𝐋𝐈𝐓𝐓𝐋𝐄 𝐎𝐋𝐃𝐄𝐑┃Após a morte dos seus pais, Eliza Swan foi acolhida por seu irmão mais velho, Charlie, e desde então, foi morar com o mesmo em Forks.
No auge dos seus 18 anos, tudo o que Eliza deseja é curtir cada momento da sua juventude, e...
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CAPÍTULO QUARENTA E DOIS: .✦ A cabana.
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Quando Carlisle lhe disse que tinha planos aos quais envolviam uma cabana isolada, Eliza não imaginou que fosse tão isolada assim. Eles haviam virado uma curva à direita há três horas que os levara a uma estrada de chão deserta e ladeada por árvores tão altas que escondiam o céu. Se ela já não estivesse morta, talvez temesse que ele estivesse lhe levando para um lugar tão longe de tudo e todos para poder se livrar do seu cadáver sem deixar rastros.
Mas ela não compartilhou esses pensamentos sombrios com o médico, exceto por uma ou outra piadinha sarcástica que ele recebeu com risos discretos que apenas ele era capaz de dar.
No fundo, Eliza sabia exatamente o motivo pelo qual Carlisle a levara para tão longe. O mesmo motivo que os fez saírem de Forks: ele não suportaria a ideia de que ela machucasse alguém. Não suportaria a culpa. O remorso. E muito menos suportaria ver os olhos dela refletindo o horror de ter tirado uma vida humana.
Era proteção, e ela sabia disso. Proteção para ela. Para os outros. Para ele. Eliza entendia. Por mais frustrante que fosse ter que se isolar do mundo, essa agora era a sua natureza. E não havia nada que pudesse fazer para mudar esse fato.
A eternidade tinha um preço. E aquele era o dela.
A jovem vampira se ajeitou no assento quando a visão de uma propriedade, finalmente, se revelou ao final da trilha. A última curva que Carlisle fez abriu caminho para algo que estava muito além do que ela esperava. A palavra “cabana” perdera todo o sentido assim que ela viu a estrutura imponente diante deles.
O lugar era ainda melhor do que ela havia imaginado. Quer dizer, quando ele lhe disse que a levaria para uma cabana, Eliza tinha imaginado um casebre simples, bonito, mas simples. Com espaço para um quarto, banheiro, uma pequena cozinha, que em grande parte, ficaria de enfeite e uma salinha minúscula onde haveria uma chaminé — a qual eles acenderiam, mesmo que o frio já não os afetasse — e se sentariam de frente para ela, abraçados, enquanto faziam planos para o futuro sem se preocupar em quando iriam realizá-los, porque agora, eles tinham a eternidade.