Era como pular...
Era como pular em todos os abismos até encontrar o próprio: os extremos nunca atingem uma meta, um fim ou um meio. Era além de masturbar: o vazio das coisas sem vida. Eu as inventaria pra sentir uma ilusão de êxtase sem rosto, sem alma... Eu as tomaria e as levaria comigo pra sentirmos frio no deserto e calor nas geleiras nórdicas. Depois estaria sozinho e inventaria tudo diferente de novo.
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Aleatórias Fragmentações
RandomApenas pensamentos, fragmentos . . . Coisas do âmago e de suas ambiguidades. São palavras de sentimentos aleatórios (Por vezes textos de conhecidos)
