TRINTA

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Eu tive que ir embora Eu estava cansada De deixar que você me fizesse sentir qualquer coisa,Menos inteira

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Eu tive que ir embora
Eu estava cansada
De deixar que você me fizesse sentir qualquer coisa,
Menos inteira .

— Desconhecido.



Uma onda de orgulho invadiu meu corpo, assim que olhei para Eve vestida com uma beca e seus cabelos curtos penteados para trás.

Ainda estávamos no lado de fora do enorme salão, aguardando Steven e Dylan. Meu amigo fora buscar meu namorado no aeroporto, já que o mesmo confirmou sua presença na formatura de nossa amiga.

Estávamos todas aqui, juntas.

Candy usa um vestido vermelho vinho que constrasta seus fios alaranjados. Beverly optou por um vestido preto colado ao corpo e uma sandália de salto fino — o que é extremamente raro. Lilah opinou por um vestido azul escuro soltinho e uma sapatilha. Por fim, escolhi um vestido curto de alcinhas acima dos joelhos na cor prata com strass e uma sandália preta de salto fino. No cabelo, fiz ondas e Candy me ajudou na maquiagem leve.

Depois do episódio de Steven e Candyce, os dois se resolveram. Minha amiga resolveu dizer tudo o que sentia e algumas coisas que não a agradavam no relacionamento. Stev também pediu desculpas e prometeu nunca mais fazer algo parecido. E desde então, vivem de sorrisos cúmplices pelos cantos.

Por falar no meu amigo, avisto o mesmo caminhar em nossa direção em seu smoking impecável e postura reta. Logo atrás dele, o loiro caminha também vestido com um smoking.

Foi impossível não sorrir para o loiro. Meu estômago ganhou vida e as borboletas levantaram voo.

Dylan parecia mais bonito e forte.

— Boa noite damas — meu amigo nos saúda e logo beija os lábios da namorada. — Puta que pariu! Você é a mulher mais bonita do mundo.

Pela primeira vez desde que conheço Candyce Monaghan, vejo ela sem graça e o melhor, corada.

— Pare com isso Steven! — ralha a ruiva e logo se recompõe.

— Presenciar a Candy corando é algo realmente memorável. — minha irmã comenta, com um sorriso sarcástico nos lábios.

— Cale a boca, docinho. Eu posso matar você.

— Uau! Você ainda é mais má do que a malévola. — minha irmã ironiza.

Paro de preste atenção nas duas, quando sinto braços fortes rodearem minha cintura. Perco o total foco e sinto meu coração acelerado. Talvez, com apenas um toque, minha intimidade esteja viva e pulsando.

DOSES DE PERIGO [concluído]Onde histórias criam vida. Descubra agora