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Aquele tapa ainda dói ...
A ferida ainda aberta ...
O remorso ainda move toneladas
de arrependimentos, aceitar a culpa como que aceita o câncer ?
Transgressões pecaminosas banhadas de luxúria
e lama, nascidas da escuridão? Solidão?
Já não mostra a face;
Já não revela a nudez doente ou mostra a lasciva inválida... Ainda é escuro e frio, porém maquiada em sorriso de tártaros escondidos.
E o íntimo desconfigura o morno das coisas que causa vômito, no entanto onde foram parar tantos corpos e convites pervertidamente vazios? Rogo em busca de um novo formação que nunca tive, jogando todas as fichas pra quem?
E o tapa continua a doer...
A ferida estancada ...
Sentar e cruzar as pernas sendo plateia de si
Ou entregasse aos cuidados de um ser superior por mim esquecido em desespero rogo para salvar-me?

Aleatórias FragmentaçõesOnde histórias criam vida. Descubra agora