Fp POV
Eu beijei Ali completamente bêbado, mas a sensação de beijá-la era a mesma, era como se meu coração errasse as batidas, como se me faltasse ar nos pulmões, era incrível toda vez.
Eu passei a mão levemente em sua coxa e pude ver ela se arrepiar, e fui subindo meus toques até que parei em sua calcinha a fazendo dar um suspiro entre o beijo. Eu estava completamente excitado, mas eu queria fazer aquilo com calma, com jeito, com carinho, diferente de como costumávamos fazer.
Ela segurou minha nuca com gentileza, e adentrou seus dedos em meus cabelos logo depois de eu morder levemente seu lábio inferior o puxando enquanto ela me fitava e eu retirava sua calcinha lentamente.
Eu beijei seus lábios novamente e só os descolei no momento em que tirei sua camisola a jogando em qualquer canto do quarto. O volume da minha cueca já era visível, meu desejo por ela não era algo que eu pudesse controlar, eu a queria, com todas as minhas forças, queria poder entrar dentro dela e sentir seu perfume doce em minhas narinas, queria beijar sua pele sensível e sentir a maciez que seu corpo possuía.
Ela me virou me fazendo dar de costas no colchão confortável e se colocou encima de mim com uma perna de cada lado e iniciou a beijar meu pescoço. Eu fechei meus olhos apreciando a sensação do seu corpo quente encima do meu e dos seus beijos delicados e da sua língua molhada no meu pescoço me fazendo sentir arrepios constantes. Enquanto isso eu passava minhas mãos em sua cintura e em sua bunda a pressionando vez ou outra fazendo com que a mulher soltasse gemidos baixos em meu ouvido me deixando ao ponto de explodir.
Sem suportar muito mais delongas, eu a deitei na cama novamente e beijei seus seios fartos enquanto ela buscava ar com os olhos fechados, e fui descendo até chegar em sua intimidade molhada. Eu beijei sua virilha a provocando, e em protesto ela segurou meus cabelos fortemente os puxando, e logo após a lançar um sorriso malicioso eu passei minha língua em toda a extensão da sua fenda a fazendo soltar um gemido alto, e ao chupar seu clitóris sentindo o gosto doce do seu libido eu pude ver a mulher estremecer de prazer enquanto segurava com força os lençóis.
Eu retirei minha cueca com uma certa agilidade e me posicionei dentre as suas pernas, ela me olhou enquanto mordia seu próprio lábio inferior enquanto seu rosto corado e seu corpo suado entregava o orgasmo que a mesma acabará de ter. Sem tolerar muito mais, entrei dentro da mulher que estava completamente molhada, arrancando de ambos um gemido agudo.
Dentro da sua intimidade quente e úmida eu senti um prazer indescritível enquanto fazia movimentos de vai e vem. Ela segurava seus seios, esses que balançavam conforme eu enfiava cada vez mais rápido dentro dela.
O cômodo estava quente, e somente e maresia adentrava pelas frestas das janelas fazendo as cortinas se moverem como se fosse em câmera lenta. Eu analisava cada gota de suor que escorria da mulher e a acompanhava com os olhos as mesmas. Seu corpo reluzia de uma maneira sensual enquanto nossos gemidos ecoavam no quarto.
Ela me empurrou para longe do corpo dela e eu me posicionei sentando enquanto ela se colocava novamente encima de mim. A esse ponto eu já havia esquecido de que eu queria algo gentil e a proximidade do orgasmo me fez segurar seus cabelos com força fazendo com que sua cabeça ficasse inclinada para trás me dando liberdade para beijar e morder seu pescoço descoberto enquanto ela sentava ligeiramente em mim.
Eu soltei seus cabelos e ela iniciou um beijo enquanto rebolava em meu membro fazendo com que eu perdesse os sentidos enquanto ela fazia tal manobra. Já sem ar nós descolamos nossos lábios e voltamos aos gemidos quando ambos possuíamos um orgasmo ao mesmo tempo. Épico.
