Capítulo 56

4.7K 421 102
                                        

⚠️⚠️            
Maratona com alguns capítulos com a meta de 90 comentários, e 150 votos em cada capítulo.( Para uma possível maratona próximo domingo)

Depois que tomamos banho a Nat foi embora na frente e eu saí 10 minutos depois. Peguei a moto e fui direto pra boca, assim que eu cheguei lá vi o Rael e o Dg conversando alto e clima estava meio pesado.

- Chegou - Dg falou me olhando

- O que tá pegando? - perguntei olhando pra eles

- O carregamento que iria chegar hoje de armas foi interceptado por outra facção e nós estamos achando que tem algum x-9 aqui - Rael explicou

- Eles levaram as armas? - perguntei preocupado

- Não - Dg negou - Mas perdemos dois soldados 

- Caralho - falei assustado - Já tem ideia do x-9?

- Não - Rael falou - Por isso chamamos você

- Por que? - perguntei tentando entender

- Só nós três e o Menor sabia sobre esse carregamento - Dg começou - Sabe dizer se alguém estava por perto enquanto você ou o Menor conversavam?

- Pensa com calma - Rael falou me olhando - Você ficou sabendo na quinta

- Eu lembro - falei pensativo - O Menor tava me explicando a rota e o Matheuzinho entrou na hora

- Depois vocês não falaram mais sobre esse assunto? - Dg perguntou calmo

- Não, até porque - estava falando mas eu fiquei quieto, depois da conversa eu tinha ido na casa da Nat - Foi no dia do corretivo do Menor

- Entendi - Rael falou pensativo

- Vão fazer o que? - perguntei e o Dg riu meio diabólico

- Matar ele - Dg falou simples - Mas antes vamos confirmar se ele é o x-9 mesmo

- Eu vou entrar em contato com o nosso x-9 e vê se ele sabe de algo - Rael falou pegando o celular e saiu da boca

- Que doideira - neguei com a cabeça - E olha que o último que tentou ser x-9 aqui se deu muito mal

- Esse vai pelo mesmo caminho - Dg falou e eu assenti

- Azar o deles - falei e ri baixo

- Tava aonde? - perguntou curioso

- Resolvendo uma meta - repeti o que eu tinha dito no celular

- Sumiu do nada - falou me olhando

- Acontece - falei e sorri de lado ao me lembrar do que tinha rolado

- Tá sorrindo atoa - falou rindo - Pelo visto a noite foi boa

- É, foi - falei e ele acendeu um cigarro

- Deve ter sido mesmo - falou tragando o cigarro - Moleque sortudo - falou e saímos da boca

- Por que? - perguntei e nos sentamos na calçada

- A noite foi boa, tá sorrindo atoa, e eu percebi que você estava ofegante no telefone - contou nos dedos - A mulher deve ser muito boa, ou seja, sortudo

- Eu sou então - falei simples

- Quem é? - perguntou e eu passei a mão no rosto

- Ninguém - falei dando de ombros e ele riu

- Isso aí - bateu no meu ombro - Espalha mesmo não

- Jamais - falei sorrindo

- Dg Narrando -

NatháliaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora