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Cilada . . .
Assim si faz tu, a armadilha que deixei-me cair. Outra ilusão viva e repleta de cores, porém a aquarela resumida do agora defini-se em preto e branco.
Tão perto e tão distante e agora distante queres tu ficar perto...
O que ouço são ecos de promessas não compridas, de mudanças não vividas.
De volta ao opaco das coisas sem vida, tenho a solidão como sombra e restos de teu amor não concebido ...
Se era verdade ou ilusão eu as fiz reais...
Pulei sem paraquedas e agora caiu em ao chão que não chegas...
Mais chegará
Certamente me despedaçará
Ainda assim não será o fim.

Aleatórias FragmentaçõesOnde histórias criam vida. Descubra agora