Epílogo

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Eu juro solenemente não fazer nada de bom.

É, chegamos ao fim. Eu quero dizer que só tenho à agradecer esse tempo que eu passei postando e tendo vocês comigo. Vocês não sabem quantas vezes eu tava mal, mas vinha aqui e via que tinha gente que gostava do que eu faço, gente que gosta das minhas histórias e paranoias. Eu só tenho que agradecer vocês!! Muito obrigada por esse tempo, vocês foram ótimos leitores e eu espero ter sido uma boa autora (mesmo sendo meio doidinha).

Fiquem agora com o Epílogo, e eu espero ver vocês por aí em outras fanfics (ou não)

Muito obrigada por terem acompanhado a história, e eu vou parando por aqui antes de chorar.

Bem, já enrolei de mais.
Boa leitura~♡

                            Sirius Black on— Eu estou nervoso!– Disse Remus, roendo as unhas e batendo o pé no chão

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                            Sirius Black on
— Eu estou nervoso!– Disse Remus, roendo as unhas e batendo o pé no chão.

Veja, dois anos se passaram desde o nosso casamento. Temos agora nossos 27 anos e, depois de um ano e meio de luta, conseguimos adotar um menino da idade do Harry, que simplesmente nos encantou.

                      Um ano e meio atrás...

Depois de pensar muito, decidimos adotar uma criança ao invés de fazer inseminação artificial. Estamos agora em um orfanato, esperando para entrar e conhecer as crianças.

— Senhores? Os senhores já podem entrar.– Disse uma moça que trabalhava ali.

— Obrigado.– Disse Remus e me puxou para entrar na sala onde as crianças se encontravam, algumas brincando, outras conversando. Conversamos com algumas que se aproximaram, mas um em especial me chamou a atenção. Ele estava sentado em uma mesa afastada, desenhando, alheio a nossa presença. Remus também havia percebido o garotinho.

— As outras crianças parecem evitá-lo...– Murmurou ele.

— Talvez ele goste de estar sozinho?– Murmurei de volta.

— Vamos descobrir.– Disse ele e me puxou até lá.

Chegamos na mesa e ele continuou desenhando, não percebendo nossa presença.

— Hmm, olá?– Disse Remus receoso, assustando um pouco o garoto.
Quando ele ergueu a cabeça eu senti meus olhos se arregalarem. Ele... Ele era idêntico à Remus! Apenas seus cabelos era um pouco mais escuros que os dele.

— O-oi? Eu estou incomodando? Se estiver eu posso sair e...– Ele parecia desesperado, as bochechas ganhando um forte tom carmim.
Remus apenas sorriu gentilmente. Essa foi a exata reação que ele teve ao entrar em nossa cabine no trem, no primeiro ano.

— Você não está incomodando, querido! Meu nome é Remus e esse aqui é o meu marido, Sirius.– Ele disse e eu sorri para o garotinho, que me observou com atenção– Como se chama?

Memories- WolfstarOnde histórias criam vida. Descubra agora