Oi! É a primeira vez que eu falo aqui kkkkkk. Obrigada a todos que me acompanharam até aqui 💜 a música citada é Hope Not da BlackPink.
Hoje é meu aniversário, mas são vcs que ganham o presente.
Vou deixar a tradução. E por favor, escutem durante a leitura 💕
Ana saiu do aeroporto, estava nervosa por finalmente voltar ao Brasil. Por ela, ela tinha ficado na Argentina. Segurou o casaco contra seu corpo, na tentativa de se aquecer daquele frio fora de época. Olhou para o céu, ele estava escuro, sem vida, uma forte tempestade estava por vir.
Entrou apressadamente em um táxi e deu seu endereço ao motorista. A viagem toda até sua casa, Ana ficou com a janela aberta, onde o frio entrava e gelava seu rosto. Ela pensava em Paola, enquanto olhava distante para o céu.
"Burra, burra , burra! Eu sou uma idiota que não pode ser ajudada. Mesmo que as estações mudem, eu não mudo, eu só machuco quem me ama. Eu sei que quando a ver novamente, eu vou sorrir, como se nada estivesse acontecido." Ana pensou ainda olhando para o céu.
Logo estava em casa, o silêncio preenchia todo o ambiente. Largou sua mala no canto da sala e fechou a porta. Ela já não achava estranho estar sozinha, ela sabia que tudo foi culpa sua. Caminhou pelo apartamento escuro, não fazia questão de acender as luzes. Jogou seu corpo no sofá e fechou os olhos. Ouviu seu celular tocar na bolsa, mas pouco se importou.
Poderia beber? Poderia, mas não tinha vontade de colocar uma gota de álcool em sua boca. Por algum motivo, Ana queria ficar sóbria. Trovões e raios foram ouvidos, Ana se encolheu no sofá, não importava o barulho, Ana sentia medo de algo acontecer com ela. Agarou uma almofada contra seu corpo e abafou seu choro.
Minutos depois, os trovões e raios pararam. Ana tirou a almofada do seu rosto e olhou para o escuro, se levantou e caminhou até seu quarto. Trocou de roupa e se sentou na cama. Olhou para um ponto fixo no chão, não sabia o que pensar ou fazer.
Olhou ao redor, tudo escuro, a não ser os clarões dos raios. Havia apenas ela e a solidão. Era inútil esperar. Ana sabia. Sabia que Paola nunca a procuraría. E não tinha motivo para procurar, seus olhos estavam cheios de dor, Paola nunca irá querer outra vez vê-la.
Em um momento de impulso, Ana já se encontrava fora do apartamento, indo para o lugar que tanto queria ir. Ela sabia que era longe, mas pouco se importou. Caminhava com rápidez, não se importava com frio que batia contra seu corpo quente. No impulso, esqueceu de colocar de volta o casaco.
30 minutos depois, Ana entrou na rua tão conhecida por ela, olhou em volta e percebeu que já havia escurecido. Continuou a caminhar, enquanto abraçava seu corpo para se proteger do frio. E uma forte tempestade estava por vir.
Se aproximou da porta, mas se afastou. Sabia o que estava procurando. E não importava se era gritos de decepção, mas queria vê-la.
Olhou fixamente a porta branca. Respirou fundo, fechou os olhos e tocou a campainha.
- TIA ANA! - um corpo quente chocou violentamente contra o seu. Ana sentiu as lágrimas quererem descer.
- Oi, minha linda. - sussurrou contra os cabelos loiros. Ana Paula apertava Fran com força contra seu corpo.
- Achei que nunca mais te veria.
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She (✔️)
RomanceAos seus 45 anos, Paola Carosella - chef de cozinha e empresária bem sucedida - sente que não tem mais controle de sua própria vida, ela não sabe se seguirá casada com quem não ama ou se entrega nesse amor intenso que sente por sua melhor amiga e co...
