Diálogando com as atenciosas paredes do meu quarto,embora não tenham tanto a dizer. Vou a guerra para as ruas com minha armadura invisível, dou o pouco que tenho ao próximo até reduzir a nada. Em um belo dia noivo com minha solidão e a beijo na palma da mão e sigo o caminho. Tanto tempo voando com minha asas hoje condenado ando com os pés no chão...
Ninguém ousa tentar enxergar no escuro alguém, ninguém dirá o que qero dizer.
Ao sul de lugar nenhum, imito a arte por não ter vida para dizer,mais outro sol e outra lua,e só agora vejo que nunca fui a lugar algum.
VOCÊ ESTÁ LENDO
Aleatórias Fragmentações
RandomApenas pensamentos, fragmentos . . . Coisas do âmago e de suas ambiguidades. São palavras de sentimentos aleatórios (Por vezes textos de conhecidos)
