me estava aldrabando,desenvolvendo a Síndrome de Estocolmo? Não... será?
Enfim, isso não importava. Eu só queria poder ter um pouco de paz nesse inferno e descobrir quando isso iria acabar, porque não era possível que Lauren quisesse manter-me aqui para sempre.
De algum jeito louco consegui convencer-me que aquela mulher que conheci no porquê de divertimento não podia simplesmente apagar da face da terra. Lauren não era tão boa atriz assim, nem tão psicopata. Acho eu.
Além de que ela dizia que fazia isso tudo por sua família que Shawn machucou. Outro X dessa equação que eu não desvendava. Será que meu irmão era capaz mesmo de matar uma mulher inocente, como Lauren afirmava. Eu sabia que seu trabalho envolvia morte e tudo mais, mas só para os vilões da parada. Então onde isso deixava-me.
Clareando meus pensamentos sondei Marta para descobrir que a desgraçada tinha deixado a ilha e ido tratar de negócios, seja lá quais eram. Coisa legal não deveria ser, mas isso pouco importava. Assustava-me como estava cada vez mais não ligando para as conexões ilegais que Lauren tinha com o submundo, sem mesmo saber o que ela fazia lá.
E se ela fosse uma assassina, uma traficante de órgãos ou algo pior! Realmente isso mudaria algo...? Não sei, mas custava muito acreditar nessas coisas, eu só esperava que estivesse certa e nada disso fosse real. Preferia mil vezes que ela fosse daquele tipo de bandida que lidava com drogas, tráfico de armas ou vendas de artigos exorbitantes no mercado negro que as possibilidades em cima.
Mas - espera só um segundo. Que merda estava eu pensando?! Bandido era bandido. Não importava o ramo de escolha. Céus, como o mundo dá voltas! Mas algo em Lauren... não sei como explicar... depois da noite que tivemos algo mudou minha concepção dela e...
Suspirei, não me querendo maltratar com isso. Por enquanto era melhor deixar quieto. Meu papo com Marta continuou e foi quando ela convidou-me a dar um passeio a praia, insistindo que eu não era uma prisioneira.
Eu aceitei. E uma semana depois já nem parecia que eu estava numa prisão, dava isso como umas férias bem merecidas. E aproveitei ao máximo o solzão do paraíso. Custava-me dizer, mas estava divertindo-me a bessa.
A ilha se olhada de uma outra perspectiva era paradísica, tinha tudo para proporcionar-te umas óptimas férias - menos liberdade. Esquece isso. E o melhor era que pelo menos dentro da ilha podia explorar a vontade, ninguém proibia-me nada.
Tentei procurar por uma linha de comunicação com o mundo exterior, mas em vão. Se existia algum meio de comunicação com o mundo exterior nessa ilha então só podia estar lacrada a sete chaves no escritório ou quarto de Lauren. Território proibido a mim sem a presença da respectiva dona. Mas enfim, decide ficar em alerta e continuar curtindo as férias.
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A Grande Mafiosa
FanfictionPara saudar uma dívida de sangue Camila Cabello e raptada, aprisionada, e aterrorizada numa ilha remota do Pacífico e mergulhada no mundo obscuro da criminalidade, onde a brutalidade governa. Para sobreviver ela é obrigada a satisfazer as vontades d...
