Brunna PDV
O cheiro da pele da Ludmilla parece algo que me atrai e tive que lutar muito durante a noite para não encaixar o meu corpo ao dela e dormirmos de conchinha como sempre fazemos quando estamos juntas. Ouvi o barulho do chuveiro sendo aberto e a agua caindo contra o chão, minha esposa tinha a mania de ir tomar banho e deixar a porta do banheiro aberto quando estávamos apenas nos duas no quarto. Eu já perdi a conta de quantas vezes a Lud me chamava para ficar dentro do banheiro enquanto ela tomava banho e conversávamos.
Me espreguicei, abri os meus olhos com um pouco de incomodo por causa da luz que entrava no quarto e me virei de lado na cama vendo que o lado da Lud realmente estava vazio. Peguei o meu celular no criado mudo do meu lado da cama, olhei a hora e suspirei ao ver que ainda era apenas seis horas da manhã. Me sentei na cama, passei a mão no meu rosto para tentar espantar o sono e me levantei indo na direção do banheiro.
Parei na porta do banheiro para olhar o corpo da minha mulher que estava em baixo do chuveiro e o tempo realmente só tinha feito bem a ela. As curvas tinham aumentado ainda mais, seu bumbum estava ainda maior e confesso que amava esse dna dela que a fazia ter uma bunda maravilhosa. Suspirei no momento em que ela desligou o chuveiro e virou o corpo na direção onde eu estava.
Brunna: bom dia – falei a olhando
Ludmilla: bom dia, Bru – falou abrindo a porta do boxer – te acordei?
Brunna: eu senti a sua falta na cama – suspirei – desculpa por ontem amor
Ludmilla: eu estava errada – falou me olhando e vestindo o roupão – sinto muito por esta em falta com você
Brunna: vamos esquecer – fiz um bico – eu não quero que viaje com a gente estando brigadas
Ludmilla: já estamos de bem novamente
Ela falou sorrindo enquanto se aproximava de mim, colocou uma mão no meu rosto onde fez um carinho e depois colou a sua boca na minha. O encaixe que as nossas bocas tinham era completamente perfeito, a sua língua fazia questão de ditar o ritmo e a intensidade do beijo. O clima dentro do banheiro já estava ficando quente, Lud colocou a mão na minha cintura me puxando de encontro ao seu corpo e logo senti as suas duas mãos na minha bunda e a apertando forte o que acabou me fazendo gemer manhosa.
Brunna: Lud
Eu gemi manhosa, Lud sorriu contra os meus lábios e me levantou para me colocar em cima da bancada da pia do banheiro, se encaixou no meio das minhas pernas e começou a apertar as minhas coxas enquanto me beijava. Minhas mãos abriram o roupão que ela estava usando, passei a mão pelos seus ombros e o roupão caiu no chão e quase ao mesmo tempo a Lud puxou a minha pequena calcinha com força a rasgando e jogando ela no chão.
Brunna: Ludmilla
Gritei quando senti dois dos seus dedos sendo penetrados em mim e a respiração ofegante da minha mulher contra a pele do meu pescoço. Minhas unhas passavam com força pelas costas dela que sem dúvidas iria ficar marcadas, os meus gemidos apenas iam aumentando, Lud continuou me penetrando e foi descendo os beijos pelo meu colo até chegar aos meus seios onde ela começou a mamar. Desde que eu tinha ganhado o Théo que os meus seios tinham aumentado e a Lud estava amando. Segundo ela eu tenho os seios perfeitos. Eu estava ficando completamente louca pelo desejo que consumia o meu corpo, a cada momento só esquentava mais e ficamos assim até que eu não aguentei mais. Gozei nos dedos da Ludmilla, que sorriu me olhando e me deu um beijo calmo. Eu odiava ter que deixar essa mulher viajar sem mim
Ludmilla: eu amo tanto você, Bu – falou contra os meus lábios
Brunna: eu te amo, amor
Ficamos mais um tempinho nos curtindo, tomamos um banho rápido, colocamos as roupas e saímos do quarto para ir tomarmos o café da manhã. O cheiro de café já estava vindo da cozinha já que a Nete fazia questão de levantar cedo e quando ela sabia que a Lud ia viajar cedo que ela fazia o café da manhã ainda mais cedo. Sentamos na mesa onde já tinha algumas coisas arrumadas e começamos a comer em meio a carinhos.
