𝐋𝐈𝐓𝐓𝐋𝐄 𝐎𝐋𝐃𝐄𝐑┃Após a morte dos seus pais, Eliza Swan foi acolhida por seu irmão mais velho, Charlie, e desde então, foi morar com o mesmo em Forks.
No auge dos seus 18 anos, tudo o que Eliza deseja é curtir cada momento da sua juventude, e...
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CAPÍTULO QUARENTA E TRÊS: .✦ Cheiro de lar.
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Eliza sentiu os lábios frios de Carlisle sendo pressionados contra seu rosto e, antes que o vampiro pudesse se afastar, ela alcançou seu braço, puxando-o de volta para o colchão.
O Cullen havia comprado outra cama depois de sua primeira noite, mas, mesmo o vendedor tendo afirmado que aquela era uma das camas mais resistentes do mercado, ela também fora quebrada na terceira noite do casal. Agora havia apenas um colchão no chão, mas o mesmo era tão confortável que aquilo não os incomodava em nada.
Já estavam ali há quase duas semanas, e aqueles foram, de longe, os dias mais felizes que tiveram em muito tempo.
A Swan o puxou pela nuca, selando seus lábios enquanto as mãos do vampiro desciam pela lateral do seu corpo, parando nas suas nádegas, apertando-as e pressionando seus corpos um contra o outro ainda mais.
A recém-criada arfou, um suspiro de prazer deixando seus lábios, o que apenas excitou seu parceiro ainda mais. Eliza usava apenas uma camisola de renda e tecido fino e frágil que Alice havia sorrateiramente escondido em uma das suas malas, junto com muitas outras peças íntimas sensuais. Embora a pequena vampira pudesse apenas entregá-las para ela, a Swan não faria nenhuma objeção em aceitá-las; pelo contrário. Talvez Alice só tivesse a confundido com sua sobrinha, ou apenas quisesse lhe fazer uma surpresa.
De todo modo, ela as adorou. Uma pena — ou não — que o Doutor Cullen tenha destruído a maior parte delas. A Swan não tinha conhecido aquele lado selvagem do Cullen antes, mas deveria confessar que estava adorando. Sua mente simplesmente ficava em branco quando estava nos braços do homem, focando apenas neles e no momento em que estavam vivendo.
Quando os lábios do casal se separaram e Carlisle se afastou apenas os centímetros suficientes para olhá-la nos olhos, Eliza sorriu.
— Uhm, estou ficando mal-acostumada com você me acordando assim. — A Swan sussurrou, sua mão ainda acariciando a nuca do médico, que sorriu brilhantemente para a mulher em seus braços.