Ela caiu do meu lado ofegante e eu deitei da mesma maneira enquanto sentia uma única gota de suor percorrer a minha testa. Ela me olhou de uma forma doce, tal olhar o qual eu nunca havia recebido, então eu sorri e ela sorriu de volta e selou meus lábios.
Era uma trégua merecida, depois de tantos arranca rabos, mas eu sabia que aquilo não duraria para sempre, eu sabia exatamente de como era a personalidade da mulher que eu amava, e amansá-la não era tarefa fácil.
Ainda meio zonzo por conta da bebida eu adormeci.
{...}
Eu acordei sentindo o latejar da minha cabeça e minha boca completamente seca em sinal de ressaca. Olhei para o lado e encontrei Alice dormindo profundamente e então decidi fazer o café da manhã na tentativa de manter as coisas em um clima romântico.
Beijei sua bochecha levemente a fazendo suspirar e levantei logo fazendo minha higiene pessoal e depois me dirigindo até a cozinha da cabana.
Eu não sabia exatamente o que Alice comia, porém, sabia que provavelmente não era qualquer coisa.
Passei um café preto e pedi para o serviço do resort trazer algumas coisas, como: croassant, wafles, torradas e algumas frutas. Já tinha me dado de conta de que Ali não comeria meu simples pão com manteiga e ovo, e a ideia romântica de cozinhar para ela foi para os ares, mas ainda sim seria algo agradável eu pedir coisas gostosas para o nosso café da manhã, não é?
Enquanto colocava a água para aquecer e dava os últimos retoques na mesa eu pude ouvir seus movimentos no quarto, até que depois de alguns minutos ela surgiu no cômodo me deixando paralisado ao vê-la e esquecendo totalmente de dizer "surpresa" como eu havia planejado.
O que eu poderia dizer? O natural de Alice era lindo, e talvez eu nunca tivesse a visto daquela forma, zero maquiagem, com o cabelo atado em um coque desajeitado e vestindo minha camiseta da noite passada. Aquilo foi como um soco pra mim, e ela riu sem jeito ao ver minha feição e ao avistar a mesa.
-Fp? Você preparou o café da manhã?- Ela disse com um sorriso leve enquanto vinha em minha direção e eu apenas gaguejei como um idiota.- O que deu em você?- Ela riu deixando suas covinhas a mostra me fazendo com que eu derretesse ainda mais e passou seus braços envolta do meu pescoço enquanto ficava na ponta dos pés.
-É-é que eu nunca vi você dessa maneira, sem maquiagem e tal...- Eu disse enquanto a fitava e ela se separou de mim enquanto apertava os lábios.
-Decepcionado?- Ela disse e eu a olhei confuso a puxando pelo braço e colocando meus braços envolta dela.
-Você só pode estar louca.- Eu sorri e selei seus lábios.- Eu nunca vi mulher tão linda como você, e me deixa boquiaberto de ver o quanto perfeita você consegue ser no seu natural.- Ela sorriu e eu ri de leve.- Eu não preparei exatamente o nosso café da manhã, a única coisa que eu fiz foi o café propriamente dito.- Nós rimos.
-Eu amei, amei todas as coisas que você pediu.- Disse enquanto desgrudava de mim e sentava-se em uma das cadeiras.
Nós tomamos o café de uma maneira calma e como eu havia planejado o clima romântico ainda pairava no ar. Mas como felicidade dura pouco, senti meu celular vibrar no bolso da minha bermuda e "desconhecido" estava na tela do mesmo. Eu atendi com a testa franzida enquanto Ali dava um gole em seu café me fitando.
-Alô?- Disse curioso.
-A vida dos meus irmãos vai custar a da sua namoradinha, Jones.- A voz conhecida de Wallace soou no telefone me fazendo estremecer.- Agora que descobri seu ponto fraco você está nas minhas mãos.
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In love with a criminal
FanfictionEssa história conta sobre uma mulher, Alice Smith, a dois anos separada de Hal, possuía duas filhas, Betty e Polly. Alice era uma jornalista de muito sucesso que vivia em Riverdale, uma mulher bem vista pela sociedade, com grandes riquezas e mordomi...
