Foi preciso morrer mil vezes.
Outras mil vezes para sair de todos os abismo
caídos pela auto-sabotagem …
Mais outras mil vezes estanquei o sangue e beijei mil feridas por pura negligência.
Só assim tive forças para arrancar a velha casca que cobria o corpo de volúpia.
Só então enxerguei dor e doença com olhos otimistas.
Foi outra vez necessário
Mil quedas
Mil culpas
Mil perdões
Até chegar ao novo corpo
que cresceu no frio escuro de um casulo
Que abriu asas para navegar em novos céus de outros universos nunca vistos.
VOCÊ ESTÁ LENDO
Aleatórias Fragmentações
RandomApenas pensamentos, fragmentos . . . Coisas do âmago e de suas ambiguidades. São palavras de sentimentos aleatórios (Por vezes textos de conhecidos)
