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CAPÍTULO QUARENTA E UM:

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CAPÍTULO QUARENTA E UM:
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Viagem, tédio e provocação.

Eliza nunca gostou de despedidas

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Eliza nunca gostou de despedidas. Na verdade, ela nunca realmente teve que se despedir antes — não daquela forma. Suas “despedidas” sempre haviam sido silenciosas, diante de túmulos e lápides, com flores murchando mais rápido do que as lembranças. Era um tipo de adeus permanente, irreversível. Então, se fosse colocar as coisas em perspectiva, dizer um “até logo” aos Cullen não era tão ruim assim.

O que realmente a deixava com o peito apertado era o fato de não poder se despedir adequadamente do irmão e de Bella. Aquilo a corroía por dentro. Ela sabia, racionalmente, que era o melhor para todos — um afastamento temporário, necessário, seguro. Mas isso não fazia as coisas parecerem menos amargas.

— Emmett… — Eliza murmurou com certa dificuldade, sentindo as costelas serem espremidas nos braços gigantes do Cullen. — Eu sou vampira, mas não sou inquebrável. Será que dá pra pegar leve?

Ela ouviu a gargalhada dele vibrar em seu peito antes de finalmente ser libertada daquele abraço de urso. Emmett a encarou com um brilho travesso nos olhos e um sorriso vitorioso escancarado no rosto.

— Então eu ainda sou mais forte. — Ele piscou de forma provocativa, e o olhar convencido dele a fez bufar um riso, cruzando os braços, mas o canto dos seus lábios se curvou sem que ela conseguisse impedir.

Era quase irônico como Emmett se tornara alguém tão importante em sua vida. De todos os Cullen, ele era o mais barulhento, o mais impulsivo, e, ainda assim, conseguia ser também o mais gentil. Sempre encontrava um jeito de arrancar dela um riso sincero, mesmo nos piores dias. Ele não fazia isso por obrigação ou porque era esperado. Ele fazia porque se importava. Porque a via. E isso significava mais para Eliza do que ela jamais teria coragem de admitir em voz alta.

Com Emmett, havia mais do que a fachada do irmão palhaço e brincalhão. Ao seu modo, ele era um dos mais sensíveis da família — e talvez por isso tivessem se entendido tão bem desde o começo.

— Vai sonhando, grandão. — Retrucou a recém-criada, balançando a cabeça.

Antes que pudesse dizer algo mais, Eliza foi envolvida por um par de braços bem menores, mas nem por isso menos intensos.

𝐋𝐈𝐓𝐓𝐋𝐄 𝐎𝐋𝐃𝐄𝐑┃𝐂𝐚𝐫𝐥𝐢𝐬𝐥𝐞 𝐂𝐮𝐥𝐥𝐞𝐧Onde histórias criam vida. Descubra agora