Quando eu me separei da Brunna o meu mundo pareceu parar e eu pensei que iria enlouquecer sem a presença dela. A Bru é o meu porto seguro em meio a tanta loucura que acaba acontecendo na minha vida de celebridade e somente ela quem consegue me fazer ver algumas pessoas que apenas se aproxima de mim por eu ser Ludmilla a cantora. A tranquilidade de ficar apenas curtindo a minha mulher e o meu filhote era o que eu estava precisando e a vontade de dar um tempo da minha carreira apenas aumentava.
Brunna: vida
Olhei na direção onde a minha esposa me chamava, sorri ao ver ela parada na porta do closet e a olhei ela de cima a baixo para conferir toda aquela beleza. Eu tenho um mulherão da porra em cada sem dúvidas. A Bru veio na minha direção, tocou no meu rosto e depois me deu um selinho.
Brunna: os outros já estão nos esperando lá em baixo - ela falou me olhando nos olhos - Théo já está com a tua mãe - sorriu - só falta nos duas descer para irmos a boate Ludmilla: poderíamos mudar os planos - sorri a olhando - eu, você e uma cama já era o suficiente pra mim - falei em um tom malicioso Brunna: vamos sair - falou me olhando - quando voltarmos ai será apenas eu, você e a nossa cama Ludmilla: então vamos logo
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Eu tinha chamado a van que tínha alugado, o motorista era muito simpático e foi o caminho todo conversando com o Marcos que perguntava coisas sobre a cidade. Renatinho e Rômulo iam em um banco juntos no meio da van e eu estava indo nos fundos com a Bru. Trocavamos alguns carinhos e eu mostrava ela algumas marcações do meu Instagram.
Chegamos a boate que era realmente maravilhosa, tinha sido inaugurada no começo do ano e meus amigos portugueses tinham me recomendado muito esse lugar. Os meninos desceram primeiro, eu em seguida e depois ajudei a Bru a descer da van. Dois seguranças que eu tinha contratado se colocaram na nossa frente e entramos no lugar que era ainda mais lindo por dentro, subimos direto para a área vip do local e paramos em uma mesa que tinha a vista perfeita da pista de dança.
Uma hora depois já tinha uma garrafa quase seca de uísque em cima da mesa, algumas latinhas de energéticos e um balde onde já tinha outra garrafa de uísque com mais energético. A Brunna estava conversando com o Renatinho sobre algo que fazia ambos dar risada, porém eu só conseguia admirar a beleza da minha mulher. Ela veio sorrindo na minha direção
Brunna: vida - ela falou colocando uma mão no meu ombro Ludmilla: Oi more - coloquei uma mão na cintura dela Brunna: vai no bar e pega uma água pra mim? - pediu me olhando Ludmilla; faço tudo que você quiser - dei um selinho nela - eu te amo Brunna: te amo
Dei mais um selinho na Bru antes de sair na direção do bar com o dinheiro para comprar a água que a Bru estava querendo, me encostei no bar, pedi uma água e aproveitei para pedir mais alguns energéticos. Eu esperava esperando o barmen trazer as bebidas quando um homem parou ao meu lado
Homem: desculpa incomodar você - ele falou me olhando - mais quando cheguei vi que estava com o pessoal daquela mesa - falou apontando para a mesa onde todos estavam Ludmilla: menos enrolação - falei o olhando Homem: desculpa - falou atrapalhado - mais aquela sua amiga é muito gostosa - sorriu olhando para a Brunna - olha o jeito que essa mulher rebola Ludmilla: sério isso? - revirei meus olhos Homem: claro que é sério - falou me olhando - me apresenta a sua amiga Ludmilla: primeiro que ela não é minha amiga - falei seria - segundo aquela gostosa é a minha esposa - levantei a mão mostrando a minha aliança - terceiro esses dois homens são os meus seguranças e se chegar próximo da gente vai levar a porra de uma surra.
Falei seria para o cara, o barmen trouxe o que pedi e voltei para a minha mesa onde fiquei com a cara fechada ainda olhando para o cara que estava com cara de poucos amigos. A Bru continuava a dançar sem reparar na minha expressão e tomei o líquido que estava no meu copo fazendo uma careta por ter esquecido de colocar o energético. Renatinho pareceu cansar de dançar e foi na direção do Rômulo. Minha esposa veio na minha direção e eu entreguei a sua garrafa de água
Brunna: conheço essa carinha - falou me olhando - discutiu com quem? Ludmilla: eu não discuti - me defendi - apenas tinha um cara no bar querendo ser apresentado a você e eu falei que era a sua esposa Brunna: ciúmes, Ludmilla? - perguntou sorrindo Ludmilla: você sabe que sim
A Brunna roçou o meu nariz no dela, me deu um selinho e abriu um sorriso sapeca em seu rosto antes de pegar na minha mão e sair me puxando pela área vip. Ela estava me levando para uma parte um pouco mais escura onde não dava pra ver nada muito bem, se encostou em uma parede e puxou o meu corpo contra dela o dela.
Brunna: eu por acaso te contei que vim sem calcinha?
A minha respiração ficou ofegante somente em imaginar que a Brunna estava sem calcinha por baixo daquela saia, levantei uma das suas pernas a colocando grudada ao meu quarto e passei a mão por ela até chegar a sua intimidade que realmente estava sem nada a cobrindo. Olhei nos olhos da Brunna que tinha um sorriso safado em seu rosto e tomei sua boca em um beijo intenso e cheio de desejo. Enquanto a beijava os meus dedos já começaram a estimular o seu clitores.
A sensação de transar em uma boate sempre é ótima já que temos a adrenalina de transar em um local público onde qualquer um pode nos pegar no flagra. Sentia sua bocetinha ficar molhada por causa dos meus estímulos, a beijava de maneira mais intensa e sentia a minha buceta pulsar. Droga! Eu precisava foder logo essa mulher.
Sem aviso nenhum penetrei dois dedos nela até chegar ao máximo que consegui, comecei a fazer movimentos de vai e vem, suas unhas arranhavam o meu ombro e ela gemia contra a minha boca. tomei a sua boca em um novo beijo para calar os gemidos, penetrei mais forte e rápido até sentir as paredes da intimidade dela apertando os meus dedos. Não demorou para que ela atingisse o seu orgasmo e mordesse o meu lábio inferior.
Ludmilla: eu poderia ficar te comendo durante horas - falei contra a boca dela Brunna: vamos curtir mais um pouco a balada e depois vamos embora - me deu um selinho