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Não havia nome, rosto, eram só formas que andavam no escuro escarnizadas pela carne sempre faminta. Era a realidade que só a escuridão mostra pois a luz denuncia as deformidades enquanto a noite as escondia.
Era uma corrente destruitiva que carimba um simples momento para ser lembrando para sempre.
As máscaras caiam em sombras voluptuosas
para uma entrega ao abstrato e perigosos corpos sem endereços e almas...
Fazendo do agora a tragédia de amanhã, com escravidão se omitir e se nega que ainda era só parte de um banquete sem prato principal.
Absordo caminhar todos abismos no mesmo purgatório que fervia em paraísos artificiais pela qual a sede e a fome por mais nunca cessa.

Aleatórias FragmentaçõesOnde histórias criam vida. Descubra agora