Gente pelo amor de deus ignorem as problemáticas dessa bomba eu não sabia o que tava fazendo tinha 14 anos não pensava, não sei qual tá pior essa ou a outra parte aff 😭😭😭 só não apago pq gosto de comparar como minha escrita evoluiu
Dias antes
O pequeno esverdeado caminhava de um lado ao outro em seu quarto. Os heróis tinham tentando invadir a sua fortaleza, queriam ferir seus amados vilõezinhos. Ele não deixaria. A vingança já estava sendo arquitetada, o endereço da fortaleza já havia mudado. Eles não o achariam, mas isso não seria o bastante. Não, ele precisava de mais. Precisava de mais um deles ao seu lado, e já sabia exatamente quem recrutar.
- TOMURA, CUIDE DE TUDO.- gritou enquanto vestia o sobretudo negro e caminhava apressadamente pelos corredores, indo até a saída. - VOLTO LOGO, QUERO TUDO EM ORDEM QUANDO CHEGAR.
O de cabelos azuis assentiu, observando o chefe daquela fortaleza sair porta a fora. Dabi, ao seu lado, o abraçou pela cintura.
- Ele tinha aquele sorriso no rosto - o de cabelos negros comentou.
-Tenho medo de quando ele tem aquele sorriso - o azulado afirmou.
Midoriya caminhava por sobre os prédios da cidade dos heróis calmamente, não ligando muito se seria visto ou não. Ninguém o pegaria de qualquer jeito. Os prédios ficaram para trás quando adentrou silenciosamente em um condomínio antigo e fechado, parando em frente ao portão de uma imensa casa antiga e tradicional. A casa de Enji Todoroki, mais conhecido como Endevor. Pulou o muro com facilidade, caminhou em silêncio pelos corredores da mansão. A faca era puxada do cinto a cada câmera encontrada. Não foi nada difícil, o que deixou-o frustrado, esperava mais da casa do herói número dois.
Os olhos esmeraldinos esquadrinhavam todos os cantos, e os ouvidos capitavam os ruídos ao redor. Mas foi fácil, logo já estava sentado confortavelmente na beira da cama de Shouto Todoroki. A mão direita e cheia de cicatrizes acariciou com delicadeza os cabelos bicolores do garoto. Os olhos do jovem se abriram de surpresa, o grafite e o turmalina se fixaram nos esmeraldas.
- Shouto-kun, é um prazer imenso conhecê-lo - a voz mansa e doce do vilão fez Shouto olha-lo estranho. - Vim lhe fazer uma proposta.
- Quem é você? Não estou enteressado em nenhuma proposta. - a voz séria de Shouto fez um arrepio passar pela coluna do vilão, um arrepio delicioso.
- Não sei se aceitaria. - a voz divertida do vilão provocou - Porém mesmo assim quero fazê-la.
Shouto olhou o garoto mais baixo com os olhos duros de sempre, o que não o abalou nenhum pouco.
- Ok, vamos a proposta - o vilão disse animadamente enquanto movia as mãos. - Quero que se junte a mim e a liga dos Vilões.
- E por que eu faria isso? - o mais alto perguntou cruzando os braços.
- Ahh Sho-chan, por muitos motivos. - a risadinha do vilão fez Shouto recuar um pouco. - Primeiro a U.A e seus heroizinhos não lhe dão o devido valor.
Shouto ponderou por um momento, mas não baixou a guarda.
- E segundo - o vilão mordeu os lábios com entusiasmo. - Eu posso fazer por você o que nenhum deles pode... Eu posso matar Endevor.
O bicolor arregalou os olhos diante da afirmação do garoto. Como ele mataria seu pai? Era impossível.
- Ahh Sho-chan não diga que é impossível, isso mágoa - o vilão sorriu caloroso. - Imagine só, o sangue do seu pai pintando todo o assoalho de vermelho. O grito de dor dele e o último suspiro, aquele olhar superior desaparecendo e dando lugar ao medo.
Os sussurros do vilão em seu ouvido construíam a cena em sua mente: o pai caído, o sangue vermelho e lindo manchando todo o chão, aquele olhar superior tão odiado por si sumindo até ser opaco e sem vida, e o último suspiro do pai indo embora. Ah essa cena agradou e muito Todoroki, ele sonhava com esse momento a tantos anos que já nem podia contar com uma mão só. Os olhos coloridos se fixaram mais uma vez nos verdes do vilão em sua frente, e dessa vez eles tinham um brilho de satisfação antecipada. Ele queria o pai morto.
- Se conseguir mesmo isso - a voz séria soou um tanto ansiosa. - Se você mata-lo eu vou a onde você quiser.
Izuku abriu um sorriso, seu sorriso mais piscicopata, a fiel faca já tinha saído do cinto e estava em sua mão.
- Volto logo - o vilão sussurou em seu ouvido para logo em seguida depositar um beijo em seus lábios.
Deku saiu da sala a passos pesados, não ligava se acordaria sua vítima seria muito mais satisfatório mata-lo se estivesse acordado, ouvir os gritos de dor e pavor. Abriu a porta do quarto do "patriarca" da família sem delicadeza alguma, entrou tranquilamente como se fosse seu próprio quarto.
O herói dormia profundamente na cama, não esperava por um ataque nem hoje nem nunca. A faca continuava firme na mão enquanto o vilão subia sobre o peito do herói, a lâmina tocou o pescoço e pressionou. O herói abriu os olhos apenas em tempo de ver um sorriso psicopata desenhado em um rosto angelical, e logo depois a dor veio e o grito gultural saiu da garganta cortada.
O sangue escorria em abundância e os olhos do herói iam perdendo o brilho aos poucos, a respiração falhava até sumir. Shouto ouviu o grito do pai e isso o fez sorrir, saiu do quarto a passos calmos se dirigindo até o do pai. A cena que viu foi a mais bela da sua vida. Izuku Midoriya com as mãos cobertas pelo sangue do seu pai, com uma faca na mão escrevendo "Deku" na pele já meio gelada dele. Naquele momento, Shouto teve certeza de que aquele era o homem da sua vida e de que iria a qualquer lugar com ele. Izuku sorriu amável ao ver o bicolor na porta, guardou novamente a faca no cinto e caminhou até ele estendendo a mão coberta de sangue.
- Vamos Sho-chan? - o sorriso amável havia voltado ao rosto fofo e salpicado de sangue.
- Vamos!
A caminhada de volta a fortaleza foi calma e tranquila. Shouto não demorou a se adaptar, e Izuku fez questão de o ajudar nessa questão
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Histórias
Fiksi PenggemarEu posto muitas histórias com capítulo único, então resolvi juntar todas elas e deixar aqui
