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E depois o Sol, embora sem opulência de outrora, brilhará e afastará as sombras do hoje, do ontem, caso não perca outra vez a fé.
No olho do furacão
Todos os bens foram levados
Das ruínas que sobrou, as deixei e não
olhei pra trás . . .
E depois do depois, temo não saber
Espero não lapidar a própria  lápide ou cavar outra abismo . . .
Voltando ao zero das coisas . . .
Pintando o opaco . . .
Destilando complacência, ao longe verei tudo como quem está de frente a tela de cinema e direi nem alegre e nem triste
-Eu vivi, eu vence.

Aleatórias FragmentaçõesOnde histórias criam vida. Descubra agora