𝐋𝐈𝐓𝐓𝐋𝐄 𝐎𝐋𝐃𝐄𝐑┃Após a morte dos seus pais, Eliza Swan foi acolhida por seu irmão mais velho, Charlie, e desde então, foi morar com o mesmo em Forks.
No auge dos seus 18 anos, tudo o que Eliza deseja é curtir cada momento da sua juventude, e...
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CAPÍTULO QUARENTA E NOVE: .✦ Dias bons e dias difíceis.
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— Sabe, às vezes eu tenho sérias dúvidas sobre as suas habilidades, Tinker Bell. — Eliza murmurou ao telefone, apoiando o cotovelo no braço do sofá e deixando a cabeça pender sobre a mão.
Do outro lado da linha, Alice suspirou dramaticamente, o som agudo e familiar arrancando um meio sorriso da morena. Elas já estavam conversando há alguns minutos sobre o aniversário de Bella, que aconteceria dali a dois dias, e como sempre, a pequena Cullen estava determinada a transformar o evento em algo “memorável”.
Eliza, por outro lado, não compartilhava do mesmo entusiasmo.
Estava surpresa com o quão rápido o tempo havia passado desde que deixaram Forks. Os meses tinham voado — e agora, o aniversário de sua sobrinha já batia à porta. Era estranho pensar que fazia tão pouco tempo desde que tudo aquilo havia acontecido. Ainda assim, em alguns dias, parecia uma eternidade.
Roman havia deixado Aspen há pouco mais de um mês, prometendo que continuaria suas buscas por Victoria e que a manteria informada sobre qualquer pista concreta.
Ela ainda se lembrava da última conversa entre eles, na noite anterior à partida.
— Nenhuma pista? Nada? — Havia perguntado, na véspera da partida dele.
Como já sabia, Roman possuía contatos espalhados por todo o mundo. E, descobrir o paradeiro de um vampiro específico não era difícil para o Cullen mais velho, entretanto, Victoria tinha a fama de ser escorregadia e fazia questão de fazer juz a mesma.
O loiro, como sempre, parecera imperturbável.
— Bom, posso listar vários lugares por onde ela passou nos últimos meses. — Ele havia dito, encostando-se no parapeito da varanda. — Só não consigo te dizer, ainda, onde ela está atualmente. Ela parece estar sempre um passo à frente.
Eliza apertou o maxilar, frustrada. Aquela maldita vampira sempre conseguia escapar, como água escorrendo pelos dedos. Ainda assim, tudo o que fez foi assentir, agradecendo em silêncio.