Bakugou não sabia onde estava com a cabeça quando resolveu aceitar aquela porra, não era possível que estivesse pensando racionalmente na hora, como caralhos ele deixou aquilo acontecer? Mas ao olhar pro sorriso animado do "cabelo de merda" ele entendeu, não tinha como dizer não pra ele, não quando ele dava aquele sorriso.
– Aqui! Achei meu esmalte laranja! – Kirishima voltou pra cima da cama com o vidrinho nas mãos e mais algumas outras coisas que Bakugou não estava com saco pra reparar. – Você quer começar pintando a minha ou eu pinto a sua?
– Eu nunca fiz essa porra, acho melhor você mesmo pintar. – o loiro se ajeitou melhor na cama pra poder olhar pra Kirishima, ele tinha a leve impressão de que não poderia ficar jogado nela durante o processo então achou melhor já adiantar. Kirishima o olhou com aquela carinha de cachorro abandonado, não era possível que ele achasse que cairia nessa de novo, porra já tava se dando ao trabalho de deixá-lo pintar as suas unhas isso não era o suficiente?
Mas aparentemente não era não porque Bakugou estava agora com a mão de Kirishima apoiada no joelho tentando de alguma forma não borrar o esmalte ao pintar, Eijirou tinha um sorriso enorme no rosto, parecia que estava vendo a melhor coisa do mundo na cena de Katsuki pintando suas unhas de vermelho. E pra ele aquela era mesmo a melhor cena do mundo.
– Porra isso é impossível! – Bakugou xingou com muitos nomes diferentes ao borrar mais uma vez o esmalte, ele não levava jeito pra coisa. Demorou uns quinze minutos pra finalmente conseguir terminar de pintar as unhas das duas mãos.
– Okay! Agora é a sua vez Baku! – o ruivo ainda sorria muito largo enquanto batia o vidrinho de esmalte laranja na palma da mão, Bakugou achava assustador a capacidade que ele tinha de sorrir tanto sem que suas bochechas cansassem.
Kirishima começou a pintar e o loiro apenas observava indignado com a facilidade que ele tinha para aquilo, ele pintava com calma e não borrava quase nunca.
– Gostou? – o sorrisão tinha saído do rosto mas ele ainda sorria, dessa vez sem usar todos os dentes o que provava a Katsuki que talvez ele fosse humano e não um anjo perfeito que Deus tinha mandado errado pra terra, não vamos comentar sobre essa comparação Bakugou não gosta de falar sobre isso.
– Ficou bom… Eu só ainda acho estranho. – tentou parecer o mais desinteressado possível, não queria admitir que tinha gostado de mais porque talvez grande parte da culpa de ter gostado seja da companhia e do sorriso dessa tal companhia, mas não era uma coisa da qual ele falaria, não.
– Logo você acostuma vai ver! – Eijirou continuou animado olhando pras próprias unhas com os olhos brilhantes. – E quando quiser pintar de novo meu quarto tá aberto pra você.
– Eh… Valeu.. Eu venho sim. – Bakugou abriu um sorrisinho o que fez o sorriso do ruivo aumentar novamente.
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Histórias
FanfictionEu posto muitas histórias com capítulo único, então resolvi juntar todas elas e deixar aqui