Ludmilla: eu acho que a noite já consigo estar por aqui – falou tomando um gole do seu suco
Brunna: ai você vai ter tempo de ir pro aniversário do Brunno – falei a olhando e sorri ao ver ela fazendo uma caretinha – já comprei um presente pra ele e coloquei o seu nome
Ludmilla: você é uma filha da mãe, perfeita – falou me dando um selinho demorado
Theo: não pode
Nos separamos ao ouvir o gritinho do Theo e olhamos na direção da porta da cozinha onde ele estava no colo de Renato que era um verdadeiro avô babão. Renato avisou que ele estava acordado a um tempinho e por isso o trouxe pra nos duas, agradecemos e ele avisou que ia voltar pro quarto. A Lud pegou o Théo o colocando no colo dela, colocou um pedaço de ovo na boca dele que começou a comer e eu sorri colocando suco em um copo pra ele.
Ludmilla: você não nega ser filho da mamãe Bu – ela falou sorrindo
Brunna: chata
Tomamos o café da manhã em um clima bem família, peguei o Théo para dar um banho nele e a Lud foi acabar de arrumar a pequena mala que iria levar para São Paulo. Dei um banho no Théo que ficou reclamando, coloquei um shortinho de moletom nele e uma regatinha ambos na cor azul. Fomos para o quarto onde a Lud estaria e nos dois poderíamos nos despedir dela. Eu odiava ter que me despedir da minha mulher, ela primeiro se despediu do Théo que ficou fazendo um bico de choro e depois se despediu de mim.
Já era quase dez horas da manhã quando consegui sair de casa com o Théo com o destino a Nilópolis e ele ia todo animado conversando no banco de trás na sua cadeirinha. A minha sogra, Renato, Luane e todo o pessoal tinham sido convidados, porém só iriam conseguir ir para lá depois do horário combinado. Graças a Deus a viagem foi tranquila, o Théo ainda aproveitou para tirar um cochilo e finalmente estacionei o meu carro em frente a casa dos meus pais.
A uns meses atrás eu tinha os ajudado a fazer uma reforma em toda a casa a colocando a baixo mesmo e construindo do zero para fazer tudo como a Mia merecia. Agora eu era uma empresaria com a minha própria loja de grife e um estúdio de dança na barra. Sem dúvida nem uma eu queria dar aos meus pais tudo que eles me deram com o suor do trabalho deles. Papai foi o primeiro a aparecer, tirei o Théo do carro e o coloquei no chão que saiu correndo na direção do meu pai.
Théo: vovô – ele falou se jogando nos braços do meu pai
Jorge: meu campeão – ele falou o pegando e rodando ele no ar – Oi princesa – beijou o meu rosto
Brunna: Oi papai
Eu dei um beijo no rosto dela e já ia abrir a minha boca para falar quando vi quem eu menos esperava encontrar hoje e uma hora dessas. Cayo o meu ex namorado estava saindo de dentro da casa dos meus pais usando apenas uma bermuda que deixava amostra o cos da sua cueca e como estava sem camisa eu pude notar que a barriga dele estava ainda mais chapada.
Brunna: a Lud vai me matar quando souber que ele está aqui
E aí?
Último de hoje suas lindas
PS ESSA FANFIC NAO É UMA CONTINUAÇÃO DE INEVITÁVEL.
OUTRA FANFIC DIFERENTE
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Entre nós
FanfictionO casamento não consiste na fácil união de dois corpos, mas sim na difícil união de duas mentes.
