Capítulo 05

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Helo baby's, como estamos? Espero que esteja todo mundo bem. Queria, desde já, agradecer a todo mundo que tá voltando, comentando e compartilhando a fic. Vcs são foda.

Queria dizer que estou amando ler os comentários de vcs.

Nessa fic fica evidente como a falta de diálogo pode estragar relacionamentos e nos privar de viver coisas incríveis. Por isso, conversem sempre. É importante.

Sem mais enrolação, bom capítulo a todos.

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Narrador:

Os dias estavam passando gradativamente rápidos, faltando apenas 03 para o casamento de Caroline. Ela e Dayane não se viram muito nesse meio tempo, já que a ruiva estava na correria de provar o vestido, escolher a maquiagem e o penteado. Fora o fato de que Kaio fez questão de entregar os convites pessoalmente com Carol.

Da varanda de seu quarto, Dayane observava a movimentação na casa dos Biazins. Notou que Carol saia na companhia de seu noivo com cada vez mais frequência. Obrservou também, que alguns parentes distantes da ruiva se instalaram na casa dela para o tão esperado dia.

Enquanto Carol estava focada nos últimos preparativos, Dayane se trancou em seu quarto e evitou sair de casa. Ela estava visivelmente abatida e não queria ser interrogada sobre o porquê de estar assim.

Era um martírio para a morena encarar a realidade à sua frente. Por mais difícil que fosse, ela se obrigava a aceitar que, em poucos dias, ela perderia, não só o amor de sua vida, como também sua melhor amiga. Tinha certeza de que sua amizade com Carol mudaria depois que ela casasse. Presumia que a ruiva se dedicasse a sua nova vida e nova família e deixasse ela de lado.

Selma percebeu o isolamento da filha, resolveu dar um tempo a ela e esperar que Day a procurassem em algum momento para conversar sobre o que estava a deixando mal. Entretanto, a morena não o fez. Então a mulher mais velha resolveu tomar uma atitude e tentar entender o porquê de Day estar tão isolada e, aparentemente, triste.

Subiu as escadas a passos lentos, parou em frente ao quarto da filha e deu duas leves batidas na porta. Quando ouviu um "entre" vindo do lado de dentro, adentrou o cômodo e avistou Dayane sentada na varanda, com o violão no colo e o olhar fixo na rua.

- Filha, podemos conversar? - Perguntou aproximando-se dela. Notou que Day passou as mãos pelo rosto, na tentativa de esconder o choro, mas não adiantou, pois ela percebeu.

- Claro máh, aconteceu alguma coisa? - A morena não a encarou. Permaneceu olhando para onde estava antes de sua mãe entrar no quarto.

- É você quem tem que me dizer isso querida - sentou-se ao lado de Dayane e fitou a mesma.

- Como assim? Por que eu? - finalmente encarou a mãe.

- Porque você está isolada nesse quarto já faz alguns dias. Nem sequer te vi sair de casa. O que está havendo? - Perguntou preocupada, tirando o violão do colo de Day e segurou suas mãos em seguida.

- Não é nada de mais máh, vai passar - abaixou o olhar e encarou as mãos entrelassadas nas de Selma.

- Eu conheço você, sei que tem algo errado Day. Vim aqui pra tentar te ajudar, estou realmente preocupada - acariciou as costas das mãos de Dayane com o polegar

- Tudo bem, eu vou te contar. Não aguento mais guardar isso tudo pra mim - sentiu uma lágrima escorrendo pela sua bochecha.

- Coloque pra fora meu amor, estou aqui pra te ouvir  - passou o polegar onde a lágrima escorria, limpando-a.

Convite de CasamentoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora