Um acidente.
Um acidente que mudou a vida e o relacionamento de Sirius.
Um acidente, que fez que seu amado Remus perdesse a memória.
Após o acidente que fez seu amado perder a memória, Sirius se muda para Nova York.
Três anos depois ele volta para L...
É, chegamos ao fim. Eu quero dizer que só tenho à agradecer esse tempo que eu passei postando e tendo vocês comigo. Vocês não sabem quantas vezes eu tava mal, mas vinha aqui e via que tinha gente que gostava do que eu faço, gente que gosta das minhas histórias e paranoias. Eu só tenho que agradecer vocês!! Muito obrigada por esse tempo, vocês foram ótimos leitores e eu espero ter sido uma boa autora (mesmo sendo meio doidinha).
Fiquem agora com o Epílogo, e eu espero ver vocês por aí em outras fanfics (ou não)
Muito obrigada por terem acompanhado a história, e eu vou parando por aqui antes de chorar.
Bem, já enrolei de mais. Boa leitura~♡
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Sirius Black on — Eu estou nervoso!– Disse Remus, roendo as unhas e batendo o pé no chão.
Veja, dois anos se passaram desde o nosso casamento. Temos agora nossos 27 anos e, depois de um ano e meio de luta, conseguimos adotar um menino da idade do Harry, que simplesmente nos encantou.
Um ano e meio atrás...
Depois de pensar muito, decidimos adotar uma criança ao invés de fazer inseminação artificial. Estamos agora em um orfanato, esperando para entrar e conhecer as crianças.
— Senhores? Os senhores já podem entrar.– Disse uma moça que trabalhava ali.
— Obrigado.– Disse Remus e me puxou para entrar na sala onde as crianças se encontravam, algumas brincando, outras conversando. Conversamos com algumas que se aproximaram, mas um em especial me chamou a atenção. Ele estava sentado em uma mesa afastada, desenhando, alheio a nossa presença. Remus também havia percebido o garotinho.
— As outras crianças parecem evitá-lo...– Murmurou ele.
— Talvez ele goste de estar sozinho?– Murmurei de volta.
— Vamos descobrir.– Disse ele e me puxou até lá.
Chegamos na mesa e ele continuou desenhando, não percebendo nossa presença.
— Hmm, olá?– Disse Remus receoso, assustando um pouco o garoto. Quando ele ergueu a cabeça eu senti meus olhos se arregalarem. Ele... Ele era idêntico à Remus! Apenas seus cabelos era um pouco mais escuros que os dele.
— O-oi? Eu estou incomodando? Se estiver eu posso sair e...– Ele parecia desesperado, as bochechas ganhando um forte tom carmim. Remus apenas sorriu gentilmente. Essa foi a exata reação que ele teve ao entrar em nossa cabine no trem, no primeiro ano.
— Você não está incomodando, querido! Meu nome é Remus e esse aqui é o meu marido, Sirius.– Ele disse e eu sorri para o garotinho, que me observou com atenção– Como se chama?