Era toda essa merda dentro do banheiro sujo
de meu âmago. Não ultrapasso a barreira de um beijo,de sexo, a máquina de sexo travou, eu roubei todo esse tempo as pessoas com essa miragem de existência devassa; Mais e mais a direção contrária me comprime ao espaço vazio de toda devassidão. Eu tornei-me a ideia incrédula da dúvida de que parte eu deixei de ser pra ser o que sou e não sou agora. . . Era sim a alma vazia cheia de saudades vazias de beijos vazios, de abraços vazios, de carinhos vazios, de sexos vazios . . . Da consciência de si fiz a ignorância de uma outra tentativa sem êxito
Algo ali morreu pra sempre, a máquina de sexo travou, quebrou . . . Movido ao opaco das coisas sem vida eu me desfiz e refiz pra alcançar o coração selvagem, desistir para viver outra vez o amanhã, ainda que a aquarela esteja manchada de preto, ainda que não fosse o ainda, sempre beijei os fins desde o começo
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Aleatórias Fragmentações
RandomApenas pensamentos, fragmentos . . . Coisas do âmago e de suas ambiguidades. São palavras de sentimentos aleatórios (Por vezes textos de conhecidos)
