7 anos depois
Pov Lauren
Sempre sonhei com um futuro melhor, oportunidades melhores, uma vida normal. Quando era apenas uma "menina" fantasiava inocentemente que um dia, um dia eu me livraria dos Jauregui e começaria uma vida longe de toda essa loucura.
Um dia fui inocente e estúpida para acredita neste belo conto de fadas, mais não mais, por que exatamente o contrário acontece. Quanto mais crescia, mais enterrava-me na loucura dos Jauregui.
Parecia até piada de mal gosto, como se eu gostasse daquilo, e teve tempos que gostei: quando vivia "la vida loca" com Alexa Ferrer. Outra decepção, que por agora é melhor fica no passado.
E olhem pra mim agora, Lauren Jauregui, a temível filha de Michael Jauregui, mais conhecido como o velho homem. — um nome sussurrado nos corredores do crime, nunca falado ao alto, temido, modificado, visto como um mito, o pesadelo dos nossos concorrentes e fantasma para os agentes da lei.
E não ia tardar para eu toma o lugar do velho homem, pois já estava imenso nos "negócio de família" até o pescoço, cuidado do patrimônio como uma boa filha tem que fazer. Sendo a única filha restante de Michel Jauregui, não por sua escolha, se dependesse dela Chris ainda estaria vivo.
Em todo caso, o velho homem não teve escolha, era eu ou ninguém. Tão simples quanto isso, seus dois queridos filhos: Chris e Taylor eram história, mortos. Então, como a única filha viva, esse é meu dever.
Meu dever inescapável.
— Essa e da boa chefe. — o capataz do meu cliente tirou-me dos pensamentos.
O capataz limpou o nariz, fungando o resto do pó pra não perder nada e deixa evidências. Parecia satisfeito, isso ditava que minhas encomendas eram boas, coisa que nunca duvidei.
Desenhei um sorriso de lado e foquei-me em meu mais novo cliente. — então Justin, podemos fecha negócio?
Justin olhou inquisitivo para seus capangas, procurando uma confirmação, como se não tivesse 100% confiável na opinião de seu homem, mais quando este acenou discretamente e feliz pelo gás do produto.
— E claro que sim Lauren, eu sou queria ter certeza se o produto é tão bom quanto a fama.
Sim, sim, claro, era sempre assim com os novos clientes, já estava habituada e não culpava de estarem desconfiados, no nosso submundo você sempre que está a par de tudo e todos, e principalmente as regras, primeira regra: não confie em ninguém.
— Então, quando vai querer?
Fui direto para o ponto que me interessava, já estava cansada daquela ladainha toda, já bebemos e conversamos, e agora estava na hora de fecha com isso. Porque se dependesse do Justin ficaríamos nesta festa o dia todo, coisa que seria impossível pra mim, visto que era uma mulher muito ocupada.
— Qual e seu número máximo?
Curvei os lábios. Ora, ora, Justin gostava de números grandes.
— Quanto está disposto a pagar? — entre na brincadeira.
— Jonas. (Nick Jonas)
Justin chamou um dos seus homens passou-lhe a mala preta estilo James Bond, ele botou o código nela, e virou a mala passando-a para mim, sorri satisfeita ao nota as verdinhas brilhando para mim, recheando aquela mala, passei para Dinah Jane, uma da pessoas mais confiáveis para conta a grana.
— Não é necessário conta , eu posso dizer quanto ela tem.
— Eu sei que pode, mas prefiro sabe sozinha — respondi com um sorriso sonso nos lábios, deliciando-se do meu copo de whiskey 18 ano, meu preferido. Poderia existir melhores, mais nada conseguiam-me fazer larga o velho Johnnie Walker, ainda por cima a enriquecida edição platinum.
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A Grande Mafiosa
Fiksyen PeminatPara saudar uma dívida de sangue Camila Cabello e raptada, aprisionada, e aterrorizada numa ilha remota do Pacífico e mergulhada no mundo obscuro da criminalidade, onde a brutalidade governa. Para sobreviver ela é obrigada a satisfazer as vontades d...
