Capítulo 11 - Quebrada

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- Não.


Meus olhos se estreitam, uma ameaça silenciosa. —Não brinque comigo, amor.

E mesmo que essas palavras deixem meus lábios, eu sei que Ámbar não está mais reagindo ao perigo que nos rodeia. Ela está perdida em sua própria cabeça, seus instintos básicos não estão funcionando mais.

Ela está me olhando como se eu fosse a sua presa.

—Por muito tempo eu me privei. — Ámbar choraminga enquanto a mão dela toca o meu pau. Ela desliza o seu polegar na cabeça lisa, provocando o piercing coberto com minha porra. —Não posso mais...

Seus olhos enlouquecidos seguem o movimento da mão dela, e um pequeno sorriso surge em seus lábios enquanto ela segue a ação. Vendo o quão duro eu ainda estou para ela.

—Me solte. — Eu digo com fome. Meu tom está cheio com cada gota de necessidade que queima através do meu sangue.

—Não. — Ela diz e tira as mãos do meu pau e sobe no meu corpo. Colocando uma coxa em cada lado dos meus quadris e se instala sobre mim.

Umidade escorre entre suas coxas meladas e param na minha pele. Porra, sua boceta rosada está bem ali. Por cima de mim. Quente e necessitada.

Não posso falar.

O azul bonito dos olhos dela quase sumiu. As pupilas estão dilatadas. Escuras como breu. Me dizendo que ela vai levar o que é dela.

Levantando os olhos dos meus, ela olha em direção ao maior alto falante na sala. —Nós terminamos de jogar? Posso ter minha recompensa?

Ele é sua escolha final? — Nossa captora pergunta. Sua respiração está pesada, ela está excitada com essa merda. —Você escolhe Simón?

—Oh, Deus. — Ámbar grita quando meus quadris levantam e a cabeça do meu pau desliza dentro da sua entrada apertada.

—Diga.

—Sim. Droga, sim. Sempre foi Simón.

—Desfrute de sua escolha, animal de estimação.

Um rolar rápido de seus quadris e Ámbar se abaixa em mim.

—Fodido inferno. — Eu rosno, minhas mãos puxando minha contenção. Firme, meu corpo tenso.

A sensação de estar dentro dela. A pura depravação da situação em que estamos está me tornando selvagem.

Sua boceta sedosa e molhada me suga mais profundo.

Com minha mente perdida, eu bato nela, todos os músculos do meu corpo se enrijecendo.

—Oh... Oh, Deus. — Com suas unhas cavando em meu peito, Ámbar gira os quadris dela, todo o seu corpo tremendo. —Simón. — Seus olhos cheios de lágrimas de prazer bloqueiam nos meus. —É tão bom. É incrivelmente bom.

Com meus dentes cerrados eu puxo minhas restrições, meus quadris batendo nela. —Me solte.

Ela se move mais rápido em cima de mim. Suas unhas deixando vergões vermelhos no meu peito. —É perfeito, Simón. — Jogando seu cabelo por cima do ombro, ela coloca as mãos no meu peito. Mordendo o lábio inferior de uma forma absolutamente sexy. Ela levanta e depois bate de volta para baixo, me levando profundamente.

Meu coração acelera em meu peito. —Ámbar, por favor.

Ela me ignora novamente, se perdendo em seu próprio prazer.

Seus seios perfeitos saltam com cada impulso.

Sua boceta está tão molhada que está deixando meu pau ensopado.

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