𝐋𝐈𝐓𝐓𝐋𝐄 𝐎𝐋𝐃𝐄𝐑┃Após a morte dos seus pais, Eliza Swan foi acolhida por seu irmão mais velho, Charlie, e desde então, foi morar com o mesmo em Forks.
No auge dos seus 18 anos, tudo o que Eliza deseja é curtir cada momento da sua juventude, e...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
CAPÍTULO SEIS: .✧ Um talvez.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Charlie nunca fora a pessoa mais comunicativa do mundo, Eliza tinha total consciência disso, afinal, a jovem passou toda sua adolescência vivendo com seu irmão, e eles nunca passaram mais do que trinta minutos conversando direto, exeto quando a garota Swan estava no auge dos seus quinze anos e fugiu para ir à uma boate em Seattle exibindo uma identidade falsa mais vagabunda do que as bolsas de "marca" de Lauren Mallory.
A garota acabou sendo detida e o Chefe Swan teve que dirigir de Forks à Seattle em plenas três horas da madrugada para buscar a garota na delegacia.
E, após voltarem para casa e Eliza ter de escutar o sermão de horas que Charlie lhe deu, sem contar com seus resmungos pelas semanas seguintes e o castigo de dois meses que recebera por seu pequeno "impulso adolescente", palavras da própria, Liza nunca mais pensou em fazer algo do tipo e agradeceu aos céus por Charlie voltar ao seu estado normal, que se resumia em uma simples conversa a noite durante o jantar, perguntando como havia sido seu dia e o que ela havia feito de interessante em seu tempo livre.
Como estava sendo pontuado inicialmente, Charlie Swan sempre foi um homem reservado e de poucas palavras, mas desde que saíram do hospital, Eliza notou que seu irmão parecia estar tenso e muito mais calado do que o seu normal.
─ Está tudo bem, Charlie? ─ Eliza questionou, finalmente decidindo se pronunciar.
Sem resposta. Charlie olhava fixamente para o trânsito a sua frente. Não que houvesse um grande tráfego em Forks.
─ Charlie? ─ Ela o chamou novamente, estranhando a falta de reação do homem. ─ Charlie! ─ chamou-o um pouco mais alto, tocando em seu ombro.
Charlie enfim pareceu voltar a realidade, piscando algumas vezes ele a encarou por alguns segundos.
─ Sim?
Liza franziu o cenho, inquisitiva. O que diabos havia dado nele, afinal?
O Chefe Swan deu partida no carro quando o sinal vermelho abriu. Eles já estavam próximos de casa.