Noite divertida

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Mais um dia começava na vida de Jeongguk, e na sinceridade o garoto não queria nem levantar da cama.

Sabe aquele dia que você tá com um puta mau humor e só quer ficar deitado? Não quer falar com ninguém? Então, exatamente assim ele estava.

Não entrou no aplicativo de mensagem com medo de ter mensagem do Taehyung dizendo que queria sair consigo, na verdade, ele esperava que aquela mensagem fosse apenas uma miragem, um sonho.

Porém, mesmo com mau humor, teve que levantar, se arrumar e pegar suas coisas para finalmente ir para o colégio, em mais um dia de aula, de tortura.

Quem olhava o garoto poderia até pensar que um caminhão passou por cima de si enquanto o mesmo dormia.

Desceu a escada sem ânimo algum, com uma carranca no rosto, querendo voltar para sua cama. Caminhou até a cozinha em passos lentos, podendo ouvir sua mãe fazer barulho no cômodo.

Entrou na cozinha quase se arrastando, tanto que nem fez barulho, por isso não chamou a atenção de sua mãe que estava de costas mexendo em alguma coisa na cozinha.

Por fim, se sentou na cadeira e apoiou os cotovelos na mesa enquanto fazia uma careta pior que a tinha.

Sua mãe se virou com calma, toda distraída e ao ver que seu filho estava ali se assustou já que o garoto chegou de fininho.

— Está louco, garoto?! — perguntou irritada e o filho dela a olhou com cara de tédio.

— Posso ficar em casa? — ele pediu manhoso.

— Nada disso. Você vai para o colégio pronto e acabou. — falou deixando a garrafa de café na mesa. — Agora toma seu café.

— Mãe… por favor. — esticou a mão até a mulher que apenas o olhou com a mesma cara de tédio.

— Você vai de bicicleta, não irei poder te levar. — ela disse e se virou voltando até a pia.

— Novidade. — o mais novo resmungou.

— Como é? — ela virou o rosto para ele.

— Nada não. — sorriu travesso começando a se servir.

Ele começou a comer o pedaço de bolo que havia pego, tomou café e também comeu pão. Tudo isso em silêncio.

Ele realmente não estava com um humor invejável hoje.

Depois que terminou de comer, se levantou, despediu-se da mãe com um aceno, pegou sua mochila no chão então partiu em direção a saída.

Deixou sua casa contragosto, logo foi até a lateral da mesma pegar a bicicleta.

Nunca se importou em deixar ela assim, ao ar livre. Morava em um local seguro, ou seja, roubos não era comum na região.

Efeito BorboletaOnde histórias criam vida. Descubra agora